I

             Fico cada dia mais admirado com a solicitude materna de Nossa Senhora. Nestes tempos tão difíceis para o povo venezuelano – tempos em que o Estado (na pessoa do ditador Hugo Chávez) – esforça-se para tentar esmagar a Igreja e jogar as pessoas contra ela, permitiu o Deus Altíssimo que se fizessem novas descobertas sobre a imagem de Nossa Senhora de Coromoto. De certo que isso renovará a fé e as esperanças daquele povo! Unamos nossa voz à dos bispos venezuelanos: “Virgem Santa de Coromoto, patrona da Venezuela, renovai a Fé, em toda a extensão de nossa pátria. Amém”. A notícia completa sobre está disponível neste link de Zenit. Leiam! Destaco:

  

“Por observação microscópica, conseguiu-se identificar nos olhos da Virgem, de menos de 1 milímetro, a presença da íris, fato particularmente desconcertante pois se pensava que os olhos da imagem eram simples pontos.

 Ao aprofundar no estudo do olho esquerdo de Nossa Senhora, pôde-se definir um olho com as características de um olho humano; se diferencia com clareza o orbe ocular, o conduto lacrimal, a íris e um pequeno ponto de luz no mesmo”.

 

 

II

              Encontrei este interessantíssimo artigo sobre Santa Teresa de Lisieux no site da TFP. Posso dizer que, de fato, este era um lado de Santa Teresinha que eu não conhecia: guerreira, admiradora de Santa Joana D’arc e (pasmem!) escritora e atriz de peças teatrais! E mais: durante a Primeira Guerra, Santa Teresinha apareceu em alguns campos de batalha. Os soldados franceses a invocavam como “a irmãzinha das trincheiras”. Alguém imaginava?! Leiam!

 

 

III

             Este vídeo estava como indicação no Portal Presbíteros. Achei-o no Youtube: o vídeo – que, na realidade, é a primeira parte de uma série produzida pela EWTN – reforça e explica a total improcedência de uma visão histórica distorcida (mas profundamente disseminada entre as pessoas) segundo a qual a Igreja sempre representou um entrave ao progresso das sociedades e civilizações.  Assistam!

Divulgando:

Catecismo Contra o Aborto
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Uma bomba na luta contra o aborto!

Analisa o problema sob o aspecto religioso, jurídico, moral e científico!

– Quando começa a vida humana?

– E se for um caso de estupro?

– O que dizer da anencefalia?

– Aborto não é um mero tema de saúde pública?

– Existe uma internacional do aborto?

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Profundo, denso, mas de fácil leitura.
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As Reflexões de Taiguara Fernandes acerca do CV II

As Reflexões de Taiguara Fernandes acerca do CV II

 Um grande amigo acaba de lançar um livro! Taiguara Fernandes, membro do Apostolado Veritatis Splendor, escreveu e publicou, pelo Clube de Autores, o livro “O 21º Concílio – Reflexões sobre o Concílio Vaticano II”.

             Segundo o próprio autor, a obra “é fruto de anos de trabalho e estudo em defesa do Concílio Vaticano II, amadurecido ao longo de nossa atuação no Apostolado Veritatis Splendor, buscando uma correta “hermenêutica da continuidade”, desejada pelo nosso amado Papa Bento XVI (Discurso à Cúria Romana de 22 de dezembro de 2005)”.

             Taiguara destaca ainda que, neste livro, “trata de temas polêmicos, como a liberdade religiosa, o ecumenismo, a eclesiologia do Vaticano II, o modernismo. A todas estas questões espinhosas intenta responder amparado no Magistério da Igreja, “norma próxima de universal da verdade” (SS. Papa Pio XII), tencionando uma leitura do Concílio Vaticano II à luz da perene Tradição da Igreja”.

             O 21º Concílio – Reflexões sobre o Concílio Vaticano II conta com o endosso de D. Fernando Arêas Rifan, bispo da Administração Apostólica São João Maria Vianney, em Campos de Goytacazes – RJ.

             Há uma resenha do livro disponível neste link (inclusive com o sumário), e uma comunidade do livro no orkut.

             Recomendo, portanto, a leitura desta obra porque – em sendo o autor homem de critério – sua obra será sempre de peso.

 

            Ao Taiguara, meus parabéns!

            Ao que já adquiriram o livro, boa leitura!

            Aos que não adquiriram:  às compras!

 

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            Carlos Ramalhete publicou, na Gazeta do Povo, um artigo intitulado “Um problema de definição”. A temática do artigo foca na adoção de crianças por parte de duplas de gays. O artigo é muito bom! Destaco: “Faz-se hoje uma daninha confusão entre o matrimônio e algumas uniões que por sua própria natureza não podem levar à continuação natural da sociedade através da procriação. Esta confusão é tanto mais estranha em um momento social em que o sexo é tratado como ato meramente fisiológico, tendo por fim o prazer e excluindo a procriação. Problemas reais e antigos, como a partilha de patrimônio construído em conjunto por pessoas que vivem juntas – irmãs solteironas ou duplas de amigos, com ou sem sexo –, já são tratados como desculpa para aplicar a uniões que não são matrimônios as regras matrimoniais… desde que haja sexo (…)Na adoção, é necessário evitar toda e qualquer situação incomum e manter-se nos estritos limites do natural; tal como o Estado não pode registrar como “pais” de uma criança uma comunidade (hippie, religiosa etc.), tampouco pode fazê-lo com uma dupla do mesmo sexo que se vê como casal. Isto seria colocar a criança em uma situação atípica, forçando-a a passar a vida explicando que, sem ter escolha, tornou-se a vanguarda de uma tentativa de revolução contra a natureza”.

            William Murat publicou a tradução de um preciosíssimo estudo sobre as conseqüências práticas da legalização do aborto. O artigo pretende – e consegue – provar que a legalização só faz aumentar o número de mortes maternas. Tendo por esteio uma vasta bibliografia, bem como dados estatísticos muito consistentes (algumas vezes compilados em gráficos), é – realmente – um dos melhores artigos que eu já vi sobre o assunto. Aqueles que, porventura, não consigam contra-argumentar em uma discussão com abortistas podem fazer deste artigo a sua cartilha. Destaco: “A legalização do aborto pode não tornar o procedimento menos arriscado, mas ela tem uma clara conseqüência: a legalização do aborto aumenta o número de abortos. Nos EUA, o número de abortos saltou de estimados 98.000 por ano para um pico de 1,6 milhões após a total legalização em 1973. É o que explica Stanley Henshaw do Guttmacher Institute (entidade militante pelo aborto legalizado): ‘Na maioria dos países, é comum após a legalização que o número de abortos cresça acentuadamente por vários anos, seguida de uma estabilização, exatamente como vimos acontecer nos EUA’”.

            No site da Editora Quadrante foi publicado, na parte de Doutrina e Teologia, um artigo intitulado “O que torna uma ação boa ou má?”. De autoria de Kenneth Baker, padre jesuíta, o artigo é uma curta introdução ao estudo da Moral. Pe. Baker consegue lançar – de modo muito simples e breve – os conceitos fundamentais de moral: objeto, intenção, propósito, etc. É muito instrutivo. Destaco: “Para que as nossas ações sejam boas, as nossas intenções devem ser boas. É bom ajudar os pobres, mas se eu os ajudo por vaidade ou despeito, então não pratico uma boa ação, mesmo que, em última análise, os pobres sejam beneficiados. Por outro lado, não podemos cair no erro contemporâneo segundo o qual toda a moralidade de uma ação é determinada pela intenção. A mais nobre das intenções não pode tornar bom um ato intrinsecamente mau”.