Reproduzo aqui matéria do Deus lo Vult! que convida todos os católicos desta Terra de Santa Cruz a realizar uma Campanha de Oração – pela salvação do Brasil. A ideia partiu do Taiguara, o Jorge aderiu, o Alessandro [do Veritatis] também manifestou apoio, e já se está discutindo como a Campanha pode ultrapassar as fronteiras da internet [o que, a meu ver, é absolutamente necessário]. A proposta é muito simples: nos 20 dias que antecedem às eleições, cada católico rezaria um terço acrescentando, no início, a jaculatória: Nossa Senhora Aparecida, livrai o Brasil do flagelo do comunismo!. Desta forma, honraríamos a Virgem Mãe com 1.000 ave-marias ao mesmo tempo em que suplicaríamos a Deus ficar livres da maldição do comunismo. Este blog adere a esta Campanha. Adira você também!

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Campanha de Oração – pela salvação do Brasil!

O Brasil vive uma situação política terrível. Enquanto governantes ímpios zombam de Deus e das raízes católicas do povo brasileiro, o país caminha a passos largos em direção à Foice e ao Martelo que, derrotados no Leste Europeu, querem fincar raízes aqui no Novo Mundo. Os brasileiros, inermes e apáticos, não se apercebem do abismo que se lhes abre aos pés. Não se descortina, no horizonte, nenhuma esperança meramente humana que possa libertar o país da sombra que, sobre ele, paira ameaçadora.

Já não há o que fazer, mas o nosso auxílio está no Nome do Senhor – que fez os Céus e a Terra. As hostes do Inferno levantam-se contra o Brasil e o pretendem tomar de assalto, diante da apatia do seu povo; mas esta aqui é a Terra de Santa Cruz. Esta é a terra que tem por Padroeira uma Senhora poderosa e terrível, uma Virgem que, sozinha, venceu todas as heresias do mundo inteiro. Esta aqui é Terra de Nossa Senhora da Conceição Aparecida. Este é o país que, em sua história, já pôde contar com as inestimáveis graças desta Boa Rainha. Foi Ela que, no século XVII, livrou-nos da dominação holandesa. Foi também Ela que, no século passado, livrou-nos do comunismo. É a Ela que recorremos mais uma vez, e que mais uma vez há de nos valer. Porque jamais se ouviu dizer que algum dos que tivessem a Ela recorrido, fosse desamparado.

É a Ela que recorremos, gemendo e chorando sob o peso de nossos pecados, sem termos absolutamente mais a quem recorrer. É a Virgem Aparecida que vai salvar o Brasil. É aos pés d’Ela que depositamos a nossa confiança; e a Ela que recorremos neste momento terrível que a nossa Pátria atravessa.

Rezemos pela Pátria! Unamo-nos à Campanha de Oração pela Salvação do Brasil. Reproduzo-a, como foi originalmente publicada no En Garde. Divulguemo-la. E rezemos. Que Nossa Senhora Aparecida Se compadeça de nós, e nos salve!

* * *

A nossa Terra de Santa Cruz enfrenta um de seus piores momentos. O comunismo galopa como o cavaleiro vermelho do Apocalipse, trazendo consigo os flagelos do aborto, da destruição da família, da perseguição religiosa, do ateísmo programático, do narcotráfico.

Em Pernambuco, a Virgem apareceu em 1936 advertindo que o Brasil passaria por uma sangrenta Revolução que instauraria o comunismo no país e traria sofrimento e dor ao povo brasileiro. Com o sangue dos cristãos nas mãos, a Virgem pediu que rezássemos o Santo Terço, em devoção ao Sagrado Coração de Jesus e ao Imaculado Coração de Maria, contra a comunistização do país e em favor da exaltação da Santa Cruz. Pediu penitência e oração.

Esse é o momento de atendermos ao pedido da Virgem!

1000 Ave-Maria’s pelo Brasil!

Rezemos o Santo Terço diariamente, até o dia das Eleições, adicionando a início a seguinte petição: “Nossa Senhora Aparecida, livrai o Brasil do flagelo do comunismo!”

Se cada católico brasileiro comprometer-se um Terço pelos 20 dias anteriores à Eleição, teremos rezado 1000 Ave-Maria’s, cada um, pelo nosso país!

