Saiu uma matéria no Repórter de Cristo, ontem [16], sobre duas pastoras protestantes, lésbicas, que pretendem ir à Parada Gay que acontecerá no fim deste mês, em São Paulo.  Percebam: não fosse a esperança uma característica peculiaríssima dos cristãos, poder-se-ia dizer que, de fato, “o mundo está perdido”…  Heresia, sodomia e hipocrisia: tudo junto em um par de mulheres.

As “pastoras” chamam-se Lanna Holder e Rosania Rocha. Poucas coisas são tão engraçadas quanto ver a tal Lanna Holder pregando sobre o nepotismo dentro das próprias seitas protestantes: o vídeo postado no youtube é, simplesmente, cômico. O site dela não fica atrás: lá vendem-se CD’s, DVD’s e… canecas do ministério!

Mas, não obstante a existência e atuação dessa “pastora” e da sua “companheira” possa parecer hilária, há algo de muito triste nisso tudo: o fato de algumas pessoas prostituírem a verdade para fazer da religião uma atividade mercantil é simplesmente lastimável. É deprimente que os interesses egoístas de uma pessoa levem-na não apenas a mergulhar de cabeça no erro e no pecado, mas também a induzir e conduzir outras tantas almas ingênuas consigo. Quando vemos essas duas figuras afirmarem que a homossexualidade “não é opção, é definitivamente uma orientação” dá raiva. A covardia que fez com que elas se curvassem aos seus desejos, agora as impulsiona a admitir a inclinação pecaminosa que têm como sendo um imperativo da natureza.

É triste ver pessoas carentes de atenção serem atraídas à igreja-loja dessa dupla. É deplorável que as consciências estejam a tal ponto adormecidas que não se perceba mais a gravidade de afrontar à lei de Deus. É de fazer chorar e tremer o fato de que o dom do temor de Deus está rarefeito na nossa sociedade: não porque Deus não o queira conceder, mas por que as pessoas não estão dispostos a recebê-lo.

Se for verdade que famílias frequentam a Comunidade Cidade de Refúgio [a igrejola fundada pela dupla de lésbicas], é indignante que certos pais tenham tenham sido atingidos pela cultura gayzista em tal medida que já não sabem mais discernir quais valores e princípios devem ser transmitidos aos seus filhos. Aviltando a sua própria dignidade de famílias, esses pais acabam comprometendo a formação de seus filhos e confundindo a cabeça de seus próprios pupilos [dado que em casa as crianças veem os pais, heterossexuais, e na  “igreja” veem os pares de gays postos em condição de igualdade].

Lamentável é que em duas semanas o público frequentador dessa igreja tenha mais dobrado (!). Mas, como diria, o saudoso papa Leão XIII: rerum novarum cupidi [a sede de inovações]… Rezemos!

Vejam só como uma coisa leva à outra…

Não sei por que cargas d’água mas o “pedido de demissão” do PTralha Antonio Palocci parece ter conferido a ele uma auréola de retidão, ombridade, e tudo o mais que nele inexiste em ato. De repente, o Tio Patinhos do PT se travestiu de São Dimas, o “Bom Ladrão”. É Brasil, relevemos. Bem, lendo algumas coisas sobre este assunto, deparo-me – sem querer – com um tweet da Marta Suplicy (a atual madrinha da ideologia gayzista no Senado) lamentando a saída do companheiro:

Esta mesma cantiga de lamento já havia sido cantada pelo presidente nacional do PT, Rui Falcão, na Nota Oficial publicada no site do partido poucos minutos antes do tweet da ministra. Acontece que, como disse no início deste post, uma coisa leva à outra… Enquanto eu navegava pelo perfil da ministra, o Twitter me sugeriu seguir um perfil correlato chamado SomosLGBT. Até aí, nada demais. Quem é que não sabe que a ministra gosta de uma sopa de letrinhas? Curioso como sou, fui ver o tal perfil gayzista. E eis que me deparo com a seguinte notícia (que foi um tweet de SomosLGBT): TCU vai verificar possível desperdício com kit anti-homofobia. A manchete havia sido publicada originalmente no Terra.

