[As constatações do Pe. Leonel Franca, S.J., são de um atualidade impressionante. São horripilantes, eu diria!  Pe. Franca tira uma radiografia ‘visceral’ daqueles que – por quaisquer motivos – desejam institucionalizar o divórcio. A fragilidade dos argumentos deles, bem como os seus interesses escusos, ficam patentes ante a argumentação do velho jesuíta. Embora esse seja um excerto de um texto bem mais longo, vle a pena fazer uma leitura – bem atenta – desta introdução ao tema]:

 

A IGREJA E O DIVÓRCIO

Pe. Leonel Franca S. J.

Ao lado do aspecto jurídico e social, o divórcio apresenta inquestionavelmente um aspecto religioso. Jurídica e socialmente, a possibilidade de ruptura do matrimônio é um mal, um grande mal. É o princípio de instabilidade e dissolução progressiva da família, que, de dia para dia, se vai tornando menos idônea ao exercício de sua elevada missão criadora e educadora da sociedade. A lei que sanciona a fixidez definitiva da vida conjugal não faz senão declarar um dos artigos da constituição natural da família e proteger contra a força corrosiva das paixões, a integridade perfeita da célula social.

É o que parecem esquecer os divorcistas que reclamam a reforma do nosso direito de família como corolário da separação entre a Igreja e o Estado. Como se a indissolubilidade fosse uma simples prescrição de direito positivo eclesiástico, sem nenhuma relação com as finalidades imanentes, naturais da sociedade conjugal e com as exigências superiores do bem comum! Cristo, proscrevendo o divórcio, não deu um preceito novo; reintegrou a família na sua dignidade primitiva: ab initio non fruit sic. É, portanto, a própria natureza das instituições conjugais, são os interesses superiores da sociedade, a verdadeira e comum base jurídica das leis que impõem a monogamia indissolúvel, indiscriminadamente, a todos os cidadãos. Para os católicos, respeitá-las é um duplo dever: de consciência religiosa e de consciência civil. Os acatólicos não terão nas próprias idéias religiosas um estímulo e uma força para os ajudar no desempenho deste dever social. Mas, nem por isso, deixa o dever de subsistir. Também o furto, o homicídio, o adultério, são, para a consciência cristã, proibições de ordem religiosa. Seguir-se-á, porventura, que um Estado leigo não os possa e deva interdizer, em nome do bem coletivo, a todos os cidadãos, ainda aos que já não vêem no Decálogo a expressão dos mandamentos divinos? Se ainda uma vez, aqui como lá, a doutrina e a moral católica coincidem com os verdadeiros e mais elevados interesses da sociedade, saudemos nesta coincidência mais um penhor de sua verdade inexaurivelmente fecunda.

Foi sob este aspecto puramente jurídico e social que até aqui viemos considerando o divórcio. Ao combatê-lo, não nos socorremos senão de provas racionais, tiradas à moral, à psicologia, à sociologia e ao direito. Para admiti-las não é mister crer, basta raciocinar; elas não se dirigem ao cristão, falam a todo homem. Não lançamos mão, uma só vez, de argumentos teológicos e exegéticos. A Escritura, a voz dos Padres da Igreja, a autoridade dos concílios, muito de caso pensado, não os invocamos no debate. Discutimos, sempre, em nome da razão e dos fatos, a fim de que as nossas conclusões se impusessem à universalidade dos leitores. Mas o divorcio apresenta outrossim um aspecto religioso. Para toda a humanidade a constituição de um novo lar foi sempre um ato sagrado. Para a grande maioria da cristandade constitui um sacramento. É tão nobre a missão da família, são tão íntimos os deveres domésticos que só na religião se podem atingir as energias profundas, indispensáveis à fidelidade do seu desempenho.

A santidade da família, só a inteligências superficiais, poderá soar como uma frase feita e vazia. As famílias na medida que se vão laicizando vão cessando de ser famílias. Lar sem Deus é frágil construção de que a primeira rajada de paixões violentas fará um montão de ruínas.

