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              Um testemunho  

 

              A atriz hollywoodiana Sharon Stone, protagonista do filme Instinto Selvagem revela que o aborto é um “trauma que simplesmente não se pode superar”.  Sharon foi, por duas vezes, vítima de aborto espontâneo.

 

                O inesperado e o óbvio 

 

               O inesperado

                Obama recebeu o Nobel da Paz. E eu fico aqui me perguntando quais são os critérios utilizados para a concessão desse tipo de prêmio… Uma coisa é certa: os componentes políticos são determinantes na escolha do agraciado.

                Como um homem que defende publicamente a aplicação de políticas abortivas [i.e.: a institucionalização da matança de inocentes] pode ser contemplado com o Nobel da Paz? Decretar a morte de quem não tem culpa alguma é atitude pacificadora, que confere nobreza e honrarias? Ou será que esqueceram esse “detalhe” ao analisar o curriculum do presidente norte-americano? Será que a premiação faz parte da Obamania que se alastra pelo mundo afora?

                Bom, o que realmente me surpreendeu – e que talvez tenha sido a primeira verdade proferida pelo atual presidente dos EUA – foi a declaração: “Para ser honesto, acredito que não mereço”. Perfeito! Enfim, um ponto para você Obama!

              O óbvio

              Se por um lado a premiação de Obamaborto foi inesperada, o comunicado de Pe. Federico Lombardi, Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, seguiu na linha de besteirol que, já há algum tempo o reverendíssimo decidiu adotar. Disse ele: “a atribuição do prêmio [Nobel da Paz] a Obama é saudada com aprecio no Vaticano à luz do esforço demonstrado pelo Presidente pela promoção da paz no campo internacional e em particular também recentemente a favor do desarmamento nuclear”.  

              Era óbvio que viria da parte de Pe. Lombardi uma declaração com esse teor: falsa e puramente diplomática. Como o Vaticano pode “apreciar” tal premiação diante do perfil anti-católico que Obama apresenta? Pobre Papa: quanto colaboradores insensatos o rodeiam!

 

              “Deus é confiável?” – um Legionário de Cristo responde

 

              Uma entrevista interessantíssima foi publicada por Zenit. Trata-se de um diálogo com “Pe. Thomas D. Williams, LC, autor do livro Can God Be Trusted? Finding Faith in Trouble Times, recém-lançado nos Estados Unidos”. O título da matéria de Zenit é provocativo: “Deus é confiável?”. A entrevista nos permite ter uma breve noção de uma espiritualidade apropriada [e bastante necessária] a estes tempos de infidelidade em que vivemos. Confiram!

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            Trago aqui alguns trechos do discurso que Madre Teresa de Calcutá proferiu na ONU, em 11 de dezembro de 1979, quando foi contemplada com o Prêmio Nobel da Paz. Quanta coragem, quanta sabedoria…

  

            “Sinto que o maior destruidor da paz hoje é o aborto, porque é uma guerra direta, uma morte direta, um assassinato direto, pela própria mãe. E nós lemos na Escritura, pois Deus nos diz claro: ‘ainda que a mãe se esquecesse do menino que amamentava, Eu nunca te esqueceria. Eis que Eu te gravei nas palmas das Minhas mãos’. Aquela criança não nascida foi gravada nas mãos de Deus […]

            Muitas pessoas estão muito, muito preocupadas com as crianças da Índia, com as crianças da África, onde muitas morrem deliberadamente pela vontade da própria mãe. E isso é o maior destruidor da paz hoje. Por que se uma mãe é capaz de matar o seu próprio filho, o que falta para eu matar você e você me matar? Não falta nada […] Vamos nos assegurar neste ano de que faremos com que todas as crianças nascidas e por nascer, sejam queridas […] Fizemos realmente com que as crianças fossem queridas? […].

            […] Nós somos gravados na palma da Sua mão; essa criança por nascer foi gravada na mão de Deus desde a concepção e é chamada por Deus a amar e a ser amada, não apenas agora nesta vida, mas para sempre. Deus não é capaz de nos esquecer(grifos meus).

 

 (In: Madre Teresa – venha, seja minha luz. Ed. Thomas Nelson Brasil. Pg. 297-298)