PT


Vejam só como uma coisa leva à outra…

Não sei por que cargas d’água mas o “pedido de demissão” do PTralha Antonio Palocci parece ter conferido a ele uma auréola de retidão, ombridade, e tudo o mais que nele inexiste em ato. De repente, o Tio Patinhos do PT se travestiu de São Dimas, o “Bom Ladrão”. É Brasil, relevemos. Bem, lendo algumas coisas sobre este assunto, deparo-me – sem querer – com um tweet da Marta Suplicy (a atual madrinha da ideologia gayzista no Senado) lamentando a saída do companheiro:

Esta mesma cantiga de lamento já havia sido cantada pelo presidente nacional do PT, Rui Falcão, na Nota Oficial publicada no site do partido poucos minutos antes do tweet da ministra. Acontece que, como disse no início deste post, uma coisa leva à outra… Enquanto eu navegava pelo perfil da ministra, o Twitter me sugeriu seguir um perfil correlato chamado SomosLGBT. Até aí, nada demais. Quem é que não sabe que a ministra gosta de uma sopa de letrinhas? Curioso como sou, fui ver o tal perfil gayzista. E eis que me deparo com a seguinte notícia (que foi um tweet de SomosLGBT): TCU vai verificar possível desperdício com kit anti-homofobia. A manchete havia sido publicada originalmente no Terra.

Ora, ora, em um primeiro momento eu disse a mim mesmo: “até que enfim alguém reconheceu que é um enorme desperdício de dinheiro público confeccionar e distribuir esta porcaria de kit anti-homofobia!”. Mas, não era bem isso… Ao continuar a leitura da notícia, dei-me conta de que, para o TCU, desperdício é ter elaborado o material e não distribuir (!). É como se dissessem: “agora que a coisa (os kits) já está feita, suspender a distribuição é jogar na lata do lixo os recursos empregados quando da produção do material”.

Do ponto de vista estritamente financeiro, de fato o Tribunal de Contas da União tem razão: gastar uma nota com algo que não vai ter mais serventia alguma é, sim, desperdiçar. Contudo, indo um pouco além do aspecto financeiro, é possível perceber como a **visão de mundo** dos cristãos difere da perspectiva da sociedade contemporânea. Como a nossa cartilha de valores e princípios é diferente da moral social hodierna! Enquanto nós, cristãos, damos graças a Deus pelas nossas crianças terem sido privadas desse catecismo imoral e maquiavélico que seria distribuído nas escolas, outros lamentam o prejuízo pouco sem perceber o lucro que dele extraímos.

Sim, eu sei: não cabe ao TCU analisar o conteúdo dos kits, nem avaliar a conveniência de distribui-los como política pública educacional. Todavia, é incrível que apenas os cristãos (e uns poucos “gatos-pingados” de outros credos) sejam capazes de enxergar que mais importante – e mais preocupante! – que o desperdício de dinheiro é o desperdícios de valores, de princípios.

Rezemos, com a firme esperança que também é própria dos que creem no Cristo, para que o Tribunal de Contas possa realmente ajudar a caçar e capturar os inconsequentes que colaboraram na elaboração irresponsável dos malfadados kits anti-homofobia (ou seriam kits heterofóbicos?…).

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O Brasil caminha, sem sombra de dúvida, para uma ditadura de esquerda. Não bastando a facilitação do divórcio, o legislativo agora se depara com um lei em que o Estado visa ensinar aos pais como educar seus próprios filhos:  refiro-me ao Projeto de Lei 2.654/03, que ficou popularmente conhecido como “Lei da Palmada”. O Projeto – que reforma o Estatuto da Criança e do Adolescente e, também, partes do Código Civil – foi encaminhado ao Congresso Nacional e encontra-se na pauta da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados.