Comprometamo-nos a rezarmos diariamente o Santo Terço até o fim do pleito, atendendo ao pedido da Virgem, nesta hora difícil que se avizinha.

Caso contrário, com o advento do comunismo, do aborto e da destruição do matrimônio e da família, advirá sobre nós também a Ira de Deus; lembremo-nos que a Virgem disse em La Salette que “a mão do Seu Filho já pesava demais, e já não conseguia segurá-La”. Rezemos, pois!

Replique em seu Blog e listas este apelo, no Brasil e no exterior! Faça chegar o apelo da Virgem a todo o Brasil, pelas diversas mídias católicas: TV’s, rádios, Blogs, jornais, revistas… tudo!

A Virgem pediu, a Mãe pediu: nós atendemos! Rezemos!

Recorramos à Virgem Santíssima, Porta dos Céus e Refúgio dos Pecadores! Consagremos a nós mesmos e ao Brasil ao Coração Imaculado de Maria!

Bispos do Brasil, consagrem a Terra de Santa Cruz ao Coração Imaculado de Maria, por Ela prometeu em Fátima: No fim, meu Imaculado Coração triunfará!

Mãe Maria, Nossa Senhora Aparecida, Rainha do Brasil, rogai por nós!

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Diversas pessoas já me perguntaram – em vista de alguns dos meus posts aqui no blog – em que consiste, exatamente, a Teologia da Libertação. Em geral, estas pessoas querem saber por que eu a combato [ou pelo menos tento combatê-la] com tanta virulência. É como se dissessem: “Que há de tão danoso na TL?” Para dar uma resposta satisfatória e à altura a estas pessoas, trago aqui apenas trechos de um artigo escrito em 1984 pelo então Cardeal Joseph Ratzinger. O artigo chama-se “Eu vos explico a Teologia da Libertação” e está postado integralmente na página do Veritatis SplendorBom seria que todos lessem a exposição de Ratzinger por completo. Mantive os destaques que a equipe do Veritatis fez ao sublinhar pontos importantes do texto. Boa leitura!

 

[…]

Com a análise do fenômeno da teologia da libertação torna-se manifesto um perigo fundamental para a fé da Igreja. Sem dúvida, é preciso ter presente que um erro não pode existir se não contém um núcleo de verdade. De fato, um erro é tanto mais perigoso quanto maior for a proporção do núcleo de verdade assumida. Além disso, o erro não se poderia apropriar daquela parte de verdade, se essa verdade fosse suficientemente vivida e testemunhada ali onde é o seu lugar, isto é, na fé da Igreja. Por isso, ao lado da demonstração do erro e do perigo da teologia da libertação, é preciso sempre acrescentar a pergunta: que verdade se esconde no erro e como recuperá-la plenamente? 

A teologia da libertação é um fenômeno universal sob três pontos de vista:

a) Essa teologia não pretende constituir-se como um novo tratado teológico ao lado dos outros já existentes; não pretende, por exemplo, elaborar novos aspectos da ética social da Igreja. Ela se concebe, antes, como uma nova hermenêutica da fé cristã, quer dizer, como nova forma de compreensão e de realização do cristianismo na sua totalidade. Por isto mesmo, muda todas as formas da vida eclesial: a constituição eclesiástica, a liturgia, a catequese, as opções morais;

 […]

 Como se chegou a esta orientação completamente nova do pensamento teológico, que se exprime na teologia da libertação? Vejo principalmente três fatores que a tornaram possível:

  1. Após o Concílio [Vaticano II], produziu-se uma situação teológica nova:

a) Surgiu a opinião de que a tradição teológica existente até então não era mais aceitável e, por conseguinte, se deviam procurar, a partir da Escritura e dos sinais dos tempos, orientações teológicas e espirituais totalmente novas;

b) A idéia de abertura ao mundo e de compromisso no mundo transformou-se freqüentemente em uma fé ingênua nas ciências; uma fé que acolheu as ciências humanas como um novo evangelho, sem querer reconhecer os seus limites e problemas próprios. A psicologia, a sociologia e a interpretação marxista da história foram considerados como cientificamente seguras e, a seguir, como instâncias não mais contestáveis do pensamento cristão;

c) A critica da tradição por parte da exegese evangélica moderna, especialmente a de Bultmann e da sua escola, tornou-se uma instância teológica inamovível que barrou a estrada às formas até então válidas da teologia, encorajando assim também novas construções.

