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Eu vi – com praticamente um mês de atraso… 🙂 -, através do perfil da Jornada Mundial da Juventude – 2011 no Facebook, o lançamento mundial do vídeo “A história das JMJ”. O vídeo, narrado pelo Cardeal  Stanislaw Rylko, é muito legal. Assistam!

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D. Aldo Pagotto, Arcebispo Metropolitano da Paraíba, ao contrário da CNBB, manifestou sua postura discordante com relação à proposta comunista de realizar um plebiscito pela limitação da terra e da propriedade no Brasil. Por causa disso, como já era de se esperar, foi duramente criticado pelos fantasmas marxistas de plantão [dentro e fora da Igreja…]. Em agradecimento àqueles que o apoiaram, D. Aldo Publicou na semana passada a seguinte nota:


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Nota de Agradecimento


Aos prezados amigos que me enviaram mensagens de apoio solidário sobre o meu posicionamento tomado a respeito da controversa questão do “limite de propriedade e de produção”, tomo a liberdade de lhes enviar dois artigos, em anexo [Nota do editor: vide post scriptum].

Aproveito para relatar o fato ocorrido por ocasião do “Grito dos Excluídos”, na tarde do dia 1º/09 pp. Em frente à Cúria Metropolitana, um pequeno grupo de manifestantes leu um texto com expressões agressivas à minha pessoa, referindo-se a um artigo meu sobre o limite de propriedade.

Embora fossem poucos, apresentaram-se como representantes de cerca de 50 entidades, algumas citadas no texto lido, publicado pela “Adital”, na internet.

Entre os poucos manifestantes pode-se reconhecer pelas fotos alguns membros da CPT e um “assessor” de deputado do PT, candidato à reeleição, num carro de som, comandando palavras de ordem.

Numa atitude de vandalismo, toda a fachada artística e patrimonial da Cúria foi pichada com frases de protestos e reivindicações. Antes da Cúria se dirigiram à Procuradoria da Justiça do Estado (PB) onde picharam também aquele prédio.

Documentamos a frase: “Exigem a liberalização do aborto e o limite de propriedade”.

Dispensam-se comentários.

A Igreja defende e promove a vida e a família! O artigo 5º da Constituição Federal vincula ao direito de propriedade o direito à vida e sustento da família, através do trabalho.

É estranho como certos militantes dos movimentos sociais, de organizações populares, partidos políticos (etc), defendem a democracia, em tese. Na prática não admitem opiniões opostas. Temem e tentam reprimir a liberdade de expressão dos que contrariam seus intentos.

Com a minha gratidão, sigo com uma reflexão sugestiva.

Aprofundemos nossas reflexões a partir da Palavra de Deus, do Catecismo da Igreja Católica e do Compêndio da Doutrina Social da Igreja, que abordam os assuntos como estes, equidistantes de ideologias partidárias.

Fiquemos ao lado de Jesus Cristo e de seu Evangelho para estarmos sempre mais do lado do povo e ao serviço de todos!

+ Aldo di Cillo Pagotto, sss

Arcebispo Metropolitano da Paraíba

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Parabéns, D. Aldo. E coragem!

p.s.: Os artigos escritos por D. Aldo, ao qual ele faz referência no texto, são os seguintes:

I – Sobre o Limite à Propriedade Produtiva é este.

II – Sobre Terra e Produção é este.


Contundente o texto de autoria de D. Luiz Gonzaga Bergonzini, Bispo de Guarulhos. Com uma coragem que, infelizmente, muitas vezes falta aos bispos do Brasil, Sua Excelência cumpriu seu dever de anunciar a Verdade mesmo quando muitos querem fazê-La sucumbir em prol do “politicamente correto”. Com clareza e veemência, ele orienta os católicos a não votar na senhora Dilma Rousseff. Parabéns, D. Bergonzini! A Igreja se alegra com o seu zelo apostólico!

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D. Luiz Gonzaga Bergonzini, Bispo de Guarulhos

Com esta frase Jesus definiu bem a autonomia e o respeito, que deve haver entre a política (César) e a religião (Deus). Por isto a Igreja não se posiciona nem faz campanha a favor de nenhum partido ou candidato, mas faz parte da sua missão zelar para que o que é de “Deus” não seja manipulado ou usurpado por “César” e vice-versa.

Quando acontece essa usurpação ou manipulação é dever da Igreja intervir convidando a não votar em partido ou candidato que torne perigosa a liberdade religiosa e de consciência ou desrespeito à vida humana e aos valores da família, pois tudo isso é de Deus e não de César. Vice-versa extrapola da missão da Igreja querer dominar ou substituir- se ao estado, pois neste caso ela estaria usurpando o que é de César e não de Deus.