A “Lei da Palmada” é uma demonstração claríssima de que o Estado deseja fazer com que os seus tentáculos alcancem realidades que não lhe dizem respeito. A ingerência estatal em assuntos que deveriam ficar restritos ao âmbito familiar fere o clássico Princípio da Subsidiariedade (tão caro e fundamental para a Doutrina Social da Igreja). Neste sentido, são muito oportunas as palavras do papa Leão XIII, na Encíclica Rerum Novarum:

Assim como a sociedade civil, a família […] é uma sociedade propriamente dita, com a sua autoridade e o seu governo paterno, é por isso que sempre indubitavelmente na esfera que lhe determina o seu fim imediato, ela goza, para a escolha e uso de tudo o que exigem a sua conservação e o exercício duma justa independência, de direitos pelo menos iguais aos da sociedade civil. Pelo menos iguais, dizemos Nós, porque a sociedade doméstica tem sobre a sociedade civil uma prioridade lógica e uma prioridade real, de que participam necessariamente os seus direitos e os seus deveres. E se os indivíduos e as famílias, entrando na sociedade, nela achassem, em vez de apoio, um obstáculo, em vez de protecção, uma diminuição dos seus direitos, dentro em pouco a sociedade seria mais para se evitar do que para se procurar.

Querer, pois, que o poder civil invada arbitraria-mente o santuário da família, é um erro grave e funesto. Certamente, se existe algures uma família que se encontre numa situação desesperada, e que faça esforços vãos para sair dela, é justo que, em tais extremos, o poder público venha em seu auxílio, porque cada família é um membro da sociedade. Da mesma forma, se existe um lar doméstico que seja teatro de graves violações dos direitos mútuos, que o poder público intervenha para restituir a cada um os seus direitos. Não é isto usurpar as atribuições dos cidadãos, mas fortalecer os seus direitos, protegê-los e defendê-los como convém. Todavia, a acção daqueles que presidem ao governo público não deve ir mais além; a natureza proíbe-lhes ultrapassar esses limites. A autoridade paterna não pode ser abolida, nem absorvida pelo Estado, porque ela tem uma origem comum com a vida humana. «Os filhos são alguma coisa de seu pai»; são de certa forma uma extensão da sua pessoa, e, para falar com justiça, não é imediatamente por si que eles se agregam e se incorporam na sociedade civil, mas por intermédio da sociedade doméstica em que nasceram. Porque os «filhos são naturalmente alguma coisa de seu pai… devem ficar sob a tutela dos pais até que tenham adquirido o livre arbítrio» (4). Assim, substituindo a providência partena pela providência do Estado, os socialistas vão contra a justiça natural e quebram os laços da família.

Não obstante as palavras do Sucessor de Pedro tenham sido bem claras, gostaria de fazer aqui algumas considerações sobre esta relação entre Estado e Família – no que concerne à propositura desta tal “Lei da Palmada”.

O Estatuto da Criança e do Adolescente (curiosamente abreviado de ECA) já prevê punições bem severas (se comparadas ao padrão tupiniquim) para pais descontrolados que querem fazer de seus filhos saco de pancadas. O artigo 129 do ECA, por exemplo, enuncia as medidas aplicáveis aos pais ou responsáveis, entre as quais estão a “advertência” [inciso VII], a “perda da guarda” [inciso VIII], a “destituição da tutela” [inciso IX], a “suspensão ou destituição do poder familiar” (antigo “poder pátrio”) [inciso X], etc. O artigo 130 diz que “verificada a hipótese de maus-tratos, opressão ou abuso sexual impostos pelos pais ou responsável, a autoridade judiciária poderá determinar, como medida cautelar, o afastamento do agressor da moradia comum(grifos meus). Ora, isto posto, parece-me injustificada a tese do deputado Erci de Moraes (PPS) que afirmou que “a lei da palmada veio para fortalecer o Estatuto”. Se o ECA já é claro sobre a punição de agressores, qual a necessidade de editar mais uma norma a respeito da mesma matéria? Será que o ócio do legislativo é tal que ele agora está cunhando normas só para mandar que se obedeçam às já existentes?

Saindo um pouco da esfera do Direito, virão os seguidores apaixonados de Paulo Freire dizer que “bater não é a solução”. Ok. Concordo. Entretanto, não está em discussão a “eficácia” da palmada enquanto método educacional. A questão é mais profunda: o Estado está usurpando a autoridade dos pais, e a usurpação de autoridade é uma das principais características de uma ditadura! Se bem percebermos, é o Estado que está querendo dizer aos pais qual é o melhor e o pior método de educar os filhos! Que pedagogo apoiaria tal medida?