  1. A situação teológica assim transformada coincidiu com uma situação da historia espiritual também ela modificada. Ao final da fase de reconstrução após a segunda guerra mundial, fase que coincidiu pouco mais ou menos com o término do Concilio, produziu-se no mundo ocidental um sensível vazio de significado, ao qual a filosofia existencialista ainda em voga não estava em condições de dar alguma resposta. Nesta situação, as diferentes formas do neo-marxismo transformaram-se em um impulso moral e, ao mesmo tempo, em uma promessa de significado que parecia quase irresistível à juventude universal. O marxismo, com as acentuações religiosas de Bloch e as filosofias dotadas de rigor científico de Adorno, Harkheimer, Habernas e Marcuse, ofereceram modelos de ação com os quais alguns pensadores acreditavam poder responder ao desafio da miséria no mundo e, ao mesmo tempo, poder atualizar o sentido correto da mensagem bíblica.
  2. O desafio moral da pobreza e da opressão não se podia mais ignorar, no momento em que a Europa e a América do Norte atingiam uma opulência até então desconhecida. Este desafio exigia evidentemente novas respostas, que não se podiam encontrar na tradição existente até aquele momento. A situação teológica e filosófica mudada convidava expressamente a buscar a resposta em um cristianismo que se deixasse regular pelos modelos da esperança, aparentemente fundados cientificamente, das filosofias marxistas.

b) A teologia da libertação tem certamente o seu centro de gravidade na América Latina, mas não é, de modo algum, fenômeno exclusivamente latino-americano. Não se pode pensá-la sem a influência determinante de teólogos europeus e também norte-americanos. Além do mais, existe também na Índia, no Sri Lanka, nas Filipinas, em Taiwan, na África – embora nesta última esteja em primeiro plano a busca de uma “teologia africana”. A união dos teólogos do Terceiro Mundo é fortemente caracterizada pela atenção prestada aos temas da teologia da libertação;

c) A teologia da libertação supera os limites confessionais. Um dos mais conhecidos representantes da teologia da libertação, Hugo Assman, era sacerdote católico e ensina hoje como professor em uma Faculdade protestante, mas continua a se apresentar com o pretensão de estar acima das fronteiras confessionais. A teologia da libertação procura criar, já desde as suas premissas, uma nova universalidade em virtude da qual as separações clássicas da Igreja devem perder a sua importância.

 

Em 2003, o escritor italiano Vittorio Messori fez umas considerações interessantes acerca da data do nascimento de Jesus. À época, saiu um artigo de sua autoria no jornal Corriere della Sera tratando do tema. Agora, passados mais de 6 anos da concepção do texto, o artigo volta a circular nas listas de e-mail, nos blogs e sites católicos. O Veritatis, por exemplo, publicou-o  no início deste mês de dezembro. Assim, decidi também eu reproduzir o escrito de Messori. Ei-lo:

 

JESUS NASCEU MESMO NUM DIA 25 DE DEZEMBRO…

 

Por Vittorio Messori

Devo corrigir um erro que cometi. Aconteceu que num momento de mau humor, desejei – precisamente num meu artigo – que a Igreja se decidisse a fazer uma alteração no calendário: que transferisse para o dia 15 de Agosto aquilo que celebra no dia 25 de Dezembro. Um Natal no deserto estivo – argumentava eu – libertar-nos-ia das insuportáveis iluminações, dos enjoativos trenós com renas e Pais Natais, e até da obrigação de mandar cartões de Boas Festas e prendas. De facto, quando todos estão fora, quando as cidades estão vazias, a quem – e para onde – mandar cartões de Boas Festas e embrulhos enfeitados de fitas e laçarotes? Não são os próprios Bispos que trovejam contra aquela espécie de orgia consumista a que se reduziram as nossas Festas de Natal? Então, “fintemos” os comerciantes: passemos tudo para o dia 15 de Agosto. A coisa – observava eu – não parece ser impossível: de facto, não foi a necessidade histórica, mas sim a Igreja a escolher o dia 25 de Dezembro para contrastar e substituir as festas pagãs nos dias do solstício de Inverno: colocar o nascimento do Cristo em lugar do renascimento do Sol Invictus. No início houve, portanto, uma decisão pastoral, mas esta pode ser mudada, consoante as necessidades.