Nos países católicos, mais ainda que nos outros, é funesta a legalização do divórcio. Entre protestantes e cismáticos a deformação da moral foi precedida por uma alteração da doutrina. A cisão do vínculo não contrasta com a consciência religiosa do povo. Os divorciados poderão ainda beneficiar dos auxílios espirituais que lhes pode subministrar um cristianismo diluído pela heresia ou pela cisma. A família não será uma vítima infeliz da irreligião.

O catolicismo conserva, em toda a sua integridade, o tesouro divino dos ensinamentos morais do Evangelho. Com a sua consciência é incompatível o divórcio.

Sancioná-lo por lei num país de maioria católica é introduzir um antagonismo, denso de males incalculáveis, entre a consciência religiosa e a consciência jurídica e civil da nação. Para os cidadãos fiéis ao seu credo, a lei, que permite um ato imoral, é uma lei sem prestígio e a desconsideração da lei é princípio de desorganização social. Para os outros, de convicções religiosas menos esclarecidas ou de vida espiritual remissa, a lei civil transforma-se num fermente ativo de irreligião. O divórcio pedido e aceito por um filho da Igreja segrega-o da participação aos sacramentos que nutrem a sua atividade religiosa e moral. Casal de divorciados católicos é casal para o qual estancaram as fontes de energias espirituais, indispensáveis à paz de consciência e à prática do bem (Se um católico num momento de paixão (os católicos não são impecáveis) dissolve a família para constituir outra, a lei sancionaria a segunda união como legítima e lhe imporia todos os deveres respectivos. Amanhã, serenados os estos apaixonados, a voz de Deus no fundo d’alma entra a falar-lhe mais alto que os gritos do amor humano; a consciência cristã acaba por triunfar no desejo sincero de voltar à paz interior. Os deveres que, nesta emergência, se lhe impõem em nome da religião estão em antagonismo com as obrigações civis. Ele não poderá ser católico sem menosprezar as leis do seu país; não poderá ser fiel aos empenhos civis sem sacrificar as exigências superiores de sua consciência religiosa. Situação infinitamente angustiosa, fonte de amarguras internas indescritíveis, que, num país católico, multiplicaria uma lei insensata em contraste com a liberdade de consciência da maioria dos cidadãos). Destarte a lei do divórcio, num país tradicionalmente católico, tende a difundir a indiferença religiosa e a subtrair à família estes fundamentos espirituais que, em todos os tempos e entre todos os povos, condicionaram a sua estabilidade e conservação. Com o mecanismo frio dos códigos, o Estado é incapaz de gerar as grandes energias da vida moral, mas ai dele, se pela imprudência de leis corruptoras, vai secar os mananciais misteriosos onde se alimenta o espírito de sacrifício, dedicação, fidelidade e desinteresse, que conservam a vitalidade do organismo social!

Eis porque, na realidade, o divórcio é um instrumento de propaganda irreligiosa nas mãos da impiedade. A lei que dissolve os lares é um dos pontos do programa do sectarismo anti-católico. Para combater a Igreja e popularizar a irreligião, o anti-clericalismo atira-se à família.

Beatificação de João Paulo II – Nas palavras do Cardeal Stanislaw Dziwisz – que foi secretário do papa Wojtyla durante 40 anos – o ponta-pé inicial para o processo de beatificação do venerável predecessor de Bento XVI “depende do Papa”. Já há um milagre a atribuído a João Paulo II. Contudo, antes de passar a analise da veracidade do milagre, a Igreja deve pronunciar-se sobre a “heroicidade das virtudes” dele. Ainda há muitos passos a serem dados, e o processo segue segundo a na velocidade de Roma… [que, nesse sentido, se assemelha à leniência da justiça brasileira]. Contudo, é preciso que seja assim. É mais prudente, é mais sensato, é mais sábio. Enquanto isso, rezemos!