Ora, ora, em um primeiro momento eu disse a mim mesmo: “até que enfim alguém reconheceu que é um enorme desperdício de dinheiro público confeccionar e distribuir esta porcaria de kit anti-homofobia!”. Mas, não era bem isso… Ao continuar a leitura da notícia, dei-me conta de que, para o TCU, desperdício é ter elaborado o material e não distribuir (!). É como se dissessem: “agora que a coisa (os kits) já está feita, suspender a distribuição é jogar na lata do lixo os recursos empregados quando da produção do material”.

Do ponto de vista estritamente financeiro, de fato o Tribunal de Contas da União tem razão: gastar uma nota com algo que não vai ter mais serventia alguma é, sim, desperdiçar. Contudo, indo um pouco além do aspecto financeiro, é possível perceber como a **visão de mundo** dos cristãos difere da perspectiva da sociedade contemporânea. Como a nossa cartilha de valores e princípios é diferente da moral social hodierna! Enquanto nós, cristãos, damos graças a Deus pelas nossas crianças terem sido privadas desse catecismo imoral e maquiavélico que seria distribuído nas escolas, outros lamentam o prejuízo pouco sem perceber o lucro que dele extraímos.

Sim, eu sei: não cabe ao TCU analisar o conteúdo dos kits, nem avaliar a conveniência de distribui-los como política pública educacional. Todavia, é incrível que apenas os cristãos (e uns poucos “gatos-pingados” de outros credos) sejam capazes de enxergar que mais importante – e mais preocupante! – que o desperdício de dinheiro é o desperdícios de valores, de princípios.

Rezemos, com a firme esperança que também é própria dos que creem no Cristo, para que o Tribunal de Contas possa realmente ajudar a caçar e capturar os inconsequentes que colaboraram na elaboração irresponsável dos malfadados kits anti-homofobia (ou seriam kits heterofóbicos?…).

Entre as coisas que eu deveria ter visto, lido e comentado a tempo, mas não o fiz [por justas razões, é bem verdade], encontrei algumas coisas que merecem ser replicadas.

__________

Está circulando na internet – e eu recebi há pouco através de uma amiga – a lista dos deputados federais, por Pernambuco, que assinaram um recurso para que o Plenário da Câmara delibere sobre o PL 1.135/91 (que trata da descriminalização do aborto) MESMO APÓS O PROJETO TER SIDO ARQUIVADO. Ao fazerem isso, estes deputados subscreveram seu “certificado de abortistas” – de modo que não merecem o voto de nenhum católico. Eis aqui os engraçadinhos:

Pedro Eugênio – PT

Fernando Ferro – PT

Maurício Rands – PT

Raul Jungmann – PPS

Sílvio Costa – PMN

Ana Arraes – PSB

Inocêncio Oliveira – PR

_________

São realmente escandalosas e indignantes as fotos que Jorge postou no Deus lo Vult! a respeito da edição recifense do Grito dos Excluídos, ocorrido no último dia 07 de Setembro na capital pernambucana. Entidades gayzistas tomaram conta do evento, ao lado de abortistas e comunistas. Que apenas essa trupe satânica se reúna para reivindicar seus pseudo-direitos, é compreensível. Mas é incompreensível, inadmissível e lamentável que haja católicos, e autoridades católicas “apoiando” o grito de quem constantemente buscar calar a voz da Igreja. Enquanto tantos católicos se esforçam para lançar e sedimentar os valores cristãos na sociedade [obedecendo à ordem de São Paulo de “não nos conformarmos com este mundo”], outros – religiosos [as], inclusive – ajudem a engrossar as fileiras de quem não caminha com a Igreja, de quem combate contra Cristo. “Quem não recolhe comigo, dispersa”, disse Nosso Senhor. Eu, felizmente, não pude assistir a essa palhaçada porque estava em Garanhuns – onde, graças ao Bom Deus, o Berro dos Prostituídos ainda não chegou. Contudo, recomendo enfaticamente a leitura do horrendo relato que Jorge nos legou – como testemunho de sua coragem e de seu estômago forte…

Com a licença do Jorge Ferraz, reproduzo abaixo algumas das foto-evidências de que o Grito dos Excluídos há muito deixou de ser católico e, por isso, não deve contar com o apoio de nenhuma entidade ou organismo autenticamente vinculado à Igreja de Cristo.


