Vídeo bem antigo, com um áudio horrível, mas ainda assim interessante. TFP, Rede Globo, D. Antônio de Castro Mayer, fanatismo, anti-catolicismo midiático, poder, comunismo, etc. Tudo junto em uma só matéria confusa e intrigante. Assistam!

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“Ato contra a descriminalização do aborto reúne 3 mil em SP, diz PM”


A Marcha da Cidadania pela Vida aconteceu este fim de semana em São Paulo. Não era de se esperar que houvesse grande divulgação disso por parte de uma mídia anti-cristã, anti-católica e abortista. Depois de muito “catar” na internet, achei esta reportagem no site da Globo – a qual transcrevo integralmente:

Pelo menos 3 mil pessoas participam na manhã deste sábado (20)  da Marcha da Cidadania pela Vida, que percorre ruas do Centro de São Paulo a partir do Viaduto Jacareí com destino à Praça da Sé. A estimativa é da Polícia Militar no início do evento, por volta das 9h30.

Segundo a organização do evento, a ideia é mobilizar a sociedade para que se posicione em defesa da vida desde a concepção e contra as propostas que buscam descriminalizar o aborto no Brasil até o nono mês da gravidez.

Os organizadores da marcha afirmam que o evento é suprapartidário, supra religioso e conta com o apoio de representantes de diversas entidades representativas da sociedade civil.

Ao contrário das estatísticas infladas que os abortistas apresentam quando vão falar da mortalidade materna no Brasil – tentando, com isso, justificar o assassinato de crianças inocentes -, é bem provável que este dado de que “3 mil pessoas participaram do evento” esteja subavaliado. Faz parte da tática abortista: apresentar os atos em defesa da vida como sendo fruto da “rebeldia” de uma minoria fundamentalista. Os que desejarem assistir a um vídeo com as imagens da Marcha podem acessar diretamente o site da Globo clicando no link supra-indicado.

Ah, a Band também publicou matéria a respeito deste assunto.

Por falar em Marcha…


Lembram que o ano passado eu comentei aqui a minha surpresa ao saber da existência da Marcha da Maconha em Recife? Pois bem. Este ano eu soube – através desta matéria – que a justiça suspendeu a Marcha da Maconha em São Paulo:

O promotor de Justiça Walter Tebet Filho argumentou que os organizadores do evento conclamam, por meio de um site na internet, à prática de conduta ilícita, inclusive alardeando que “em ato simbólico, cada um acenderá seu cigarro de maconha”.

               [Muito oportuno e bem escrito].

                Fonte: http://www.padrehenrique.com/index.php/artigos/278-sofismas

             “Sofisma”, segundo o Aurélio, é um “argumento aparentemente válido, mas, na realidade, não conclusivo, e que supõe má-fé por parte de quem o apresenta”; “argumento falso formulado de propósito para induzir outrem a erro”; “engano, logro, burla, tapeação”. Permita-me, paciente leitor(a), apresentar-lhe três sofismas bem fresquinhos.

         *Sofisma 1*

           Na polêmica em torno das experiências com células-tronco a custo do assassinato de embriões humanos, muito se disse contra a Igreja. O mesmo dir-se-á quando o Governo Lula tentar aprovar o aborto no Brasil (a questão das células-tronco foi apenas um ensaio). Mete-se a ripa na Igreja também quando esta se coloca de modo crítico quanto ao reconhecimento civil da união entre homossexuais como sendo um “casamento”. Acusou-se essa bruxa velha de medieval, obscurantista e de querer impor seus pontos de vista reacionários aos não-católicos e não-crentes. Pura lorota. A Igreja não está querendo impor nada a ninguém nem é contra ninguém. A questão é de outra ordem.

           Todas essas questões polêmicas são de ordem moral e dizem respeito ao modo como uma sociedade humana se compreende, se articula e delineia o seu futuro. Aqui estão envolvidas questões seríssimas: Que é a vida humana? Quando se inicia? Qual a sua dignidade? Quanto vale? Quem, quando e como deve protegê-la? Qual o sentido do sofrimento e da dor? Que é a família? Qual a sua função? Sobre quais valores se assenta? Qual a relação entre a família e o conjunto da sociedade? Qual o papel da família na geração e educação dos seres humanos, membros de uma sociedade e portadores de uma dignidade e de direitos inalienáveis?