Outros dirão: há pais que “exageram na dose”, de tal maneira que uma palmada acaba se convertendo em espancamento. Ok. Também concordo. Mas o que garante que a aprovação desta lei fará “desaparecer” esse tipo de pais? Acaso se está pensando que multiplicar leis resolverá o problema dos desequilibrados? Ademais, por que estes “exagerados” não poderiam simplesmente ser enquadrados nos artigos do Código Penal que tipificam e punem atos de violência, nas suas diversas modalidades, agravantes e qualificadoras?

Há, ainda, o problema da geração [desnecessária] de mais demandas judiciais – decorrentes da reivindicação do “direito de não-apanhar”. Com isso, o judiciário – já abarrotado de pendências – ganhará mais alguns volumes para as suas estantes já superlotadas de processos…

Sem contar com a possibilidade de que filhos “mais esclarecidos” passem a usar a lei como instrumento para chantagear os pais: “se você me der um tapa, te mando para a cadeia”. Uma lei que ajuda a formar filhos rebeldes! Não é fantástico? Aos que acham que eu estou sendo exagerado, peço que reflitam com vagar sobre o seguinte trecho – extraído do malfadado PL 2.654/03: “Cabe ao Estado […] introduzir no currículo do ensino básico e médio um tema transversal referente aos direitos da criança nos moldes dos Parâmetros Curriculares Nacionais”. É isso mesmo, caros pais e responsáveis: o Estado ensinará os seus filhos e pupilos a revoltar-se contra a opressora hierarquia familiar, contra as medidas arbitrárias que vocês – “soberbamente” – lhes impõem.

Por fim, aos que argumentam que a lei foi motivada por bons propósitos, contra-argumento com o célebre, e veraz, adágio proveniente da sabedoria popular: “De boas intenções o inferno está cheio”…

Esta lei, portanto, representa um desserviço à família. Aliás, é perceptível que o atual governo intenta destruir a instituição familiar e, para isso, está executando, paulatinamente, um plano macabro cuja inspiração é, com toda certeza, satânica. Um passo nessa direção foi a facilitação do processo de dissolução civil da sociedade conjugal. É bem verdade que, no Brasil, foi uma ditadura de direita que introduziu a figura do divórcio, por meio da Lei 6.515, de 26 de Dezembro de 1977 (ou seja, durante o governo do General Ernesto Geisel). Mas é sintomático que a esquerda esquizofrênica que hoje manda no Brasil tenha ampliado o alcance dessa lei. Ressalte-se que o “divórcio a qualquer custo” sempre foi uma bandeira da esquerda. Portanto, tanto a flexibilização da Lei do Divórcio quanto a “reforma” proposta pela Lei da Palmada são demonstrações inequívocas do desejo comunista de transformar o Brasil em um Estado Totalitário. O Estado “xereta”, intrometido, quer, na realidade, matar dois coelhos em uma só caixa d’água: o primeiro coelho é a destruição da instituição familiar [que representa um obstáculo ideológico ao desenvolvimento de seus projetos megalomaníacos]; e o segundo é o estímulo à subversão nas camadas mais basilares da sociedade [para, depois, bem aos modos comunistas, subjugar a sociedade mediante o emprego da força e exercício do autoritarismo. Tudo isso com a desculpa de estar “restabelecendo a ordem”]. Se estes não forem os reais motivos para proposituras legais desta natureza, eu – sinceramente – não consigo encontrar razões que as “justifiquem”.

Desnecessária, inócua, desmedida, absurda, infeliz e injusta. É isso que a “Lei da Palmada” é. E adivinhem de quem foi a ideia? Da deputada federal Maria do Rosário, que “coincidentemente” pertence ao PT do Rio Grande do Sul… Não é implicância, não. É só mais uma constatação…

Leia também: Reinaldo Azevedo comenta o “projeto da palmada”.