Já na campanha eleitoral de 1996, denunciei um candidato que ofendeu pública e comprovadamente a Igreja, pois esta atitude foi uma usurpação por parte de César daquilo que é de Deus, ou seja o respeito à liberdade religiosa.

Na atual conjuntura política o Partido dos Trabalhadores (PT) através de seu IIIº e IVº Congressos Nacionais (2007 e 2010 respectivamente), ratificando o 3º Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH3) através da punição dos deputados Luiz Bassuma e Henrique Afonso, por serem defensores da vida, se posicionou pública e abertamente a favor da legalização do aborto, contra os valores da família e contra a liberdade de consciência.

Na condição de Bispo Diocesano, como r e s p o n s á v e l pela defesa da fé, da moral e dos princípios fundamentais da lei natural que – por serem naturais procedem do próprio Deus e por isso atingem a todos os homens -, denunciamos e condenamos como contrárias às leis de Deus todas as formas de atentado contra a vida, dom de Deus,como o suicídio, o homicídio assim como o aborto pelo qual, criminosa e covardemente, tira-se a vida de um ser humano, completamente incapaz de se defender. A liberação do aborto que vem sendo discutida e aprovada por alguns políticos não pode ser aceita por quem se diz cristão ou católico.Já afirmamos muitas vezes e agora repetimos: não temos partido político, mas não podemos deixar de condenar a legalização do aborto. (confira-se Ex. 20,13; MT 5,21).

Isto posto, recomendamos a todos verdadeiros cristãos e verdadeiros católicos a que não dêem seu voto à Senhora Dilma Rousseff e demais candidatos que aprovam tais “liberações”, independentemente do partido a que pertençam.

Evangelizar é nossa responsabilidade, o que implica anunciar a verdade e denunciar o erro, procurando, dentro desses princípios, o melhor para o Brasil e nossos irmãos brasileiros e não é contrariando o Evangelho que podemos contar com as bênçãos de Deus e proteção de nossa Mãe e Padroeira, a Imaculada Conceição.

D. Luiz Gonzaga Bergonzini
Bispo de Guarulhos

Fonte: Diocese de Guarulhos

 

 

Uma belíssima imagem!

Um Kyrie cantado no Oriente. Diferente mais bonito 🙂

Agora um Kyrie gregoriano. Soleníssimo!

Um Kyrie da Igreja Húngara. Curioso.

Agora um kyrie carismático brasileiro. Emotivo.

“Pela primeira vez na história da Igreja, o Santo Padre vai reunir-se, com os cinco Patriarcas Católicos de Rito Oriental (das igrejas maronita, melquita, síria, arménia e caldeia), ao mesmo tempo, no dia 19 deste mês”. [Fonte: e-mail enviado pela equipe do site http://www.evangelhoquotidiano.org] Evangelho Quotidiano]

            Desde segunda-feira (24) estou com os dedos ansiosos por escrever alguma coisa a respeito da XII Jornada Teológica D. Hélder Câmara. Para não emitir uma opinião precipitada, esperei o fim do encontro – que foi ontem – para tecer as minhas considerações sobre o evento. Sinto ter que decepcionar os leitores que esperam elogios à Jornada. O tom deste post é meio-triste, quase-decepcionado. Além disso, os comentários que farei são **o mínimo** do que se poderia dizer a respeito deste congresso TL. Porque a verdade é essa: não passou de um grande encontro comunistóide sobre o qual eu poderia comentar várias coisas. Desde relembrar a história da equipe organizadora (arquiinimiga do arcebispo emérito, D. José), até refutar as opiniões malucas expostas no livro que D. Clemente Isnard, OSB, lançou durante o evento (depois vou escrever um post só sobre esse livro de D. Isnard). Mas, enfim, com o pouco tempo de que disponho para escrever, quero dizer que:

            A XII Jornada Teologia D. Hélder Câmara foi realizada no auditório da Faculdade de Filosofia do Recife entre  os dias 24 e 26 de Agosto. Para mim foi uma verdadeira penitência participar deste evento. Eu poderia até dizer que foi um “martírio” para mim; mas – para evitar a tentação da presunção – limito-me a classificar a minha participação neste encontro como um ato de penitência. No primeiro dia, a aula de heresia e comunismo foi dada por Frei Betto. Não compreendo como as pessoas podem tecer loas a um inimigo da Igreja. Frei Betto é um homem que, entre outras coisas:

 

– Considera a Cúria Romana como uma “estrutura de dominação”;

– Defende a ordenação de mulheres (condenada na encíclica Ordinatio Sacerdotalis);

– Defende a implantação do comunismo como modelo de organização social (embora o papa João Paulo II já tenha declarado que o socialismo é uma “ideologia do mal”; e embora seja conhecido de todos que o comunismo é, em essência, ateu);

– É abortista;

– Defende o regime de Fidel em Cuba (com “El Paredon” e tudo mais).