_________

Palmas na Missa? Não , não condiz com a dignidade da celebração. Vejam a brilhante explanação de D. Roberto Francisco Ferrería Paz,  bispo auxiliar de Niterói, a respeito deste assunto. A matéria [na realidade o artigo escrito pelo senhor bispo auxiliar] está no site da Arquidiocese de Niterói e foi replicada no blog do Pe. Demétrio nos seguintes termos [com grifos dele]:


Dom Roberto Francisco, Bispo Auxiliar de Niterói, em seu último artigo publicado no site de nossa Arquidiocese, explica o porquê D. Alano e ele proibiram as palmas dentro das Celebrações Eucarísticas da Arquidiocese:


Porque não se adequa a teologia da Missa que conforme a Carta Apostólica Domenica Caena de João Paulo II do 24/02/1980, exige respeito a sacralidade e sacrificialidade do mistério eucarístico: “0 mistério eucarístico disjunto da própria natureza sacrifical e sacramental deixa simplesmente de ser tal”. Superando as visões secularistas que reduzem a eucaristia a uma ceia fraterna ou uma festa profana. Nossa Senhora e São João ao pé da cruz no Calvário, certamente não estavam batendo palmas. Porque bater palmas é um gesto que dispersa e distrai das finalidades da missa gerando um clima emocional que faz passar a assembléia de povo sacerdotal orante a massa de torcedores, inviabilizando o recolhimento interior. Porque o gesto de bater palmas olvida duas importantes observações do então Cardeal Joseph Ratzinger sobre os desvios da liturgia : “A liturgia não é um show, um espetáculo que necessite de diretores geniais e de atores de talento. A liturgia não vive de surpresas simpáticas, de invenções cativantes, mas de repetições solenes. Não deve exprimir a atualidade e o seu efêmero, mas o mistério do Sagrado. Muitos pensaram e disseram que a liturgia deve ser feita por toda comunidade para ser realmente sua. É um modo de ver que levou a avaliar o seu sucesso em termos de eficácia espetacular, de entretenimento. Desse modo, porém , terminou por dispersar o propium litúrgico que não deriva daquilo que nós fazemos, mas, do fato que acontece. Algo que nós todos juntos não podemos, de modo algum, fazer. Na liturgia age uma força, um poder que nem mesmo a Igreja inteira pode atribuir-se : o que nela se manifesta e o absolutamente Outro que, através da comunidade chega até nós. Isto é, surgiu a impressão de que só haveria uma participação ativa onde houvesse uma atividade externa verificável : discursos, palavras, cantos, homilias, leituras, apertos de mão… Mas ficou no esquecimento que o Concílio inclui na actuosa participatio também o silêncio, que permite uma participação realmente profunda, pessoal, possibilitando a escuta interior da Palavra do Senhor. Ora desse silêncio, em certos ritos, não sobrou nenhum vestígio”.

Finalmente porque sendo a liturgia um Bem de todos, temos o direito a encontrarmos a Deus nela, o direito a uma celebração harmoniosa, equilibrada e sóbria que nos revele a beleza eterna do Deus Santo, superando tentativas de reduzi-la à banalidade e à mediocridade de eventos de auditório.

+ Dom Roberto Francisco Ferrería Paz
Bispo Auxiliar de Niterói

Alguma dúvida?

I – A psicóloga

 

Recebi por e-mail uma Carta Aberta da lavra da Drª Rozangela Justino. Em dado trecho, ela mostra o tratamento que o movimento gayzista – instaurado na sociedade brasileira e infiltrado nos conselhos regionais de psicologia – reserva a quem discorda [e procura sanar] a abominável, e anti-natural, prática homossexual. Assim desabafou a Drª Rozangela:

Infelizmente, ao longo dos anos, os psicólogos têm  mantido os mesmos administradores, os que de forma totalitária  me condenaram a Censura Pública, simplesmente porque apoiava pessoas que voluntariamente desejavam deixar a homossexualidade. Além de me condenarem, me colocaram em situação de risco, pois recebo constantemente, ameaças dos ativistas do movimento pró-homossexualismo, obrigando-me a não receber mais pacientes novos, desconhecidos, e com isso, aos poucos, estou fechando as portas dos meus consultórios, devido ao risco quanto a minha integridade pessoal.

 

Lamentável. Que Deus dê coragem a Drª Rozangela.

 

II – O médico

 

Comoventes, porque belas, as declarações que deu o Dr. Patrizio Polisca ao L’Osservatore Romano. Dr. Polisca foi médico de João Paulo II e agora cuida da saúde de S. Santidade, o Papa Bento XVI, . A ACI publicou alguns trechos da entrevista, entre os quais destaco:

“Minha vida profissional sempre esteve em torno do trabalho realizado com sentido cristão”.