Vi no Facebook do Movimento Monarquia este vídeo espetacular do corajoso deputado Paes de Lira, do PTC, mostrando que não apóia a comunista-oportunista-abortista Dilma Hussein. Vejam:

[Trago aqui a íntegra de um e-mail enviado pelo Senador Paulo Paim (PT/RS) como resposta ao protesto veiculado na internet contra o PNDH3. Agradeço ao amigo Guilherme Boaviagem por ter compartilhado esta informação. O senador sinalizou que hoje [08] ocorrerá audiência pública sobre o assunto].

O ministro Paulo de Tarso Vannuchi, da Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República, participa nesta quinta-feira (8) de audiência pública que reúne seis comissões permanentes do Senado. Ele vai falar sobre o terceiro Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3) o qual, entre outras medidas, cria a Comissão Nacional da Verdade para investigar a violação de direitos humanos durante o período da ditadura militar.

O debate reunirá senadores das comissões de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT); Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH); Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ); Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE); Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA); e Agricultura e Reforma Agrária (CRA).

O anúncio do PNDH-3 motivou polêmica que chegou a causar mal-estar entre ministros, militares e setores da sociedade civil. De acordo com críticos, a proposta do governo confere à Comissão Nacional da Verdade poderes para interrogar militares sobre supostos casos de violação de direitos humanos no período da ditadura militar, bem como solicitar documentos públicos e privados que ajudem na identificar torturadores.

O Plano Nacional de Direitos Humanos também apóia a aprovação de projeto de lei que descriminaliza o aborto. O texto prevê ainda o reconhecimento da união civil entre pessoas do mesmo sexo e a cassação de concessão de emissoras de rádio e de televisão que transmitirem programas que violem os direitos humanos.

No mês passado, a CCJ chegou a aprovar a convocação da então ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, para falar sobre o plano. No entanto, senadores da base do governo conseguiram aprovar requerimento substituindo o nome de Dilma pelo de Paulo Vannuchi, em uma conturbada reunião.

             I – Olavo de Carvalho

             Hoje assisti a este vídeo no Youtube em que o Olavo de Carvalho fala um pouco sobre  “Oração e Autoconhecimento”. Em um primeiro momento achei que ele fosse tender ao gnosticismo ou ao esoterismo… Entretanto, de modo geral, os comentários dele fazem bastante sentido. Uma das ideias que ele desenvolve, e que mais me chamou a atenção, foi a necessidade de realização diária do exame de consciência [enquanto prática cristã] para aprimoramento da honestidade intelectual e sinceridade consigo mesmo [tendo como objetivo o alcance da verdade]. Ele também fala um pouco sobre as “bases da inteligência”. Não estou postando o vídeo diretamente aqui no blog porque – no final – o Olavo se empolga [como sempre] e acaba dizendo alguns palavrões… Abstraindo isso, o vídeo é legal.

             II – Reinaldo Azevedo

             Na sua coluna de hoje, o Reinaldo Azevedo comentou a questão do Plano Nacional de Banda Larga [PNBL]. O colunista de Veja trouxe à baila algumas matérias publicadas em jornais para denunciar a ligação [digamos, “privilegiada”] de José Dirceu com a reativação da Telebrás… O Plano é, para variar, mais um arrumadinho dos petralhas para favorecer os seus comparsas. Leiam aqui.

               I

O Roberto Cavalcanti escreveu um texto interessante sobre “Preconceito”. Segundo ele, a “pequena dissertação pretende discutir, sob uma ótica filosófica, a problemática do preconceito. Trata-se de um tema em bastante evidência na sociedade contemporânea, tendo em vista que o termo ‘preconceito’ é um chavão recorrente em discussões no sentido de travar determinadas opiniões”. As considerações me pareceram bastante pertinentes e algumas até meio chocantes… Destaco:

“A palavra “preconceito” virou uma espécie de mantra politicamente correto. É utilizada de forma tão recorrente para censurar a veiculação de determinados argumentos, que vem funcionando hoje quase como um reflexo incondicionado destinado a silenciar interlocutores. Como um clichê socialmente recorrente, trata-se de um mecanismo de exclusão sumária dos dissidentes do pensamento dominante, em outras palavras, uma heresia politicamente correta”.