 

            Numa palavra: Frei Betto tem sido – já desde há muito tempo – um dos maiores disseminadores de heresia entre os católicos e relativismo na sociedade em geral. O que ele tem feito todos estes anos é lançar milhares de almas nos braços de Satanás. Não há como esquecer as palavras de Cristo quando disse: “Quem não ajunta comigo, dispersa”. É isso que ele tem feito: dispersado as almas.

            Na XII Jornada Teológica D. Hélder Câmara tive a oportunidade de conhecer realmente, e de perto, a mentalidade TL. E agora – mais que nunca – posso falar com propriedade: A Teologia da Libertação é uma portentosa obra do Demônio. Entre outras coisas percebi que:

 

– A noção de “Igreja” dos TL’s é puramente horizontal (como se a Igreja fosse uma organização humana qualquer); entre as instituições religiosas, eles consideram que a Igreja é só mais uma. A conseqüência última deste pensamento é que a Igreja Católica Apostólica Romana deixa de ser a Igreja *de Cristo*, a *Esposa* de Cristo;

– A noção de sacerdócio por eles propalada nivela todo mundo por baixo: padres e leigos têm iguais poderes e dignidade. Não se tem a mínima idéia da divisão claríssima que há entre o sacerdócio comum dos fiéis e o sacerdócio ministerial dos presbíteros;

– A criatividade litúrgica dessacraliza as celebrações;

– As orações são superficiais e mal-feitas;

– Dá-se mais importância ao legado do filósofo “fulano de tal” que às obras dos Santos.

– Querem fazer prevalecer a “democracia” numa estrutura que é, por natureza, hierárquica.

– Ao contrário do que sempre ensinou a Igreja, “Salvação” – para esta gente – significa “Justiça Social”, algo como bem-estar nesta vida. Perdeu-se a dimensão do transcendente… Esqueceram que Jesus disse: “que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro se vir a perder a própria vida?”.

– Estão pouco se lixando para os Mandamentos. O negócio é o seguinte: se cada um agir segundo a sua consciência, está tudo bem.

 

            Meu Deus! Que raça de “católicos é essa”? E tudo que eu estou aqui relatando está documentado, gravado, fotografado, filmado, etc. Ou seja: não se trata das minhas impressões preconceituosas. São <fatos> que saltam aos olhos (e bradam aos céus!). São tantas opiniões distorcidas, tantas posições contraditórias e errôneas, tantos elementos de heresia, que não dá – definitivamente – para prestar nenhum apoio à gente envolvida com essa “teologia”. Quanto à pessoa de Frei Betto, não conheço. Quanto à sua índole, Deus julgará. Todavia, quanto àquilo que *objetivamente* ele defende, posso dizer que nada se aproveita. Que vergonha para Santo Tomás de Aquino ter um confrade deste alvitre!

             A Teologia da Libertação – com as malditas comunidades de base, com o trio BBB [Betto, Boff e Barros], com padres políticos e tudo mais – tem minado Igreja por dentro e grande parte dos padres, e também dos fiéis, não percebe isso. É triste, é lamentável. Em Recife, temos uns poucos padres que – graças a Deus – têm enfrentado o monstro TL. Mas é muito pouco. Quem realmente podia fazer alguma coisa não o faz: ou porque prefere se omitir e não encarar este árduo combate; ou porque discorda da nocividade disseminada por esta teologia no seio da Igreja e na mente dos católicos. É uma pena. O povo está sendo mal formado porque – entre outras coisas – muitos sacerdotes preferiram ensinar as teologias da moda [que circulam nos corredores das universidades] a ministrar o catecismo.

            Eu já me convenci de que não posso coisa alguma. Nós, ditos “tradicionalistas”, nada podemos. Os hereges ganham espaço para defender os seus achismos; mas nós – quando expomos a Doutrina da Igreja – somos menosprezados e discriminados como “aqueles que acham que sabem de tudo”. Não temos voz nem vez a não ser no nosso próprio meio: nos nossos blogs e sites, fazendo uma apologética católica que – infelizmente – há muito foi esquecida pelos sacerdotes e leigos em nome de um “tolerantismo” (perdão pelo neologismo) que esvazia a nossa identidade.

            Diria Cícero: “Que tempos! Que costumes!”.

            

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