Era uma provocação, obviamente, mas que se baseava naquilo que é (ou, melhor, que era) pacificamente aceite por todos os estudiosos: a colocação litúrgica do Natal é uma escolha arbitrária, sem ligação com a data do nascimento de Jesus, a qual ninguém estaria em condições de poder determinar. Ora bem, parece que os especialistas se enganaram mesmo; e eu, obviamente, com eles. Na realidade, hoje – graças também aos documentos de Qumran* – estamos em condições de poder estabelecê-lo com precisão: Jesus nasceu mesmo num dia 25 de Dezembro. Uma descoberta extraordinária a sério e que não pode ser alvo de suspeitas de fins apologéticos cristãos, dado que a devemos a um docente judeu, da Universidade Hebraica de Jerusalém.

Procuremos compreender o mecanismo, que é complexo, mas fascinante. Se Jesus nasceu a 25 de Dezembro, a sua concepção virginal ocorreu, obviamente 9 meses antes. E, com efeito, os calendários cristãos colocam no dia 25 de Março a Anunciação do Anjo S. Gabriel a Maria. Mas sabemos pelo próprio Evangelho de S. Lucas que, precisamente seis meses antes, tinha sido concebido por Isabel, João, o precursor, que será chamado o Baptista. A Igreja Católica não tem uma festa litúrgica para esta concepção, mas a Igreja do Oriente celebra-a solenemente entre os dias 23 e 25 de Setembro; ou seja, seis meses antes da Anunciação a Maria. Uma lógica sucessão de datas, mas baseada em tradições não verificáveis, não em acontecimentos localizáveis no tempo. Assim acreditávamos todos nós, até há pouquíssimo tempo. Mas, na realidade, parece mesmo que não é assim.

De facto, é precisamente da concepção do Baptista que devemos partir. O Evangelho de S. Lucas abre-se com a história do velho casal, Zacarias e Isabel, já resignado à esterilidade – considerada uma das piores desgraças em Israel. Zacarias pertencia à casta sacerdotal e, um dia, em que estava de serviço no Templo de Jerusalém, teve a visão de Gabriel (o mesmo anjo que aparecerá seis meses mais tarde a Maria, em Nazaré), o qual lhe anunciou que, não obstante a idade avançada, ele e a mulher iriam ter um filho. Deviam dar-lhe o nome de João e ele seria grande «diante do Senhor».

Lucas teve o cuidado de precisar que Zacarias pertencia à classe sacerdotal de Abias e que quando teve a aparição «desempenhava as funções sacerdotais no turno da sua classe». Com efeito, no antigo Israel, os que pertenciam à casta sacerdotal estavam divididos em 24 classes, as quais, alternando-se segundo uma ordem fixa e imutável, deviam prestar o serviço litúrgico no Templo, por uma semana, duas vezes por ano. Já se sabia que a classe de Zacarias – a classe de Abias – era a oitava no elenco oficial. Mas quando é que ocorriam os seus turnos de serviço? Ninguém o sabia. Ora bem, o enigma foi desvendado pelo professor Shemarjahu Talmon, docente na Universidade Hebraica de Jerusalém, utilizando investigações desenvolvidas também por outros especialistas e trabalhando, sobretudo, com textos encontrados na Biblioteca essena de Qumran. O estudioso conseguiu precisar em que ordem cronológica se sucediam as 24 classes sacerdotais. A de Abias prestava serviço litúrgico no Templo duas vezes por ano, tal como as outras, e uma das vezes era na última semana de Setembro. Portanto, era verosímil a tradição dos cristãos orientais que coloca entre os dias 23 e 25 de Setembro o anúncio a Zacarias. Mas esta verosimilhança aproximou-se da certeza porque os estudiosos, estimulados pela descoberta do Professor Talmon, reconstruíram a “fileira” daquela tradição, chegando à conclusão que esta provinha directamente da Igreja primitiva, judaico-cristã, de Jerusalém. Esta memória das Igrejas do Oriente é tão firme quanto antiga, tal como se confirma em muitos outros casos.

Eis, portanto, como aquilo que parecia mítico assume, improvisamente, uma nova verosimilhança – Uma cadeia de acontecimentos que se estende ao longo de 15 meses: em Setembro o anúncio a Zacarias e no dia seguinte a concepção de João; seis meses depois, em Março, o anúncio a Maria; três meses depois, em Junho, o nascimento de João; seis meses depois, o nascimento de Jesus. Com este último acontecimento, chegamos precisamente ao dia 25 de Dezembro; dia que não foi, portanto, fixado ao acaso.

