I – Padre Fortea e a Legião de Cristo


Chegou-me por e-mail há alguns dias um “testemunho” do Padre Fortea sobre a Legião de Cristo – congregação religiosa que se encontra abalada por revelações bombásticas sobre a “vida dupla” de seu fundador, padre Marcial Maciel, LC. Trago aqui um trecho da declaração do Padre Fortea [que se encontra no blog dele, dividida em quatro partes. A parte correspondente ao trecho que cito é esta].

En mi opinión, la Legión ha sido extraordinariamente bendecida por Dios. No ha sido menos bendecida de lo que lo fue Abraham, Isaac o Jacob. Sus rebaños se extienden por  todo el orbe. Frente a una situación de grandeza tan evidente, Dios ha permitido la prueba, la cruz, el sufrimiento, la humillación, la vergüenza. Se trata de una purificación. Dios bendice con la cruz. Y la Legión ha sido bendecida con la cruz.

II – Papa no Coliseu

Sua Santidade, o Papa Bento XVI, na noite da Sexta-Feira Santa, no fim da Via Sacra realizada no Coliseu, em Roma, assim se pronunciou [grifos nossos]:

Nossos fracassos, nossas desilusões, nossas amarguras, que parecem marcar o desabamento de tudo, são iluminados pela esperança. O ato de amor da cruz, confirmado pelo Pai e pela luz fulgurante da ressurreição, envolve e transforma tudo. Da traição pode nascer a amizade; da negação, o perdão; do ódio, o amor.

Bento XVI

III – A Missa é uma questão de amor!


D. Javier Echevarria, prelado do Opus Dei, membro da Congregação para as Causas dos Santos e do Supremo Tribunal da Assinatura Apostólica, consultor da Congregação para o Clero e membro honorário da Academia Pontifícia de São Tomás de Aquino [Ufa! Que curriculum!], assinalou em entrevista concedida e publicada em Zenit que a missa é uma questão de amor! Belíssimo comentário! Destaco:

São Josemaría escreveu em Caminho: “Você diz que a Missa é longa, mas eu acrescento: porque seu amor é curto”. Não podemos dar muita importância ao sentimento: entusiasmo ou apatia, vontade ou falta de vontade. A Missa é sacrifício: Cristo se entrega por amor. É uma ação de Deus e não podemos captar plenamente sua grandeza, por nossa condição limitada de criaturas. Mas podemos fazer o esforço não somente de estar na Missa, mas de vivê-la em união com Cristo e com a Igreja.

[…]

Na Missa, não somente se cumpre uma comunicação descendente do dom redentor de Deus, mas também uma mediação ascendente, oferecimento do homem a Deus: seu trabalho e seus padecimentos, suas penas e alegrias, tudo isso unido a Cristo: por Ele, com Ele e n’Ele. Não posso deixar de dizer que ver como São Josemaría celebrava o Santo Sacrifício produziu em mim um sério impacto, ao contemplar como era a sua devoção eucarística diária.

Toca profundamente a alma considerar que, na apresentação das oferendas, o sacerdote pede a Deus que acolha o pão e o vinho, que são “fruto da terra e do trabalho do homem”. Em qualquer circunstância, o homem pode oferecer seu trabalho a Deus, mas na Missa essa oferenda alcança seu pleno sentido e valor, porque Cristo a une ao seu sacrifício, que oferece ao Pai pela salvação dos homens.

Quando a Missa é o centro e a raiz do dia do cristão, quando todas as suas atividades estão orientadas ao sacrifício eucarístico, pode-se afirmar que todo o seu dia é uma Missa e que seu lugar de trabalho é um altar, onde ele se entrega plenamente a Deus, como seu filho amado.

Para adquirir o livro Vivir La Santa Misa, de autoria de D. Javier Echevarria, clique aqui.