           

Casados por três horas – O caso é inusitado: A juíza Maria Luíza Póvoa Cruz, da 3ª Vara de Família de Goiânia (GO), anulou ontem (17) o casamento realizado por E.T.F e M.A.D. Eles ficaram casados por apenas três horas, quando descobriram ‘incompatibilidade durante a ocasião do enlace’”.  A notícia é curta. Recomendo que leiam na íntegra. Dos males o menor: se não houve consumação, então não houve casamento. E se não houve casamento, não houve divórcio. Pergunto, sinceramente, aos moralistas de plantão: o “enlace” [acho que a melhor definição para isso seria a de uma “tentativa” de relação sexual], nesse caso, constitui então um pecado de fornicação?

Atente-se para o fato de que, no fim da matéria, é dito que o “órgão máximo” da religião [católica] concedeu a anulação do matrimônio. Na verdade, deve ter sido concedida [pelo Tribunal Eclesiástico Diocesano, e não pelo “órgão máximo” da Igreja – que seria a Santa Sé] uma declaração de nulidade matrimonial. Lembrem-se: Anular não é o mesmo que decretar a nulidade!

 

 

O texto abaixo chegou a mim através de um amigo que, por sua vez, o obteve de um padre legionário de Cristo. Chamou-me muito a atenção o que diz esta psiquiatra acerca dos jovens norte-americanos (que não devem ser muito diferentes dos nossos jovens…). Não traduzi, como sempre, por falta de tempo. Mas creio que, aos que lêem português, o espanhol seja um idioma inteligível. 😉

 

 

Jóvenes sin criterio, jóvenes sin salud

 

Comité Independiente SinSida

Lunes, 16 de noviembre de 2009

La psiquiatra estadounidense Miriam Grossman acaba de publicar “You’re Teaching My Child What?”, un libro en el que describe el panorama actual de la educación sexual que se imparte en las escuelas de Estados Unidos.

Resumimos una entrevista a la autora para “eReview” (9-09-2009), publicación del Institute of Marriage and Family Canada.
”No podía hacer mucho por ellos. Eran jóvenes que estaban muy bien informados y que se preocupaban activamente por su salud. Cuidaban la alimentación, hacían ejercicio, evitaban fumar y tantas cosas. Pero en el terreno de la sexualidad asumían todo tipo de riesgos. Así que empecé a preguntarles sobre la educación sexual que recibían en clase”.

Tras ejercer durante 12 años como psiquiatra en la UCLA (University of California, Los Ángeles), Grossman comprobó el desconcierto con que se mueven la mayoría de los jóvenes en el ámbito de la sexualidad. Ella misma se sintió frustrada al ver cómo, paciente tras paciente, se repetían los mismos errores que terminaban en enfermedades de transmisión sexual, trastornos emocionales e incluso infertilidad.

A partir de estos testimonios, Grossman llegó a la conclusión de que los jóvenes estaban prácticamente desprotegidos. Éste fue el título de su primer libro: “Unprotected: A Campus Psychiatric Reveals How Political Correctness in Her Profession Harms Every Student”. En el que ahora acaba de publicar analiza el material pedagógico que utilizan los alumnos: páginas webs, libros, folletos, guías, videos…

Lo primero que sorprendió a Grossman es la falta de conocimiento sobre los fundamentos del desarrollo evolutivo de niños y jóvenes, así como de los últimos descubrimientos de la neurobiología.

“Los profesores de educación sexual insisten en que los adolescentes tienen, al igual que los adultos, la madurez suficiente para tomar decisiones responsables. El problema, añaden, está en que les falta la información suficiente y no utilizan preservativos”.


“De manera que la propuesta de estos ‘expertos’ para reducir las enfermedades de transmisión sexual y el número de embarazos adolescentes es: más información y más condones. Pero las investigaciones recientes de la neuropsicología no respaldan esta postura. Ahora sabemos que las malas decisiones de los adolescentes proceden no de la falta de información sino de la falta de criterio. Y sólo hay una cosa que cura esto: el tiempo”.