Sim, parece que festejar o Natal no dia 15 de Agosto é coisa não se pode mesmo propor. Corrijo, portanto, o meu erro, mas, mais que humilhado, sinto-me emocionado: depois de tantos séculos de investigação encarniçada, os Evangelhos não deixam realmente de nos reservar surpresas. Parecem detalhes aparentemente inúteis (o que é que importava se Zacarias pertencia à classe sacerdotal de Abias ou não? Nenhum exegeta prestava atenção a isto) mas que mostram, de improviso, a sua razão de ser, o seu carácter de sinais duma verdade escondida mas precisa. Não obstante tudo, a aventura cristã continua.

[tradução realizada por pensaBEM.net]

Nota:

* Os manuscritos de Qumran foram descobertos em 1947, perto das margens do Mar Morto, na localidade de Qumran, localidade onde a seita hebraica dos Essênios tinha nos tempos de Jesus a sua sede principal. Os manuscritos foram encontrados em ânforas, provavelmente escondidos pelos monges da seita, quando tiveram de fugir dos romanos provavelmente entre 66 e 70 d. C. Aqueles pergaminhos deram-nos os textos de quase todos os livros da Bíblia copiados de dois a um século antes de Jesus e perfeitamente coincidentes com os que são usados hoje pelos hebreus e pelos cristãos(cfr. Hipóteses sobre Jesus, Porto, Edições Salesianas, 1987, p. 101

 

              I

 

              O site espanhol HazteOir lançou uma campanha chamada Derecho a Vivir (Direito a Viver) com o objetivo de estimular os deputados e senadores espanhóis a votarem segundo a sua consciência [isto é: prescindindo do posicionamento do partido a que pertencem] no que tange a nova lei do aborto que se está tentando instituir na Terra de Cervantes. Diz a matéria do site:

             “Una vez iniciado el trámite parlamentario de la ley del aborto, y considerando que el propio Presidente del Congreso de los Diputados, D. José Bono, ha manifestado que ésta es una cuestión que “afecta más a la conciencia, afecta más al modo de concebir la vida que a la ideología” , entendemos que debe decidirse en conciencia y no por disciplina de partido, por lo que es necesario pedir ese voto en conciencia a todos los diputados y senadores”.

              Sendo o governo da Espanha socialista, acho que se multiplicarão lá casos como o do deputado petista Luiz Bassuma…

 

              II

 

             D. Fernando Arêas Rifan teve um artigo seu publicado hoje [18] no jornal Folha da Manhã [clique aqui para ler o texto]. O Bispo Titular de Cedamusa e responsável Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney tratou do sentido da vida. O artigo é curto e foi encerrado, a meu ver, com chave de ouro.  Disse D. Rifan:

             “A verdadeira religião, nos dando o verdadeiro significado da vida, dom de Deus para o nosso bem e nossa felicidade eterna, preenche o nosso vazio existencial, tornando- se assim a melhor terapia para qualquer neurose”.

              Falou e disse, D. Rifan!

 

             III

 

              O Blog do Veritatis publicou: “Diretório Litúrgico francês exclui santos padroeiros e inclui novas festas judaicas, muçulmanas e protestantes”. É, de fato, um escândalo! A França está cada dia mais se esquecendo de suas raízes católicas. Isso confirma uma teoria que carrego comigo há muito tempo (seguramente eu não fui o primeiro a pensar nela): se, no afã de proporcionar uma “abertura ecumênica”, quisermos conquistar e agradar a todos, invariavelmente nos esqueceremos da nossa identidade. Que a Virgem de Lourdes, interceda por aquele País!

I – Uma pergunta curiosa e uma resposta adequada…

 

Fonte: Veritatis Splendor

 

LEITOR PERGUNTA: JUDAS ISCARIOTES FOI INSTRUMENTO DE DEUS?

 

Por Renato Colonna Rosman

 

Nome do leitor: Pedro Roberto

Cidade/UF: FORTALEZA/CE

Religião: Cristã

Confissão: Católica

Mensagem
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Shalom irmãos…

            Sou católico da renovação carismática, e vivo minha fé católica! Mais como todo cristão que procura se doutrinar, muitas vezes ficam algumas dúvidas em relação alguns fatos, em constante oração peço ao Senhor que jamais me deixe cair nas armadilhas do inimigo, que algumas vezes investe contra nossa caminhada rumo à Verdade. Então aqui vai minha dúvida, na verdade um pedido de esclarecimento.