 

              No site do Opus Dei há um testemunho fabuloso de um casal de espanhóis, casados há 16 anos, que tem dez filhos. Destaco (grifos meus):

 

Cada filho trazia um pão debaixo do braço: às vezes sutilmente, outras de forma tão patente que chegava a notícia de um projeto ou de um aumento no próprio dia da notícia da gravidez ou no dia do parto. […] A cultura do êxito leva, por vezes, a organizar a vida esquecendo o mais importante. E repare que a vida não é cor-de-rosa e a nossa também não; mas conviver com os filhos, educá-los com o exemplo e com as explicações, ajuda-nos a esforçar-nos por sermos melhores… e até a compreender melhor Deus Pai, que nos quer ainda mais do que nós aos nossos próprios filhos, que nos ama como somos e se derrete por nós, que só quer o nosso bem, está sempre atento às nossas necessidades… O que mais Lhe agrada das nossas obras é o amor com que as fazemos. Como o entusiasmo dos nossos filhos quando trazem um desenho para o dia dos pais…”

 

              O Taiguara Fernandes escreveu um artigo há alguns dias um texto muito interessante ao qual só hoje tive acesso. O foco da crítica dele é o escritor Dan Brown. É um ponto de vista curioso. No decurso do texto ele fez uma citação magnífica do papa Pio XII acerca do “inimigo da Igreja”. Transcrevo-a (com meus grifos):

 

             “Ele se encontra em todo lugar e no meio de todos: sabe ser violento e astuto. Nestes últimos séculos tentou realizar a desagregação intelectual, moral, social, da unidade no organismo misterioso de Cristo. Ele quis a natureza sem a graça, a razão sem a fé; a liberdade sem a autoridade; às vezes a autoridade sem a liberdade. É um “inimigo” que se tornou cada vez mais concreto, com uma ausência de escrúpulos que ainda surpreende: Cristo sim, a Igreja não! Depois: Deus sim, Cristo não! Finalmente o grito ímpio: Deus está morto; e, até, Deus jamais existiu. E eis, agora, a tentativa de edificar a estrutura do mundo sobre bases que não hesitamos em indicar como principais responsáveis pela ameaça que pesa sobre a humanidade: uma economia sem Deus, um Direito sem Deus, uma política sem Deus“.

 

              O Márcio Antônio divulgou no Tubo de Ensaio e eu repito a indicação para motivar aqueles que tiverem a disponibilidade de ir:

 

Jornada de Bioética

Jornada de Bioética

 

            Há dias recebi este e-mail e não dei muita atenção a ele. Hoje, por acaso, parei para ler e vi o quão precioso é este testemunho – dado por um irmão Marista – para entendermos toda a questão política vivida por Honduras nestes últimos tempos. São testemunhos como este que, embora façam parte da história, nunca chegarão às páginas de quem escreve os livros…

            Perdoem-me não traduzir o texto (não há tempo hábil para isto, infelizmente), mas creio que seja compreensível aos que falam português ;). Os grifos não são meus. Apenas ratifico-os.

 

 Testimonio de un Hermano Marista que reside en Honduras.

 

            Queridos familiares y amigos:

             Escribo estas líneas con una manifiesta indignación por las informaciones que están circulando por Europa, por España sobre la situación que está viviendo Honduras. Siento que se está mandando una información tendenciosa y espero llamar a la Embajada de España dentro de unos minutos para preguntarles cómo es posible que ellos permitan una tan falsa información en España!!!! La Embajada tiene que saber todavía mejor que nosotros lo que está pasando y ¿entonces? ¿Cómo podemos ser tan papanatas!

 