Otro dato básico que omiten la mayoría de los manuales sobre educación sexual es la mayor vulnerabilidad biológica de las chicas a las enfermedades de transmisión sexual. Tampoco se dice a los chicos que el sexo oral suele ir asociado al cáncer de garganta. “No hace falta repetir que se trata de una información de vida o muerte; ocultar estas cosas es el colmo de la irresponsabilidad”.

En lugar de informar sobre los riesgos, algunas organizaciones estadounidenses como Planned Parenthood o SIECUS (Sexuality Information and Education Council of the US) “se limitan a repetir que la adolescencia es el tiempo idóneo para explorar nuevas prácticas sexuales, o que los niños tienen derecho a expresar su sexualidad en cualquiera de las formas que se les ocurra”.

Para Grossman, “este mensaje promueve el libertinaje sexual, no la salud sexual. Es pura ideología, no ciencia. Y cuando el libertinaje sexual pasa a primer plano, la salud sexual se resiente. Ahí están, para demostrarlo, las alarmantes cifras de Estados Unidos sobre enfermedades de transmisión sexual, infecciones por VIH, embarazos adolescentes y abortos”.

El enfoque ideológico de la educación sexual se observa también en el papel que los educadores atribuyen a los padres. Grossman dice que en este punto hay mucha doblez: “Cuando los educadores hablan ante los medios o en los materiales destinados a los padres, siempre destacan que la educación sexual empieza en casa y que los papás son los principales educadores en este terreno. Sin embargo, los materiales didácticos que utilizan los niños trasmiten un mensaje muy diferente”.

“El 90 por ciento de los padres quiere que sus hijos retrasen las relaciones sexuales, y confían en que quienes imparten la educación sexual les van a ayudar a reforzar ese mensaje. Hay organizaciones como SIECUS que se comprometen a difundirlo, pero luego no lo hacen”.

Aunque la situación que describe Grossman es bastante cruda, su libro también transmite esperanza. “La buena noticia es que todos estos problemas de salud sexual pueden ser evitados en el 100 por ciento de los casos. Los padres pueden hacer mucho por sus hijos.

Cada vez más, sabemos que los hijos se sienten muy influidos por los valores y las expectativas de sus papás. En el libro recojo numerosos estudios que demuestran el efecto positivo que tiene en los hijos un estilo educativo que sabe combinar la comprensión con la autoridad”.

PEC DO DIVÓRCIO INSTANTÂNEO INCLUÍDA NA PAUTA DE 4 DE AGOSTO

 

Entidade pró-homossexualismo (IBDFAM) envia ofício ao Senado em apoio à matéria. É necessário manifestar-se urgentemente usando o Alô Senado 0800 612211.

            No dia 31/07/2009, o Senado Federal incluiu na Ordem do Dia da sessão deliberativa ordinária de 4 de agosto de 2009, segunda sessão da discussão, em 1º turno, a Proposta de Emenda Constitucional 28/2009, que “dá nova redação ao § 6º do art. 226 da Constituição Federal, que dispõe sobre a dissolubilidade do casamento civil pelo divórcio, suprimindo o requisito de prévia separação judicial por mais de 1 (um) ano ou de comprovada separação de fato por mais de 2 (dois) anos”.

            O Instituto Brasileiro de Direito de Família (que milita em favor do “casamento” pessoas do mesmo sexo) enviou ao Senado o Ofício n.º 51/2009, manifestando seu apoio à aprovação da PEC 28/2009. (Ver apoio do IBDFAM em http://www.ibdfam.org.br, que considera a PEC uma “revolução paradigmática”)

            Essa proposta (PEC 28/2009), oriunda da Câmara, de autoria do deputado Antonio Carlos Biscaia, recebeu no Senado parecer favorável do relator Senador Demóstenes Torres (DEM/GO), que foi aprovado em 24/06/2009 na Comissão de Justiça e Cidadania.

            Atualmente, assim se exprime a Constituição Federal acerca do divórcio:

 

Art. 226, §6º – O casamento civil pode ser dissolvido pelo divórcio, após prévia separação judicial por mais de um ano nos casos expressos em lei, ou comprovada separação de fato por mais de dois anos.