“Posso dizer que não posso pensar em minha vida sem a responsabilidade em relação ao Papa e à Igreja. Eu a vivo com uma grande alegria e compartilho-a com minha família. O resto é um sonho feito realidade: exercitar a profissão médica e ter a possibilidade de fazê-lo em uma dimensão que sempre é a minha: a cristã, ao máximo de sua expressão terrena”.

“Compreendi meu sentido de pertença à Igreja de Cristo, tomei consciência do que significa servir o Papa e, através dele, a Igreja”.

Já faz algum tempo que a blogosfera católica sofre ataques, sistemáticos, dos sentinelas do gayzismo. Prontos a dar chiliques e ficar “passados”, os defensores do homossexualismo enquanto “direito” invadem, qual Cavalo de Tróia, os blogs e sites católicos reverberando o seu discurso, vazio e ordinário, na tentativa de calar a voz de quem deles discorda. Querem nos ridicularizar, mas acabam eles próprios expondo-se ao ridículo.

O último caso de “ataque gayzista” do qual tive conhecimento foi o que estão fazendo no blog Jornada Cristã, do Matheus Cajaíba. O caso é o seguinte: o Matheus escreveu, em Abril do ano passado, um post criticando um curso promovido pela PUC de Minas Gerais. No texto, ele demonstrou indignação pelo fato de uma instituição católica de ensino superior estar fazendo promoção de algo que, de forma alguma, se coaduna com os valores do Evangelho, a saber, o gayzismo. Além disso, a flagrante desobediência da PUC às orientações da Congregação para a Educação Católica, justifica ainda mais a sua indignação. Em resumo: o texto não fazia uma crítica direta aos homossexuais, mas à PUC. Mesmo assim, os gays de plantão protestaram. E, mais de um ano depois do post publicado, voltaram ao campo de batalha. Alguns comentários feitos por leitores são “pura” ressonância da imoralidade em que vivem (por isso mesmo, pelo que percebi, o Matheus excluiu alguns deles). Para se ter uma idéia, expressões como “o mundo é gay”, “vocês são uns fascistas”, “você é uma bicha enrustida” são o que há de mais leve…

Posto isso, é preciso fazer algumas considerações para que os gays e os gayzistas saibam que não nos intimidarão:

Primeiro: Não há direito legítimo que contrarie a lei natural. O homossexualismo é um pecado contra a natureza e, portanto, jamais poderá receber a bênção da lei. E ainda que receba, o fará à revelia do Direito. Contudo, concedendo – para fins de argumentação – que o homossexualismo seja um direito, por que o heterossexualismo não o seria? Por que a defesa dos direitos dos homossexuais teria a estranha propriedade de obnubilar os direitos e garantias de quem não é partidário desta classe? Por que os direitos homo teriam precedência sob os direitos hetero? Por qual razão nós, que não concordamos com a prática homossexual, perderíamos a nossa liberdade de expressão? Que respondam os sabichões.

Segundo: O respeito à diversidade não implica a ocultação das diferenças, mas a tolerância à existência delas. Permitam-me, para fins didáticos, uma alegoria: data maxima venia, eu detesto sushi. Mas, mais de uma vez, tive que suportar o gosto horroroso dessa demoníaca invenção dos japoneses. Tolerei o sushi, mas continuo odiando-o com todas as forças de minh’alma. Da mesma forma, tolero o homossexualismo, mas não o aprovo sob hipótese alguma. Ora, se os gayzistas não toleram a presença de blogueiros-heterossexuais-católicos, estão recaindo no erro do qual nos acusam…

Terceiro: A alegação segundo a qual “pior que o homossexualismo é o crime de pedofilia praticado por alguns sacerdotes”, não nos intimida.  Pondo de lado a discussão sobre o nível de gravidade moral dos dois pecados, importa dizer que um erro mais grave não torna o menos grave legítimo. Ou seja: a prática da pedofilia – gravíssima, é verdade – não faz com que o homossexualismo se torne uma alternativa aceitável. Essa argumentação gayzista que tenta legitimar um pecado comparando-o com outro de gravidade superior é completamente non sense e jamais nos conduzirá ao silêncio. Frise-se que a blogosfera católica, em peso, trouxe a público os casos mais gritantes de imoralidade envolvendo sacerdotes (como o do Monsenhor Luiz, que – embora tendo sido flagrado em ato homossexual – foi acusado pela imprensa de pedofilia. O caso foi publicado aqui, aqui, e em tantos outros lugares), bem como as providências da Igreja e pronunciamentos de Sua Santidade, o papa Bento XVI, a este respeito. Não temos, perdoem-me o termo, “rabo preso” com coisa alguma.