           Note-se não se trata simplesmente de moral cristã, mas de uma ética que envolve qualquer ser humano decente e qualquer sociedade humana que deseje manter o mínimo de dignidade e responsabilidade quanto ao seu futuro. Ninguém pode ficar isento de tentar dar respostas a essas questões. E são questões que marcarão o destino e a qualidade de toda a nossa sociedade.

           Ora, a Igreja é portadora de uma mensagem, aquela de Jesus Cristo. Essa mensagem contém fortíssimas implicações morais às quais ela não pode renunciar sem ser infiel ao seu Senhor. É verdade que os cristãos não podem e não devem impor sua moral ao conjunto da sociedade, mas podem e devem manifestar-se e procurar fazer-se ouvir na busca da construção de uma ética civil, ou seja, um mínimo ético comum à grande maioria da sociedade.

           Em que se basearia tal ética? Na busca de auscultar a consciência, no respeito pelo mais fraco, na afirmação do valor inalienável da vida humana, na renúncia ao utilitarismo como critério último de ação e avaliação, na busca honesta da superação de um subjetivismo descomprometido com o bem comum e com o interesse da coletividade. São alguns critérios.

           Os nossos deputados, brincando de deus, aprovaram os experimentos que matarão embriões humanos. A Igreja continuará afirmando que não concorda. Não impõe seu parecer, mas dialoga e explica seus motivos. É seu direito e seu dever. Quem não gostar dela, paciência. Mas ninguém tem o direito de calá-la. É questão de ser fiel ao Cristo, não de ser popular ou agradar à maioria…

             *Sofisma 2*

           O Fantástico, da Rede Globo, mostrou, no Domingo passado, uma pesquisa ampla para convencer que a Igreja não tem o apoio da Igreja. Explico-me: a Igreja oficial estaria sozinha na defesa de seus retrógrados princípios morais. A grande maioria dos católicos é a favor do aborto, dos preservativos, das relações pré-matrimoniais, da pesquisa com células-tronco
embrionárias, do “casamento gay”. É a hierarquia que é quadrada e obscurantista. Eis o que a Globo quis passar.

           Convém recordar que a verdade não é questão de maioria. Para os cristãos, a Verdade é Cristo e vive-se na Verdade quando se vive o seu Evangelho. Ora, não é o Cristo que deve se converter ao mundo, mas o mundo que se deve abrir ao Evangelho. Quando Jesus disse ser o Pão da vida, a grande maioria dos discípulos o abandonou. Mas, o Senhor não fez pesquisa de opinião para mudar sua doutrina. Muito pelo contrário: “Vós também quereis ir embora?”

           Além do mais, católico não é quem diz que é católico. Católico é aquele que, com humildade e esforço, procura deixar seu pensamento mundano para abraçar o pensamento de  Cristo. O católico é aquele que vai à Missa aos domingos, que se esforça para viver o Evangelho, que se engaja na vida da comunidade dos irmãos em Cristo e que crê que a Igreja é conduzida pelo Espírito do Cristo ressuscitado. Esses católicos não são da turma que o Fantástico entrevistou, católicos de certidão de batismo, de missa de sétimo dia e de formatura. Porque a Igreja não é dona, mas serva da Verdade, porque não possui a Verdade, mas é por ela possuída, não voltará atrás por temor de pesquisas de opinião. Ela, nossa Mãe católica, somente deve ter medo de uma coisa: de ser infiel ao seu Senhor! Se a Globo – como a Veja, a IstoÉ, a Época e cia – pretendeu pressionar ou intimidar a Igreja, perdeu tempo, verbo e dinheiro…

              *Sofisma 3*

               Após a aprovação da pesquisa que matará embriões humanos, uma “cientista” afirmou, triunfante, no Jornal Nacional: “Saímos da Idade Média para a era tecnológica!” Com tristeza, podemos constatar o seguinte: essa senhora não sabe um dedo de história! A Idade Média não é o que ela insinuou. Não é Idade das trevas, não é Idade contrária à razão, não é Idade contrária ao progresso. Somente os estúpidos, com vocação para papagaio – eterno repetidores do que não sabem – podem afirmar isso. Ainda com tristeza constatamos a ilusão de pensar que entramos, de salto, na era tecnológica porque vamos pesquisar assassinando vidas humanas. Os meios de comunicação têm criado um mito em torno das promessas das células-tronco embrionárias.
              Vamos ver o que a dura realidade mostrará… Pena que à custa de vidas inocentes… Mas, o mais triste mesmo, é essa “cientista” considerar um progresso louvável sacrificar vidas humanas. Pobre civilização, a nossa, construída sobre tais valores.