            *Aquí no ha habido un golpe de estado*. Aquí ha habido un Presidente que nos llevaba acelerada e inexorablemente a ser un nuevo país que entraba en el área “chavista” y por tanto, marxista y dictatorial a ejemplo de su mentor Hugo Chávez. Mel Zelaya, nuestro ex-Presidente quería, antes de terminar su mandato, cambiar la Constitución para poder perpetuarse él en el poder, como han venido haciendo exactamente Chávez, Evo, Correa, Ortega …. Infringió las leyes que le dio la gana para poder llevar esto a efecto a través de una llamada “encuesta” que debía realizarse ayer y que camuflaba sus manifiestas intenciones. El Congreso le dijo que no era legal. Todas las altas instancias judiciales le dijeron que no era legal, su próprio Partido le dijo que no era legal (¿se dice en Europa que su partido político rompió con él?), pero siguió despreciando a todos y constituyéndose en norma suprema a ejemplo de su padre espiritual Hugo Chávez. Todas las instancias del país estaban en su contra: el Comisionado para los Derechos Humanos, el Congreso, toda la Judicatura, la Fiscalía, todas las iglesias católicas y protestantes, el partido y los mismos alcaldes de su partido político y al final, hasta el ejército. A pesar de recibir la prohibición expresa, por inconstitucional, de realizar esa mal llamada encuesta, prohibición emanada de los más altos tribunales de justicia, él siguió adelante porque se tenía que perpetuar fuese como fuese en el poder y además no decepcionar las ansias expansionistas de Chávez. Dio orden al General Jefe de las FF.AA.. para que distribuyese las urnas, pero éste había recibido orden de los jueces de no hacerlo por la razón de siempre: ilegalidad manifiesta. El general se negó con documento al apoyo y aquí empezó a explotar la situación porque nuestro sujeto Presidente veía que se le escapaba la ocasión ya que termina su mandato dentro de seis meses. En un abuso más de poder destituyó al general por desobediencia, cosa que repudió el pleno del Congreso y las más altas instancias judiciales demostraron la nulidad de esa destitución. El Congreso le invitó a que rectificase y el señor Mel dio una imagen esperpéntica, junto con un reducido grupo de seguidores yendo a recuperar las urnas para distribuirlas en coches particulares …. Ni había mesas constituidas, ni había listas de votantes … El Congreso a la unanimidad menos 4 votos (los dos grandes partidos se unieron para no aceptar la dictadura que se nos venía encima)  aprobaron su destitución por desobediencia a la Constitución y los jueces dieron orden a las FF.AA. para que le arrestasen y le sacasen del país. Las FF. AA. se ejecutaron. ¿Es esto un golpe militar? En ningún momento el ejército ha tomado el poder ni ha pegado un solo tiro. Siguiendo la Constitución el Congreso nombró al nuevo Presidente ad ínterin por seis meses y siguen los tres poderes institucionales en pleno funcionamiento: el Legislativo, el Ejecutivo y el Judicial. ¿Es esto un golpe de estado? Y ¿cómo los gobiernos democráticos de Europa pueden ser tan papanatas y no ver el régimen dictatorial de Chávez y su pandilla, que es al que íbamos nosotros de cabeza? Y cómo no ven que el señor Mel Zelaya estaba terminando de arruinar al país, sembrando el odio y …. sin haber presentado hasta la fecha los presupuestos del Estado para el año 2009 porque así malgastaba a su antojo el poco dinero que tiene el país? ¿Se puede ser tan ciegos? ¡No hay peor ciego que el que no quiere ver. Pero ¿por qué? Y ya el eminente Hugo Chávez ha amenazado con invadirnos con su ejército para derrocar al nuevo Gobierno. ¿Y esa amenaza pública por la T.V. pasa desapercibida? ¿Quién le da el poder y el derecho de amenazar con una guerra a un país con el que EN PRINCIPIO él no tiene nada que ver? ¿O empieza a ver las orejas al lobo y que este “mal ejemplo de Honduras” pueda cundir y se le hundan sus ansias imperialistas? ¿Y eso no lo ve ni la UE, ni los EE.UU. ni España en particular? ¿Tanto les ciega el petróleo? ¿Dónde queda la defensa de los derechos humanos? Termino porque tengo otras cosas que hacer, pero por favor, si podéis difundir esta versión hacedlo. Yo voy a llamar ahora mismo a la Embajada de España par decirles mi indignación.

 Un fuerte abrazo

                Era uma tarde chuvosa do mês de abril. O outono espalhava seus tons de cinza por todos os lados. No leito de um hospital, uma mulher grávida gemia devido às contrações (que cada vez vinham com mais força, provocando dores e desconforto). Enquanto aguardava a hora do parto, porém, a mulher enxergava – pela janela da enfermaria – a silhueta de uma senhora: era Nossa Senhora. O parto foi difícil, demorado. Mas, sob o patrocínio da Virgem Mãe, ao fim tudo transcorreu bem. Em agradecimento e homenagem a esta Senhora, a mãe revestiu seu filho de amarelo: a cor da Virgem do Carmelo, por quem tinha especial apreço.

            Dois anos depois, quiseram batizar o menino. E a Igreja escolhida foi a de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro.

