Senhores, segue convite. Aproveitem enquanto ainda se consegue realizar missas na Universidade… Aumentam as pressões para que a celebração eucarística “dê lugar” (como se tivesse o mesmo valor) aos cultos ecumênicos.



Que maravilhosa descrição nos legou o padre João Baptista Reus, falecido em odor de Santidade, acerca da Santa Missa! Comove. Realmente comove.

Eis o que era dado ver ao Padre Reus:

“Nossa Senhora convida todo o Paraíso para participar da Santa Missa; e todos os anjos e santos A seguem em maravilhoso cortejo até o altar. Os Santos formam um semicírculo ao redor do sacerdote celebrante e o acompanham até o altar. Lá chegando, estes se colocam atrás dos santos.

Outra multidão de anjos cerca a igreja e cobre os fiéis, impedindo a aproximação dos demônios durante a Santa Missa, em honra à majestade de Nosso Senhor Jesus Cristo.

A virgem Santíssima está sempre junto do celebrante, do lado do altar onde é servida a água e o vinho, e onde são lavadas as mãos do sacerdote. É a própria Mãe de Jesus quem serve o celebrante e lava suas mãos. Entre Nossa Senhora e o celebrante, é convidado o santo do dia.

Todas as almas do Purgatório também são convidadas pela Virgem Maria e permanecem durante toda a Santa Missa aos pés do altar, entre o celebrante e os fiéis. Conta o Padre Réus que ele via as almas do Purgatório e verdadeira festa quando grande esperança de libertação. Padre Reus via uma chuva caindo sobre o Purgatório durante toda a Santa Missa.

No momento sublime da consagração, quando estas almas vêem Nosso Senhor Jesus Cristo em Corpo, Sangue, Alma e Divindade, sentem um desejo incontrolável de sair daquelas chamas e se atirarem em Seus braços, mas não conseguem, por não estarem ainda purificadas.

Após a Consagração, acontece a libertação do Purgatório, das almas que já atingiram a purificação. Nossa Senhora estende a mão a cada uma delas e diz: “Minha filha, pode subir”.

No momento da Oração da Paz, os anjos saúdam as almas libertadas do Purgatório, abraçando-as. É um momento de imensa alegria e beleza. Em seguida, estas almas, resplandecendo com a beleza indescritível, adornadas como noivas, como anjos, são introduzidas triunfalmente no Paraíso, por uma multidão de anjos, ao som de música e cantos celestiais.

Fui convidado a falar sobre a Santa Missa para um grupo de adultos [a maioria já casados] que está se preparando para receber o Sacramento do Crisma. A palestra que deveria ter durado quarenta e cinco minutos acabou durando uma hora e meia, de sorte que eu acabo de chegar em casa… A razão pela qual decidi escrever, não obstante o cansaço, é que eu pude recolher dessa experiência algumas impressões cujos desdobramentos, julgo eu, vale a pena compartilhar.
Aquelas pessoas [extremamente participativas e interessadas em melhor compreender a Fé da Igreja], sem nem saber, foram para mim como que uma amostra viva de como está o povo católico nesta nossa Terra de Santa Cruz: “perdido” no que tange à compreensão de sua religião, “ignorante” [no sentido de quem “desconhece”, “ignora”] quanto aos pontos mais elementares e fundamentais do catolicismo. Graças a Deus estes estavam fazendo o curso de Crisma, ou seja, estavam buscando “conhecer para amar” – para falar nos termos de Santo Agostinho. Mas, quantos estão aí pelo mundo sedentos de saber e sem ter quem lhes ensine? Infelizmente nem todo o eunuco tem um Felipe a lhe esclarecer… [At 8, 27-39]
Comecei pedindo aqueles crismando que resumissem em uma palavra a noção que eles tinha a respeito da Missa. “Defina a Missa com uma única palavra”, disse-lhes eu. Daí veio “comunhão”, “amor”, “perdão”, “refúgio”, etc. Exatamente como eu suspeitava, ninguém chegou nem perto da expressão “sacrifício”. Evidentemente eles não tinham a obrigação de “acertar”. Afinal, são alunos em um curso preparatório. E, aliás, as respostas que deram não eram exatamente “erradas” – já que o Mistério da Eucaristia, imenso e insondável como é, compreende todas as realidades que eles elencaram. O problema é que eles não acertaram o alvo, saíram pela tangente, não conseguiram marcar o xis da questão, não enxergaram o ponto nevrálgico a partir do qual se pode ter uma reta compreensão do que seja a essência da Santíssima Eucaristia: o sacrifício do Filho de Deus realizado de maneira incruenta. Sacrifício de adoração, de expiação, de ação de graças e de súplica, ao mesmo tempo.
Após esta primeira “dinâmica”, continuei – para pavimentar o caminho que eu lhes queria apresentar, isto é, o entendimento do Magistério da Igreja sobre a Missa – limitei um pouco mais a pergunta e as respostas possíveis: perguntei-lhes se a missa lhes parecia mais um “Banquete” ou um “Sacrifício”. Devo dizer que, infelizmente, não me surpreendi com o resultado da pequena enquete: 90% dos presentes afirmaram que a Sagrada Missa remetia mais à Ceia do que ao Calvário… É mister destacar que as respostas que essas pessoas, já adultas, me deram, provavelmente, baseiam-se em dois pilares [que, dada a sua fragilidade, eu já nem sei se chamo de “pilares”]:

i) Em aquilo que elas depreendem das celebrações a que assistem;
ii) Em aquilo que lhes foi ensinado a título de catequese desde a idade infantil.

Depois disso eu lhes falei da Missa nos termos em que aprendi da Igreja. Aprendi, aliás, com muita dificuldade e por causa de uma curiosidade teimosa que, como eu comentava com um amigo outro dia, é perigosa [porque nos põe em risco de acabar compreendendo algo da maneira errada], mas que se faz quase que imperativa frente à ausência de catequistas autenticamente católicos. Tive essa impressão de maneira muito clara quando mencionei a distinção entre “cruento” e “incruento”: pouquíssimas pessoas lembravam qual era a diferença conceitual entre estes dois termos. Em outras épocas, isso era ensinado com muita clareza e simplicidade pelos catequistas. Hoje em dia, dada a carência destes verdadeiros catequistas, essa terminologia está, digamos, um pouco “empoeirada” [embora permaneça válida, é claro].
Em seguida, indiquei-lhes alguns livros e documentos da Igreja [para sedimentar o que eu estava falando e dar-lhes a segurança de que eu não estava inventando coisa alguma] e continuei minha exposição. Falei um pouco da teologia sacramental [abordando as questões relativas à matéria, forma e intenção], falei de ritos [sem entrar nos nuances da Reforma Litúrgica e suas conseqüências], falei da estrutura da Santa Missa e da importância deste grande mistério. E foi aí que vieram as perguntas – que foram o motivo de eu ter me alongado, extrapolando o tempo que me havia sido concedido. Posso dizer que, para a minha surpresa, 100% dos questionamentos diziam respeito a abusos litúrgicos! “Que significa isso?”, pensava eu com os meus botões…
É simples: significa que o povo católico pode até não ser exímio conhecedor de sua Fé, mas, muitas vezes, consegue intuir quando o sacerdote faz algo que não devia durante a celebração. Essa foi uma grande descoberta para mim. Eu achava que só quem tinha algum conhecimento de normas litúrgicas é que se incomodava com certos comportamentos e práticas realizadas durante o Ofício Divino. Ledo engano. Também os que nada sabem, ou os que sabem muito pouco, em matéria de “modus celebrandi”, conseguem perceber quando algo está errado.
A casuística é sempre fabulosa: “o padre pode, por um motivo qualquer, não querer comungar o Vinho Sagrado e mandar que o ministro extraordinário da comunhão o faça em seu lugar?”, “uma vez fui a uma missa em que o padre convidou o povo a rezar toda a Oração Eucarística com ele. Pode isso?”, “e se o padre pedir a um leigo que faça a homilia?”. “E se”, “e se”, “e se”. Essa era a cantiga dos aprendizes. E que bom que era assim. Conjecturavam e abstraíam para poder, com mais amor e devoção, experimentar a doce realidade da Presença Real de Nosso Senhor nas Espécies Eucarísticas! Supunham e pressupunham, em um diálogo honesto e sincero, para alcançar a ortodoxia. Maravilha!
E, diante de tudo isso [e de muitos outros detalhes que, tentando imitar Nossa Senhora, “guardarei no coração”], fica só a triste constatação de que o mundo precisa urgentemente de mais “Felipes”, de mais pessoas que estejam dispostas a ensinar, a apresentar Cristo, a transmitir a Fé que receberam da Igreja. Sem caricaturas, sem invencionices, sem manchas nem vestígio de erro. Caso contrário, Satanás – usurpador como é – irá se arvorar cada vez mais em mestre dos homens a fim de levar-lhes à danação eterna…

         Hoje, dia de jogo da Seleção Brasileira na Copa do Mundo, eu não podia deixar de replicar, na íntegra, esta notícia bizarra que o Fratres in Unum publicou.  Se essa m0da pega…

 