A PEC 28/2009 pretende simplesmente suprimir o texto acima sublinhado, dando ao dispositivo a seguinte redação:

Art. 226, §6º – O casamento civil pode ser dissolvido pelo divórcio.

Isso significa que o legislador ordinário poderá, se quiser, instituir o divórcio sem quaisquer condições: sem prévia separação judicial, sem prazo de convivência, sem prévia separação de fato…

            Se essa proposta de emenda for aprovada, o que deve acontecer em breve, não haverá mais nenhum obstáculo constitucional ao divórcio instantâneo, que tanto estrago fez e está fazendo à família espanhola. Casa-se hoje. Divorcia-se amanhã. Recasa-se depois de amanhã.

            Se não fizermos alguma coisa, acabará o resíduo de proteção à família que a Constituição promete no caput do mesmo artigo 226: “A família, base da sociedade, tem especial proteção do Estado”.

            Para que se tenha uma idéia da gravidade e da urgência da situação, relato o que ocorreu na Espanha:

            Em 17 de novembro de 2007, o jornal italiano Avvenire noticiava que a Espanha estava sendo devastada pela lei do “divórcio express”– introduzida em 2005 pelo Partido Socialista Operário Espanhol. Essa lei permite o fim da união matrimonial por decisão de uma das partes, sem necessidade de separação prévia ou de explicar as razões. O Instituto Nacional de Estatística registrou em 2006 um aumento de 330% de divórcios entre casais casados a menos de um ano. A Espanha tornou-se o país da Europa com maior índice de divórcios.

            Em 8 de julho de 2009, a ACI Digital noticiava “Mais de 500 mil separações demonstram efeito nefasto da lei do divórcio express”. Esse foi o número de divórcios na Espanha depois de quatro anos em vigor da lei, com prejuízo incalculável para os cônjuges, para os filhos e para a sociedade em geral.

 

MANIFESTE-SE USANDO O “ALÔ SENADO”

 

O procedimento é simples e gratuito. Primeiro, tenha em mãos o número de seu CEP. Depois disque gratuitamente 0800 612211 A telefonista do “Alô Senado” atenderá perguntando o seu nome. Perguntará se é a primeira vez que você liga para o “Alô Senado”. Depois, ela perguntará o número do seu CEP, a fim de fazer sua ficha, para novas ligações. Feita sua ficha, ela anotará sua mensagem, que pode ser, por exemplo:

Quero que os senadores votem pela rejeição total da PEC 28/2009, que abre caminho para o divórcio instantâneo no país. A família merece proteção constitucional.

Depois de ter anotado com atenção sua mensagem, a telefonista perguntará a quem você quer enviar a mensagem.

Você pode responder: a todos os senadores do meu Estado.

E ainda poderá acrescentar: Quero que os senadores de meu Estado usem a tribuna para protestar contra a PEC 28/2009

É fácil e é grátis. Ligue e ensine outros a ligar. Coragem!

  

MANIFESTE-SE USANDO O SÍTIO DO SENADO FEDERAL

 

 Você pode também ir até o sítio do Senado para se manifestar.

Navegue até:

http://www.senado.gov.br/sf/senado/centralderelacionamento/sepop/?page=alo_sugestoes&area=alosenado

 

Preencher o campo “Remeter para” com “Comissão e Liderança”

Preencher o campo “Destinatário” com “Todos os Senadores”.

Clique em “Solicitação”

Preencha os campos “Remetente”, “E-mail”, “Telefone”, “Cidade” e “UF” (obrigatórios)

Escreva a mensagem no campo “Sua mensagem”. Pode ser, por exemplo:

Quero que os senadores votem pela rejeição total da PEC 28/2009, que abre caminho para o divórcio instantâneo no país. A família merece proteção constitucional.

Preencha os dados pessoais marcados com asterisco.

Clique em Enviar.