            Na quinta série foi estudar no colégio Maria Imaculada. E foi nesse colégio que teve seu primeiro encontro “de frente” com Nossa Senhora de Fátima. Era 13 de Maio de 2000. Estava cursando seu último ano naquele colégio; o garoto era 8ª série. Os Arautos do Evangelho haviam levado a imagem peregrina da Virgem de Fátima aquele colégio. Os alunos deveriam passar na Capela para ouvir os Arautos falarem um pouco da história e dos milagres de Nossa Senhora. Quando o garoto chegou à Capela ficou simplesmente deslumbrado com aquela imagem: seu tamanho, sua perfeição, sua beleza. E ali, pasmo, ouviu entoarem a “Consagração a Nossa Senhora”.  Sem que o garoto percebesse com clareza, a Mãe de Deus o estava conquistando para Si. A partir daquele momento, o garoto teve o desejo de fazer a Primeira Comunhão. E tomou uma importante decisão: não mais freqüentaria a religião de seus pais (sim, embora o houvessem batizado, seus pais não eram católicos). Ela o atraiu, Ela o converteu, Ela o animou a seguir na Igreja de Deus. Ponto para Nossa Senhora!

            Foi então assistir à sua primeira missa.  Ao entrar na Igreja, sem saber nem como fazer as devidas reverências, o que estavam tocando? A ladainha de Nossa Senhora! Era mês de maio e a Igreja começara a cantar os louvores da Rainha do Céu. Como foi marcante aquela música, como foi marcante aquela missa!

            Ao entrar no catecismo, além das orações mais comuns (pai-nosso, ave-maria) tinha especial predileção por uma: a Salve Rainha. Mais tarde, descobriu o quanto era poderosa essa oração, e quão útil era sabê-la de cor…

            Já fazia catecismo no colégio. Agora precisava ser paroquiano de algum lugar. Todos eram e ele não seria “diferente”. Apesar de sua paróquia, territorialmente falando, ser a de São Sebastião, sentiu-se atraído a freqüentar uma outra paróquia (mais distante, inclusive). Depois, descobriu que a padroeira daquela “outra paróquia” era Nossa Senhora do Rosário.

            Começando sua caminhada como “jovem de Igreja” participou de seu primeiro retiro na Paróquia de Nossa Senhora de Fátima. Depois, continuando esta caminhada, o garoto fez sua primeira “romaria”. O destino:  Santuário da Mãe Rainha.

            Nesse ínterim, houve muitos fatos e pessoas marcantes: entre eles, uma palestra sobre Nossa Senhora de Guadalupe que simplesmente o deixou encantado. A palestra fora transmitida pela TV. Anos depois, o garoto esteve cara a cara com o Padre que proferiu a palestra, conversando  com ele: agora, ambos faziam parte do mesmo Movimento! Inimaginável. Ponto para Nossa Senhora!

                  Houve também, na vida do garoto, fatos trágicos ligados à violência que permeia a nossa sociedade: nesses momentos, em que o garoto esteve sob ameaça de armas, ou mesmo quando via sua família ser cercado pelo medo, recorreu a Nossa Senhora através do terço. Resultado: venceu todos os medos! Ponto para Nossa Senhora!

            Certa vez, entrou num ônibus, num domingo à tarde. Tudo transcorria bem até que dois rapazes empreenderam um assalto aos passageiros. O assalto acabou virando seqüestro relâmpago… Alguém na rua percebeu a movimentação estranha no ônibus e ligou para a polícia. Carro da polícia atrás do ônibus, sirene ligada: uma verdadeira corrida policial! Nesse ínterim, alguém começa a recitar em voz alta a Salve Rainha… Era o garoto nascido na tarde cinzenta de abril sob os auspícios da Santíssima Virgem. O medo o fazia rezar cada vez mais alto. Os assaltantes se aproximavam cada vez mais dele – que estava no fundo do ônibus. À medida que se aproximavam iam orientando os passageiros a que “facilitassem” o trabalho: que tirassem os celulares e carteira da bolsa (ou do bolso) e os deixassem à mostra. Obediente às instruções (e cheio de amor por sua própria vida), o garoto fez como haviam dito: deixou o que tinha bem à vista dos assaltantes. Eles, porém, não levaram nada dele. Ele foi o único não assaltado efetivamente. Ponto para Nossa Senhora!