 

             II

Humberto Vieira, presidente do PROVIDAFAMILIA, elaborou um documento – a partir de uma base de dados muito sólida – intitulado “PARA ENTENDER O PT”. Recomendo fortemente a leitura! Há quem pense que os pró-vida sofrem de síndrome de perseguição: em tudo enxergam uma armação do movimento pró-aborto. Entretanto, partindo dos bastidores, o Humberto demonstra que o lobby dos aborteiros é uma realidade, e o financiamento das campanhas de promoção do aborto um fato mensurável… Confiram!

 

              III

Saiu na ACI: Santa Sé confirma a passagem do maior grupo de anglicanos à Igreja Católica. Com certeza essa notícia é espetacular porque retoma o sentido católico [original] do termo “Ecumenismo”: o retorno à Verdadeira Igreja de Cristo, a volta à plena comunhão com o Bispo de Roma, o regresso ao colo Mãe. Graças a Deus!

Entretanto, diante das notícias tortas dadas pelos grandes veículos de comunicação [sobretudo a televisão], cabem aqui duas ressalvas:

1 – Permitir que ex-sacerdotes anglicanos [casados] sejam admitidos ao sacerdócio católico não é o mesmo que autorizar padres católicos [celibatários] a contrair matrimônio; muito menos incutir nos seminaristas a idéia de que o celibato tenha sido abolido ou facultado à vontade dos candidatos ao ministério presbiteral.

2 – O “modelo canônico único […] regulável a diversas situações locais”, ao qual a Santa Sé se referiu, muito provavelmente funcionará como se os anglicanos fossem mais uma tradição a enriquecer o patrimônio litúrgico e espiritual da Igreja [como há, em alguns lugares, o rito próprio da Diocese]. Nada tem a ver com um novo rito, muito menos com a manutenção de costumes que, porventura, contrariem a Fé Católica.

 

             

 

            I – O Bonfim da Dilma

             A agenda política da Ministra Dilma Roussef – pré-candidata às próximas eleições presidenciais – está recheada de visitas a templos, organismos e institutos religiosos. O Diário de Pernambuco publicou uma matéria a respeito.

             A reportagem do Diário – a meu ver, escrita de maneira infeliz – destaca que (grifos meus):

  “A visita à Igreja do Senhor do Bonfim foi escolhida a dedo. Os organizadores colocaram a ministra na segunda missa da manhã, por volta das 7h, por ser a que mais fiéis recebe. Integrantes do candomblé se misturam a católicos no templo. O Senhor do Bonfim é um dos ícones do sincretismo religioso nacional. A previsão é de que 400 pessoas participem da missa celebrada pelo reitor da basílica, Edson Menezes”

            É triste ver que alguém é capaz de visitar o Templo do Senhor com o objetivo precípuo e declarado de, tão-somente, obter popularidade e, assim, conquistar o eleitorado. É triste ver que o Templo ao qual – no passado – só os batizados tinham acesso (ficando os pagãos do lado de fora) – hoje acolhe gente que não tem nenhum respeito pela sacralidade daquele ambiente. Gente que, provavelmente, entra na Igreja sem sequer fazer uma reverência, por mínima que seja. Gente que quer usar a Igreja como palanque, e não como Casa de Oração. Gente que dá as costas para o Santíssimo Sacramento e não fiz o mínimo caso disso… Lamentável. Talvez precisemos fazer como Nosso Senhor: confeccionar chicotes e expulsar, à força bruta, esses vendilhões de araque.

 

 II – Thomson, o Terrível

             O Diário também divulgou um simpósio sobre células-tronco que está acontecendo no Mar Hotel, em Boa Viagem até amanhã (10). Na programação do evento consta uma palestra sobre células-tronco embrionárias a ser proferida pelo professor americano James Thomson, da Universidade de Wisconsin. Este distinto pesquisador, segundo a Revista Época, “foi o primeiro a recolher embriões humanos descartados pelas clínicas de fertilização e, a partir deles. Cultivar as preciosas células-tronco”. Para saber bem que é este fulano, recomendo enfaticamente que leiam este artigo da Dr.ª Alice Teixeira: é extremamente esclarecedor. Parafraseando um conhecido meu: “Sr. Thomson, passar bem… Passar bem longe!

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