            No antigo testamento Deus deu a Israel o dia de expiação, onde o sacerdote impunha as mãos sobre o bode expiatório e todos os pecados daquele ano eram colocados sobre o bode a fim de “purificar” Israel. Ainda no antigo testamento, vários profetas falam sobre esse “dia de expiação” só que com o Salvador (Jesus Cristo) que estava por vir, prevendo assim a Sua morte para remissão dos pecados. Me veio então a pergunta, nós julgamos Judas Iscariotes como um traidor, ou na verdade deveríamos julgá-lo somente como um instrumento usado por Deus para concretização desse “dia da expiação”, que nos mostra o Seu imenso amor por todos?

Por favor, me esclareça essa dúvida…

Desejo a todos do site a Paz do Senhor e que Deus continue derramando suas bençãos sobre vós.

 

RESPOSTA

Prezado Pedro,

Agradecemos a sua visita ao nosso site e a sua mensagem.

A sua pergunta é: “Nós julgamos Judas Iscariotes como um traidor, ou na verdade deveríamos julgá-lo somente como um instrumento usado por Deus para concretização desse “dia da expiação”, que nos mostra o Seu imenso amor por todos?”

Deus, que é Amor infinito, não tenta, não induz ninguém ao pecado, não realiza o mal, nem utiliza ninguém como instrumento de pecado, mesmo que seja para alcançar um fim bom. Para Deus “os fins não justificam os meios”. Deus pelo fato de ser onipotente, onisciente e onipresente, nunca faria algo absurdo, incompatível consigo mesmo, que é o pecado, o mal.

Santo Agostinho dizia que “Deus não permitiria o mal, se do mal não pudesse tirar um bem maior.” Deus permite o mal, não porque o queira, o deseje, o induza,  o realize, ou utilize alguém como instrumento para o mal, o que seria um disparate, mas porque respeita a liberdade de Sua criatura, criada à Sua imagem e semelhança, que livremente, por orgulho, se deixa levar pelas tentações, pelas paixões desregradas, pelo pecado, e deixa de fazer o bem devido, acarretando, por fim, o mal.

Não foi Deus que induziu, tentou, levou, ou utilizou como um instrumento, Judas Iscariotes para trair o Seu Filho Amado, Jesus de Nazaré, a fim de realizar a redenção da humanidade; mas foi o próprio Judas Iscariotes, que livremente aceitou a tentação diabólica, e cometeu o pecado mortal de traição do Mestre. Neste caso, Deus apenas permitiu o mal, realizado voluntariamente por Judas Iscariotes, sob influência do maligno, para do mal tirar um bem maior, a redenção da humanidade através das Paixões, Morte e Ressurreição de Jesus de Nazaré.

Sugiro, para aprofundamento, a leitura da reflexão do papa Bento XVI sobre Judas Iscariotes no texto JUDAS ISCARIOTES E MATIAS, link: http://www.veritatis.com.br/article/5022

Conclusão: Não está de acordo com os relatos nos Evangelhos a respeito de Judas Iscariotes, e também é absolutamente incompatível com a Santidade e o Amor Infinitos de Deus, a consideração de Judas Iscariotes “como um instrumento usado por Deus para concretização desse “dia da expiação”, que nos mostra o Seu imenso amor por todos“.

            Espero que a resposta tenha sido útil.

            Que Deus o abençoe.

            Atenciosamente,

            Renato Colonna Rosman

            Apostolado Veritatis Splendor

 

II – Tem mais gente querendo voltar para casa… 😉

 

Fonte: Zenit

 

Ortodoxos búlgaros relançam unidade com católicos

Bispo Tichon se encontra com Bento XVI

 

ROMA, quarta-feira, 21 de outubro de 2009 (ZENIT.org).- “Devemos encontrar a unidade o quanto antes possível e celebrar finalmente juntos, as pessoas não entendem nossas divisões e nossas discussões”.

Assim afirmou o bispo ortodoxo búlgaro Tichon ao Papa, ao término da Audiência de hoje, afirmando que “não economizará esforços” para contribuir a reconstruir “logo a comunhão entre católicos e ortodoxos”.