(FSSPX – Alemanha) LAM. No início da Copa do Mundo de futebol, o pároco Ambros Trummer convocou as pessoas para virem à missa dominical a caráter. E todos obedeceram. A igreja ficou repleta até a galeria de bandeiras preto-vermelho-ouro, galhardetes, vuvuzelas, bonés, camisetas de times e bolas de futebol. O coro dos confirmandos e seus pais cantavam canções de futebol como “Steh auf, wenn du….”, “We are the Champions” e outras canções do “Green Card”. O assistente pastoral Martin Münch praticou a “Ola” junto com os fiéis e os ministros podiam jogar futebol na nave. Mas tudo isso não incomodou o caráter solene da missa cantada. O sermão orientou-se para a celebração das bodas de Caná, onde Jesus também festejou. (Fonte: Mittelbayersiche Zeitung, 13.6.2010)

I – “Consumatum est”…

O Centro Integrado de Saúde Amaury de Medeiros (CISAM) conseguiu, mais uma vez, assassinar um inocente:

“A garota de 10 anos que ficou grávida do padrasto recebeu alta neste domingo (11) do Centro Integrado de Saúde Amaury de Medeiros (Cisam), no bairro da Encruzilhada, Zona Norte do Recife. A menina estava desde sexta-feira na unidade de saúde onde realizar o aborto legal por meio de medicamentos. O processo foi concluído neste domingo (10)”.

Fonte: JC online

II – Boicote ao Pânico na TV, JÁ!

O humorista [palhaço, na verdade] César Polvilho, que atua no programa Pânico na TV, criou um blog e achou por bem satirizar a cruz de Cristo com esta foto:

César Polvilho, um palhaço
César Polvilho, um palhaço

Bem, é sabido de todos que, do ponto de vista da moral, o Pânico na TV é imoral: mulheres semi-vestidas figuram no elenco sem que lhes seja dada nenhuma atribuição a não ser a de prender, com a exposição de seu corpo, a atenção dos marmanjos que assistem ao programa… Assim sendo, o Pânico em nada contribui positivamente para a sociedade e, por meio de um de seus membros, ainda se acha no direito de ridicularizar o símbolo máximo da Fé Cristã, a cruz. Boicote já!


III – Padre Paulo Ricardo – sobre a Santa Missa


O blog Cristo Rei Nosso vem divulgando o excelente trabalho que o Padre Paulo Ricardo tem feito na TV Canção Nova por meio do programa “O Oitavo Dia”. Atualmente, Padre Paulo está fazendo no programa uma explanação sistemática sobre a Santa Missa.  Vale a pena ouvir 😉

I – Padre Fortea e a Legião de Cristo


Chegou-me por e-mail há alguns dias um “testemunho” do Padre Fortea sobre a Legião de Cristo – congregação religiosa que se encontra abalada por revelações bombásticas sobre a “vida dupla” de seu fundador, padre Marcial Maciel, LC. Trago aqui um trecho da declaração do Padre Fortea [que se encontra no blog dele, dividida em quatro partes. A parte correspondente ao trecho que cito é esta].

En mi opinión, la Legión ha sido extraordinariamente bendecida por Dios. No ha sido menos bendecida de lo que lo fue Abraham, Isaac o Jacob. Sus rebaños se extienden por  todo el orbe. Frente a una situación de grandeza tan evidente, Dios ha permitido la prueba, la cruz, el sufrimiento, la humillación, la vergüenza. Se trata de una purificación. Dios bendice con la cruz. Y la Legión ha sido bendecida con la cruz.

II – Papa no Coliseu

Sua Santidade, o Papa Bento XVI, na noite da Sexta-Feira Santa, no fim da Via Sacra realizada no Coliseu, em Roma, assim se pronunciou [grifos nossos]:

Nossos fracassos, nossas desilusões, nossas amarguras, que parecem marcar o desabamento de tudo, são iluminados pela esperança. O ato de amor da cruz, confirmado pelo Pai e pela luz fulgurante da ressurreição, envolve e transforma tudo. Da traição pode nascer a amizade; da negação, o perdão; do ódio, o amor.

Bento XVI

III – A Missa é uma questão de amor!


D. Javier Echevarria, prelado do Opus Dei, membro da Congregação para as Causas dos Santos e do Supremo Tribunal da Assinatura Apostólica, consultor da Congregação para o Clero e membro honorário da Academia Pontifícia de São Tomás de Aquino [Ufa! Que curriculum!], assinalou em entrevista concedida e publicada em Zenit que a missa é uma questão de amor! Belíssimo comentário! Destaco:

São Josemaría escreveu em Caminho: “Você diz que a Missa é longa, mas eu acrescento: porque seu amor é curto”. Não podemos dar muita importância ao sentimento: entusiasmo ou apatia, vontade ou falta de vontade. A Missa é sacrifício: Cristo se entrega por amor. É uma ação de Deus e não podemos captar plenamente sua grandeza, por nossa condição limitada de criaturas. Mas podemos fazer o esforço não somente de estar na Missa, mas de vivê-la em união com Cristo e com a Igreja.