 

           

 

Perigo de divórcio instantâneo no Brasil

             Pode acontecer com o Brasil o que já acontece na Espanha, onde a lei do “Divórcio Express” fez explodir a quantidade de divórcios do país. Está em tramitação uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que pretende acabar com qualquer requisito constitucional para que um matrimônio seja desfeito.

            A proposta, originária na Câmara, está agora prestes a ser aprovada no Senado, onde recebeu o número PEC 28/2009. Vejamos o que ela pretende. Atualmente, assim se exprime a Constituição Federal acerca do divórcio:

 

Art. 226, §6º – O casamento civil pode ser dissolvido pelo divórcio, após prévia separação judicial por mais de um ano nos casos expressos em lei, ou comprovada separação de fato por mais de dois anos.

             A PEC 28/2009 pretende simplesmente suprimir o texto acima sublinhado, dando ao dispositivo a seguinte redação:

 Art. 226, §6º – O casamento civil pode ser dissolvido pelo divórcio.

(ver http://legis.senado.gov.br/mate-pdf/60232.pdf)

             O que isso significa? Que o legislador ordinário poderá, se quiser, instituir o divórcio sem quaisquer condições: sem prévia separação judicial, sem prazo de convivência, sem prévia separação de fato… Se essa proposta de emenda for aprovada, *o que deve acontecer já neste mês*, não haverá mais nenhum obstáculo constitucional ao divórcio instantâneo, que tanto estrago fez e está fazendo à família espanhola. Casa-se hoje. Divorcia-se amanhã. Recasa-se depois de amanhã.

             A PEC recebeu parecer favorável do relator Senador Demóstenes Torres, que foi *aprovado* em 24/06/2009 na Comissão de Justiça e Cidadania. (ver tramitação em http://www.senado.gov.br/sf/atividade/materia/detalhes.asp?p_cod_mate=91651)

             Se não fizermos alguma coisa, acabará o resíduo de proteção à família que a Constituição promete no caput do mesmo artigo 226: “A família, base da sociedade, tem especial proteção do Estado”.

 *MANIFESTE-SE USANDO O “ALÔ SENADO”*

             O procedimento é simples e gratuito. Primeiro, tenha em mãos o número de seu CEP. Depois disque gratuitamente 0800 612211. A telefonista do “Alô Senado” atenderá perguntando o seu nome. Perguntará se é a primeira vez que você liga para o “Alô Senado”. Depois, ela perguntará o número do seu CEP, a fim de fazer sua ficha, para novas ligações. Feita sua ficha, ela anotará sua mensagem, que pode ser, por exemplo:

             “Quero que os senadores votem pela rejeição total da *PEC 28/2009*, que abre caminho para o divórcio instantâneo no país. A família merece proteção constitucional”.

             Depois de ter anotado com atenção sua mensagem, a telefonista perguntará a quem você quer enviar a mensagem.

             Você pode responder: a todos os senadores do meu Estado.

             E ainda poderá acrescentar: “Quero que os senadores de meu Estado usem a tribuna para protestar contra a PEC 28/2009”.

             É fácil e é grátis. Ligue e ensine outros a ligar. Coragem!

 *MANIFESTE-SE USANDO O SÍTIO DO SENADO FEDERAL*

             Você pode também ir até o sítio do Senado para se manifestar. Navegue até:

http://www.senado.gov.br/sf/senado/centralderelacionamento/sepop/?page=alo_sugestoes&area=alosenado

 Preencher o campo “Remeter para” com “Comissão e Liderança”

Preencher o campo “Destinatário” com “Todos os Senadores”.

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Escreva a mensagem no campo “Sua mensagem”. Pode ser, por exemplo:

“Quero que os senadores votem pela rejeição total da *PEC 28/2009*, que abre caminho para o divórcio instantâneo no país. A família merece proteção constitucional”.

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 Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz

Presidente do Pró-Vida de Anápolis

http://www.providaanapolis.org.br

“Coração Imaculado de Maria, livrai-nos da maldição do aborto”.