Segundo publica o jornal L’Osservatore Romano, para Tichon, cabeça da diocese para Europa central e ocidental do Patriarcado da Bulgária, “é certamente importante o diálogo teológico que está sendo levado a cabo nestes dias no Chipre, mas não se deve ter medo de dizer que é necessário encontrar o quanto antes o modo de celebrar juntos”.

“Um católico não se converterá em ortodoxo e vice-versa, mas devemos aproximar-nos juntos do altar”. Tichon disse ao pontífice que “esta aspiração é um sentimento surgido dos trabalhos da assembléia” de sua diocese, celebrada em Roma, na qual tomaram parte todos os sacerdotes e dois delegados de cada paróquia ortodoxa búlgara.

“Viemos até o Papa – destacou – para expressar-lhe nosso desejo de unidade e também porque ele é o bispo de Roma, a cidade que acolheu nossa assembléia”.

             Foi com imensa alegria que recebi a notícia de ter sido condecorado com a recepção do “Selo Dom José de Ortodoxia Católica” (vide lateral). A premiação – que partiu do Apostolado Veritatis Splendor – tem por objetivo destacar, entre os diversos blogs que compõem a blogosfera católica, aqueles que promoveram sobremaneira a “defesa da fé católica, não abrindo mão de o fazer mesmo em face de críticas”.

            A referência a D. José Cardoso Sobrinho decorre do exemplo de ortodoxia que S. Excª Revmª nos deu durante todo o tempo em que ocupou a cátedra de Olinda e Recife. A defesa intransigente da Verdade e da Fé – não obstante as inúmeras oposições e incompreensões – foi sempre a marca deste ilustre sucessor dos apóstolos.

            A idéia do Veritatis é que trimestralmente se possa fazer a indicação de outros blogs que primem por esta ortodoxia da Fé. Inicialmente, receberam a premiação: Wagner Moura (com O Possível e o Extraordinário), Jorge Ferraz (com o Deus lo vult!), e eu, com o Exsurge. Ao longo do tempo, porém, a idéia é que o número de blogs considerados ortodoxos aumente. Para isso, faz-se necessário que os internautas encaminhem sugestões indicando outros blogs à recepção do Selo.

            Registro, enfim, minha gratidão à equipe do Veritatis Splendor e reforço meu pedido de oração em favor da minha pessoa e do meu apostolado através do blog. Que Deus lhe pague e nos abençoe a todos! 

 

             

As Reflexões de Taiguara Fernandes acerca do CV II

As Reflexões de Taiguara Fernandes acerca do CV II

 Um grande amigo acaba de lançar um livro! Taiguara Fernandes, membro do Apostolado Veritatis Splendor, escreveu e publicou, pelo Clube de Autores, o livro “O 21º Concílio – Reflexões sobre o Concílio Vaticano II”.

             Segundo o próprio autor, a obra “é fruto de anos de trabalho e estudo em defesa do Concílio Vaticano II, amadurecido ao longo de nossa atuação no Apostolado Veritatis Splendor, buscando uma correta “hermenêutica da continuidade”, desejada pelo nosso amado Papa Bento XVI (Discurso à Cúria Romana de 22 de dezembro de 2005)”.

             Taiguara destaca ainda que, neste livro, “trata de temas polêmicos, como a liberdade religiosa, o ecumenismo, a eclesiologia do Vaticano II, o modernismo. A todas estas questões espinhosas intenta responder amparado no Magistério da Igreja, “norma próxima de universal da verdade” (SS. Papa Pio XII), tencionando uma leitura do Concílio Vaticano II à luz da perene Tradição da Igreja”.

             O 21º Concílio – Reflexões sobre o Concílio Vaticano II conta com o endosso de D. Fernando Arêas Rifan, bispo da Administração Apostólica São João Maria Vianney, em Campos de Goytacazes – RJ.

             Há uma resenha do livro disponível neste link (inclusive com o sumário), e uma comunidade do livro no orkut.

             Recomendo, portanto, a leitura desta obra porque – em sendo o autor homem de critério – sua obra será sempre de peso.

 

            Ao Taiguara, meus parabéns!

            Ao que já adquiriram o livro, boa leitura!

            Aos que não adquiriram:  às compras!

 

            Para adquirir o livro clique aqui