Bem, feitos estes esclarecimentos, vale reforçar que nós, da blogosfera católica, estamos plenamente cientes de que a perseguição gayzista sempre ocorrerá. Mas é preciso que saibam: não temos medo. De nada. São Paulo já havia dito que não há comunhão entre os filhos da luz e os filhos das trevas (2Cor 6, 14-15)… Paciência. Escrevi apenas para dizer que, assim como os gayzistas estão de prontidão, nós também estamos. Vejamos quem é melhor sentinela. Vejamos que estará a postos quando o Esposo voltar (Mt 25, 1-13). Como diria o pessoal do CQC, “eles estão à solta, mas nós estamos de olho”… (acho que é isso, não é?) ;).

I – Áustria: Papa nomeia Visitador Apostólico para Diocese de Sankt-Poelten


Saiu na Agência Ecclesia hoje: A Conferência Episcopal Austríaca, na pessoa de seu presidente, o Cardeal Christoph Schönborn, está comemorando o fato de o papa Bento XVI ter nomeado um Visitador Apostólico para a Diocese de Sankt-Poelten. O seminário desta Diocese apresentou graves problemas em matéria de escândalos sexuais. Pelo que diz a reportagem, lá [no seminário] foi encontrado um extenso material pornográfico. A atitude do Romano Pontífice, entretanto, é mais uma amostra de que, ao contrário do que os meios de comunicação em geral tentam propalar, o Santo Padre e a Igreja como um todo se preocupa, sim, com o correto esclarecimento desse tipo de ocorrência no seio da Igreja. O Visitador Apostólico nomeado por Sua Santidade é o bispo austríaco Klaus Kung [que, apesar do sobrenome, é um bispo católico ;)].

II – Portugal: Por que não ouviste a voz do teu Pastor?


Não obstante o Santo Padre tenha visitado recentemente as terras portuguesas, o presidente de Portugal, Aníbal Cavaco Silva, “sancionou na última segunda-feira, 17 de maio, a lei que permite o casamento homossexual no país”. A notícia, que já em Janeiro havia sido profetizada por “O Globo”, foi agora confirmada e publicada no portal gay da UOL [é, caro leitor, eu também não sabia que isso existia…]. Infelizmente, nada de novo sob o sol:

i)       A lei foi proposta por partidos comunistas e, portanto, inimigos da Igreja e da Mora Cristã;

ii)     O presidente, a despeito de sua pretensa catolicidade, justificou-se dizendo que a responsabilidade social deve prevalecer sobre as suas convicções pessoais. Pura balela.

iii)   Os gays, bem como os gayzistas, estão comemorando a vitória como uma vitória da democracia. Quando, na realidade, não há nada mais arbitrário que a dar asa à ditadura das minorias.

Rezemos a Nossa Senhora de Fátima por Portugal, por seus governantes e por seus inimigos!

Gayzismo escocês


Cuidado! A Gaystapo continua em ação! O Libertas noticiou que em Glasgow, na Escócia, um pastor protestante foi preso por pronunciar-se contra o homossexualismo. Shawn Holes passou uma noite na prisão e teve que pagar mil libras para sair de lá. De caso pensado, os gays o cercaram e o inquiriram acerca da sua opinião sobre o homossexualismo. Quando ele emitiu a sua opinião – afirmando que o ato homossexual constitui um pecado – a polícia foi acionada pelos militantes gayzistas. Sob a acusação de homofobia o homem foi detido. Dá para acreditar? Se não fizermos alguma coisa, a configuração da pastoral carcerária vai mudar bastante: em vez de padres visitando presidiários, termos os próprios padres – presos -celebrando a Santa Missa para os seus colegas de cela…


Bem-vindos à blogosfera católica!

O Anderson, fundador da Equipe Missionária Católica Regina Apostolorum, me passou o endereço do recém-criado blog deles. É mais uma fonte de formação e informação para os católicos. Acessem!