 

A Universidade Bandeirante (Uniban) está sendo execrada publicamente por ter banido do seu corpo discente a estudante Geisy Villa Nova Arruda. A Universidade alega que a aluna portou-se de maneira inadequada, provocando os demais alunos, ao usar vestimenta curta demais.

Eu não entendo o motivo de tanto alarde em torna de uma atitude tomada por uma instituição autônoma, em plena consonância com o regimento interno, e com o objetivo – tão nobre – de estabelecer padrões de moralidade. Ora, ninguém é obrigado a tolerar – com silêncio e apatia – a depravação e a imoralidade.

O discurso em “defesa” da indefensável atitude de Geisy baseia-se na questão da diversidade, do respeito, etc. Ora, porque a senhora Geisy – que tem uma noção de moralidade bem exótica (se é que tem) – não respeitou os demais estudantes que se incomodavam com o seu modo de vestir? Por que ela não se preocupou com em tolerar a opinião dos “retrógrados, falso-moralistas”, que não concordavam com o comportamento dela e de sua indumentária nada comportada? Se estamos numa democracia (seja isso bom ou ruim), por que a maioria teria que se curvar perante a atitude de uma única pessoa que destoa de todas as demais alunas daquela instituição?

A Uniban tornou oficial a expulsão de Geisy por meio de uma nota (disponível aqui).

A UNE brandiu invocando a ira de Manoela Lisboa sobre a direção da universidade. Como sempre as notas da UNE são dignas de riso. A reportagem da  Globo diz:

Para a UNE, o caso mostra a “opressão que as mulheres sofrem cotidianamente, ao serem consideradas mercadoria e tratadas como se estivessem sempre disponíveis para cantadas e para o sexo”. A entidade também pede punição para os estudantes envolvidos no episódio.

E mais:

Somos Mulheres e não Mercadoria! 

Ora, será que a Srª Geisy foi tratada como mercadoria, ou se ofereceu como mercadoria? Será que a mentalidade de que a mulher é um “produto disponível” não está sendo disseminada exatamente por pessoas que agem como a Srª Geisy, isto é, expondo-se como carne no açougue?

Na verdade, eu não sei por que ainda me espanto com esse tipo de notícia e com o repúdio da sociedade “à moral e aos bons costumes”. No mundo é assim: a imoralidade ganha espaço e é defendida com unhas e dentes; ao passo que a decência é taxada de “moralismo” e repudiada como se fosse uma prostituta entre as virtudes… Incoerência sem igual!

 


 

 Que a Rede Globo é a Grande Mãe do relativismo e da ignorância vigentes na nossa sociedade todo mundo tá careca de saber. Se alguém ainda não tem conhecimento dessa realidade é porque a Globo nunca informou isso… Ou então porque não tem cabelos para perder ;). É claro que  concorrentes de peso – como a Record e a Band – digladiam-se numa estranha briga do tipo: “aposto que eu falo mais besteiras que você”. Bom, cada um com as suas lutas. Ou melhor: pra quê lutas, não é? Afinal, somos todos irmãos, filhos de um mesmo Deus – ou não!…

Bom, para consolidar este papel de deformadora da opinião pública, a turma do plin-plin lançou a série Sagrado. Aos que não tiveram a oportunidade [ou a desventura] de assistir, cliquem aqui e vejam o primeiro episódio. Atenção:  católicos com problemas no coração, não devem assistir! Havendo infartos em decorrência de excesso de raiva, creditarei toda a responsabilidade por tais incidentes ao site da rede Globo [que tem muito mais dinheiro que eu para indenizar as famílias dos pobres católicos defuntos].

O engraçado (ou o ‘desgraçado’, como queiram) é que, aos domingos, Sagrado será exibido após a Santa Missa… É o cúmulo da incoerência!