            Passou o tempo e os pais da criança ficaram desempregados. Ambos. Não havia como sustentar-se caso algo não acontecesse de imediato. Era 8 de Dezembro, festa da Imaculada Conceição. Ante aquela imensa e bela imagem, que fica no Morro das Conceição, deixaram seus pedidos. E as mãos delicadas da Virgem recolheram aquela súplica desesperada, que havia sido deixada aos seus pés, implorando respostas urgentes. Ao voltarem (frise-se: no mesmo dia) havia um proposta de emprego que tiraria a família do sufoco. Proposta aceita. Ponto para Nossa Senhora!

            A essa época, o garoto havia crescido. Já tinha entrado na faculdade e queria ajudar os pais. Apesar de o pai ter arrumado emprego, a família ainda vivia uma situação financeira difícil. Até que a coisa piorou de novo: a empresa em que o pai da família estava empregado ameaçara falência. O desejo do garoto de colaborar com algo virou uma obsessão. Porém, acabara de iniciar sua vida acadêmica. Não podia, portanto, sequer conseguir um estágio remunerado: a coordenação do curso universitário informou que o professor-coordenador responsável não autorizaria nenhum aluno a estagiar antes do terceiro período. Além disso, quem queria um moleque de 17 anos como estagiário? Teria que ser menor aprendiz! Era 1º de Janeiro, Solenidade da Mãe de Deus. O garoto foi à missa. Sozinho. E disse à Virgem: “não desprezeis as nossas súplicas em nossas necessidades (…) ó Virgem Gloriosa e Bendita”.  Feito o pedido, feita a concessão: na semana seguinte, o moleque de 17 anos estava estagiando. Ponto para Nossa Senhora!

            Chegou então o ano de 2007. Ano em que a secretaria de Estado do Vaticano anunciara que o Santo Padre, o papa Bento XVI, viria ao Brasil em visita apostólica. Que sonho e que honra: ver o Santo Padre! “Mas com que dinheiro?”, pensava o garoto. Entregou aquele sonho nas mãos da Mãe do Céu e pediu que ela providenciasse sua ida a São Paulo. O tempo passava e quem pretendia ir a São Paulo já estava juntando dinheiro. O garoto, porém, nada juntara. Além disso, como conseguir ausentar-se do trabalho por 3 dias, se ele havia acabado de ser contratado? Era loucura pedir folga (repito: de 3 dias) acabando de ser efetivado na empresa!  Mas, pela intercessão da Virgem Mãe, naquele feliz maio de 2007, mês de Nossa Senhora, o garoto entrava no avião rumo ao encontro com o Vigário de Cristo. Sua chefe o havia liberado. Com uma única condição: que rezasse por ela. Fácil como empurrar bêbado de ladeira! O garoto participou de quase todos os eventos, inclusive os que ocorreram na cidade de Aparecida. Diante da imagem milagrosa da Conceição Aparecida, padroeira do Brasil, o garoto cantava os louvores da Virgem Santíssima cuja providência não falha. Ah, antes que esqueça: ao chegar à cidade de São Paulo, no lugar em que ficara hospedado, havia na entrada uma grande imagem da Virgem, sobre a qual estava escrito o seguinte: “Assumpta est Maria in Caelum”. Era o Seminário Menor da Imaculada Conceição. Que graça: Ela mesma o acolhera e hospedara! Ponto para Nossa Senhora!

            Naquele mesmo ano de 2007, no mês de dezembro, a avó do garoto se encontrava na UTI. Já havia sido traumático para ele o fato de ter passado, no ano anterior, as festividades de fim de ano longe da avó. Que fez ele, então? Prometeu à Virgem que, se Ela lhe concedesse passar o natal com sua avó, ele iria – no dia de natal, naquele mesmo hospital em que sua avó se encontrara – anunciar aos doentes que lá estavam o nascimento do filho de Deus. Graça obtida, promessa cumprida: foi emocionante e gratificante para o garoto fazer missões hospitalares sozinho! Ponto para Nossa Senhora!

            O garoto cresceu e criou um blog na internet. Dedicou o blog à Virgem de Fátima. Hoje, o garoto narra aos seus leitores (sejam um ou um milhão) a história de amor que viveu, e vive, com uma mulher espetacular chamada Maria. Ele testemunha que, de fato, “nunca se ouviu dizer que algum daqueles que têm recorrido à proteção da Virgem, implorado a Sua assistência, e reclamado o Seu socorro, tenha sido desamparado”. (São Bernardo) Ponto para Nossa Senhora!

Ela - a Virgem de Fátima

Ela - a Virgem de Fátima