A notícia é antiga, mas para quem ainda duvida do retorno triunfal do Neopaganismo Nazista em ascensão, é muito útil e esclarecedora:

 

            Hillary: Governo Obama promoverá o Eugenismo de Margaret Sanger no mundo

 

            WASHINGTON, D.C. (23/04/2009) (LifeSiteNews.com) — Numa audiência da Comissão de Assuntos Externos da Câmara dos Deputados dos EUA (…), a Secretária de Estado Hillary Clinton foi confrontada em seu compromisso declarado de promover a agenda global da eugenista Margaret Sanger, e foi questionada se o governo de Obama trabalharia para derrubar as leis pró-vida no mundo inteiro — Clinton confirmou essa prioridade.

            Numa audiência para debater a política externa do governo de Obama, Chris Smith, deputado federal de Nova Jérsei, questionou Clinton nas declarações dela ao receber o prêmio Margaret Sanger da Federação de Planejamento Familiar em 27 de março. Clinton disse que ela estava “realmente deslumbrada” com a fundadora da Federação de Planejamento Familiar.

            “O movimento de direitos reprodutivos do século 20, realmente personificado na vida e liderança de Margaret Sanger, foi um das coisas que mais transformaram a história inteira da raça humana”, Clinton havia dito. Ela também disse que o trabalho de Sanger “ainda não está terminado”.

            Smith ontem perguntou para Clinton acerca dos elogios dela à agenda eugênica de Sanger, dizendo que “é extraordinariamente difícil ver como alguém poderia se deslumbrar” com Sanger, que “não guardava segredo nenhum” de suas opiniões.

            “Com o respeito devido, senhora secretária, o legado de Sanger foi, na verdade, de transformação, mas não para melhor, se por acaso somos pobres, sem direitos, fracos, deficientes físicos, negros e bebês em gestação, ou entre os muitos tão chamados seres humanos indesejáveis que Sanger queria excluir e exterminar da raça humana”, disse Smith.

            “Os livros e artigos de Sanger exalam desprezo por aqueles que ela considera indignos de viver”, continuou ele. “Sanger era uma eugenista e racista descarada, e eu cito aqui o que ela mesma declarou, ‘A coisa mais misericordiosa que uma família faz para um de seus bebês é matá-lo’”.

            “Ela também disse, em outra ocasião, ‘A eugenia é a via mais adequada e completa para solucionar os problemas raciais, políticos e sociais’”.

            Smith perguntou, “Como parte do trabalho de Sanger que ainda não foi terminado”, se o governo de Obama busca “de algum modo enfraquecer ou derrubar as leis e políticas pró-vida em países africanos e latino-americanos, quer diretamente ou por meio de organizações multilaterais, inclusive e principalmente as Nações Unidas, a União Africana ou a Organização dos Estados Americanos, ou por meio de financiamento de ONG’s como a Federação Internacional de Planejamento Familiar?”

            Clinton respondeu: “Tenho a forte opinião de que você tem o direito de promover [o que você quiser] e todos os que concordam com você deveriam ter a liberdade de promover [o que você quiser] em qualquer lugar do mundo, e nós também temos esse direito”. (Vídeo em inglês com as respostas da Secretária Clinton: http://www.youtube.com/watch?v=-gEA97EnxE4)

            Clinton confirmou que o governo de Obama define “saúde reprodutiva” como abrangendo o aborto e que “nós somos agora um governo que protegerá os direitos das mulheres, inclusive seus direitos à assistência de saúde reprodutiva”.

            O deputado federal Jeff Fortenberry de Nebraska também disse para Clinton que ele estava “pasmo” com o compromisso dela com Sanger, e que ele estava “profundamente entristecido” com a resposta dela ao Dep. Smith.

            “Sanger defendia a eliminação dos deficientes físicos, dos oprimidos das crianças negras”, objetou Fortenberry. “Não creio que essas ideologias têm um lugar em nossa sociedade pluralista”.

            Condenando o uso de dinheiro de impostos para financiar o aborto em outros países como ”uma forma de neocolonialismo” que é “elitista, paternalista e uma agressão à dignidade dos pobres”, Fortenberry desafiou Clinton a, em vez disso, adotar uma política externa que “sustente os talentos da mulher e a vida abrigada dentro dela”.

            Clinton respondeu frisando que a “escolha” de carregar ou matar um bebê em gestação tem de estar disponível “para todas as mulheres”.

            Comentando acerca de uma declaração posterior sobre as observações de Clinton, Smith disse: “É evidente que a senhora Clinton e o presidente Obama querem forçar a tragédia do aborto nas mulheres ao redor do mundo, principalmente e inclusive em países em que líderes democraticamente eleitos querem continuar a proteger seus bebês em gestação. Há outros jeitos de se proteger, cuidar e ajudar as mulheres e os bebês, com alimentação, nutrição, água limpa e assistência de saúde que respeite a dignidade da vida”, disse ele.

            “A incapacidade da Secretária Clinton de ver isso significará que mais bebês morrerão e mais mulheres sofrerão as conseqüências do aborto como resultado da política externa dos EUA em outros países”.           

 

Adendos:

Kathleen Gilbert, “Secretária de Estado Hillary Clinton confessa que Obama trabalhará para desmantelar as leis mundiais que restringem o aborto”, veja original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=09042301

Saiu na “Veja”: “O ativismo pró-homossexualismo está diretamente ligado ao nazismo”: http://veja.abril.com.br/120809/homossexuais-podem-mudar-p-015.shtml