[…]

Na Missa, não somente se cumpre uma comunicação descendente do dom redentor de Deus, mas também uma mediação ascendente, oferecimento do homem a Deus: seu trabalho e seus padecimentos, suas penas e alegrias, tudo isso unido a Cristo: por Ele, com Ele e n’Ele. Não posso deixar de dizer que ver como São Josemaría celebrava o Santo Sacrifício produziu em mim um sério impacto, ao contemplar como era a sua devoção eucarística diária.

Toca profundamente a alma considerar que, na apresentação das oferendas, o sacerdote pede a Deus que acolha o pão e o vinho, que são “fruto da terra e do trabalho do homem”. Em qualquer circunstância, o homem pode oferecer seu trabalho a Deus, mas na Missa essa oferenda alcança seu pleno sentido e valor, porque Cristo a une ao seu sacrifício, que oferece ao Pai pela salvação dos homens.

Quando a Missa é o centro e a raiz do dia do cristão, quando todas as suas atividades estão orientadas ao sacrifício eucarístico, pode-se afirmar que todo o seu dia é uma Missa e que seu lugar de trabalho é um altar, onde ele se entrega plenamente a Deus, como seu filho amado.

Para adquirir o livro Vivir La Santa Misa, de autoria de D. Javier Echevarria, clique aqui.

[Divulgando para a memória e benefício espiritual do nosso dileto amigo, Alcides do Nascimento Lins. Ou, simplesmente, Alcides].

 

 Fonte: UFPE

Nessa quinta-feira (11), a UFPE promove um ato público para homenagear o estudante do curso de Biomedicina da UFPE Alcides do Nascimento Lins, que morreu na madrugada do último sábado, após ser baleado em sua casa, na comunidade Vila Santa Luzia, no bairro da Torre. Às 10h, no hall do Centro de Convenções da UFPE, uma missa em memória de Alcides será celebrada pelo padre Romeu, da paróquia da Torre, da qual o aluno fazia parte.

Logo após a missa, às 11h, ocorrerá o Ato pela Vida, uma caminhada organizada pela UFPE, tendo como entidades convidadas o Hemope (onde Alcides estagiava), UFRPE, UPE, Unicap, Facepe, UNE, DCE, escolas públicas, entre outras.

A concentração da caminhada será no Centro de Convenções da UFPE, no Campus Recife. Os participantes percorrerão a Avenida dos Reitores em direção à Reitoria (sem cruzar a BR-101), passando pela Biblioteca Central, Centro de Artes e Comunicação e encerrando no mesmo local de concentração.

Em abril de 2007, a aprovação de Alcides no Vestibular da UFPE, em um curso bastante concorrido, ganhou a mídia nacional. O momento de felicidade vivido por Alcides e sua mãe, Maria Luiza, foi destacado no Programa Fantástico, da Rede Globo, que mostrou a dura realidade da família do estudante moradora de uma comunidade carente do Recife. A morte de Alcides teve repercussão nacional.

HOMENAGEM – Durante a colação de grau dos cursos do Centro de Ciências Biológicas (CCB), que ocorreu na última segunda-feira (8), o reitor Amaro Lins, a diretora do CCB, Ângela Farias, estudantes e docentes do Centro homenagearam o aluno Alcides do Nascimento Lins.

O reitor e a diretora do Centro destacaram a importância de Alcides como representante dos jovens de escola pública. Os presentes, atendendo a pedido do reitor, fizeram um minuto de aplausos em homenagem ao rapaz. “Temos que ter esperanças de que um dia tenhamos centenas de Alcides, e não apenas um, circulando pelos corredores de nossa Universidade”, comentou a professora Ângela.Os formandos de Biomedicina usaram fitas brancas no braço, simbolizando a paz.

Além do falecimento de Alcides, também foi lembrada pela professora Ângela Farias a morte de Ludmila Meireles, ex-aluna do CCB e mestranda em Tecnologia Ambiental, decorrente de acidente de carro no Complexo de Salgadinho, em Olinda. “Hoje é a missa de 7º dia de nossa ex-aluna do curso de Ciências Biológicas/Ciências Ambientais Ludmila Meireles da Silva e na madrugada desse último sábado, perdemos de forma violenta e brutal o nosso aluno do curso de Biomedicina, Alcides do Nascimento Lins, com apenas 22 anos de idade”, relatou ela.