jovens


Na semana que vem o Papa visitará Portugal. A Igreja portuguesa lançou, em preparação para esta visita, um site oficial – muito bem preparado por sinal. Foi nele que encontrei esta preciosa Carta dos Jovens Portugueses a Bento XVI [publicada a 19 de Março, Solenidade de São José]. Os grifos são meus.

Nós acreditamos! Que, através de Sua Santidade, Deus revela a missão que tem desenhada para a sua Igreja. Esta missão de levar Cristo a todo o Mundo!

Nós acreditamos! Que na sua visita a Portugal, a Terra de Nossa Senhora, traz uma mensagem para cada pessoa, em especial para cada jovem. Mensagem essa que nos confia uma missão. A missão de sermos, tal como os pastorinhos de Fátima, verdadeiros portadores da bondade e alegria de Deus e Nossa Senhora! Estamos dispostos a tomar parte nesta missão evangelizadora do Santo Padre.

Nós acreditamos! Que essa é a nossa missão! Tanto em Lisboa, como em Fátima, como no Porto, queremos marcar presença e fazer a diferença! Queremos mostrar a verdadeira força que temos. Esta grande alegria que nos fará incendiar corações com a palavra de Cristo! Todos juntos, queremos ser verdadeiramente como um só. Comprometemo-nos a ser a esperança de que a sociedade tantas vezes sente falta e a ser uma fonte de luz no mundo actual. Queremos trazer Cristo diariamente ao mundo através da nossa simplicidade e alegria, mas também e principalmente pela nossa radicalidade e originalidade. Aceitamos o desafio que Sua Santidade nos lançou. De agarrarmos o futuro com as nossas duas mãos e pôr a render os nossos dons. Dons esses, que acreditamos que nos darão ainda mais fé e esperança para enfrentar o nosso caminho e com os quais acreditamos poder mudar o mundo.

E eu aqui, morrendo de inveja [risos], vou transportar meu coração à Fátima para, ao menos com orações, estar aos pés destas duas figuras tão importante para a Igreja [e tão caras a mim, em particular]: o Santo Padre e a Virgem Mãe de Deus! Rezemos para que Portugal, a Terra de Nossa Senhora, saiba acolhê-los!

By the way: o pessoal da comunidade JMJ 2011, no Facebook, está propondo que os jovens – sobretudo os portugueses – coloquem o logo da visita do papa a Portugal como sendo a imagem do seu perfil [ao menos durante a estada do Papa em terras portuguesas].

              I – Papa, Facebook, Conselhos aos Jovens

 

              Há uma comunidade no Facebook criada com o intuito de congregar todos quantos desejam se informar e se preparar para a próxima Jornada Mundial da Juventude, que ocorrerá em Madrid o ano que vem. Nesta comunidade, encontram-se postados 10 conselhos que o Santo Padre, em abril de 2006, deu aos jovens. Penso que seja bom e útil revê-los. São eles:

 

1)       Conversar com Deus

2)       Contar-lhe as penas e alegrias

3)       Não desconfiar de Cristo

4)       Estar alegres: querer ser santos

5)       Deus: tema de conversa com os amigos

6)       No Domingo, ir à Missa

7)       Demonstrar que Deus não é triste

8)       Conhecer a Fé

9)       Ajudar: ser útil

10)   Ler a Bíblia

 

             Aconselho veementemente a todos que me estiverem lendo que vão á página do Facebook e leiam os breves comentários feitos pelo Papa ao dar cada conselho. O Santo Padre, naquela ocasião, concluiu seu pronunciamento aos jovens com estas palavras:

 

“Construir a vida sobre Cristo, acolhendo com alegria a palavra e pondo em prática a doutrina: eis aqui, jovens do terceiro milênio, o que deve ser o vosso programa! É urgente que surja uma nova geração de apóstolos enraizados na palavra de Cristo, capazes de responder aos desafios do nosso tempo e dispostos a difundir o Evangelho por toda a parte. Isto é o que o Senhor vos pede, a isto vos convida a Igreja, isto é o que o mundo – ainda que não saiba – espera de vós! E se Jesus vos chama, não tenhais medo de responder-lhe com generosidade, especialmente quando vos propõe segui-lo na vida consagrada ou na vida sacerdotal. Não tenhais medo; confiai n’Ele e não ficareis decepcionados”.

BENTO XVI

9 de Abril de 2006

 

 

              II – Assembléia Pastoral Arquidiocesana de Olinda e Recife

 

             Como a maioria dos católicos da Arquidiocese de Olinda e Recife já deve saber, está acontecendo – em atenção à convocação feita por D. Fernando Saburido – a Assembléia Pastoral Arquidiocesana. No site da Arquidiocese, encontrei uma matéria que trazia estes comentários a respeito da Assembléia:

 

“Padres, diáconos, religiosos e leigos esperam que esta seja o inicio de uma renovação na igreja particular de Olinda e Recife”.

“Para o Arcebispo, Dom Antônio Fernando Saburido, a descentralização das atividades arquidiocesanas, principal objetivo deste evento, refletirá em uma reestruturação eclesial e pastoral dando um novo ânimo para todos”.

             

               Eu acho realmente prejudicial esta linguagem que vem sendo empregada para se referir a tudo aquilo que diz respeito à Arquidiocese de Olinda e Recife. Tem-se falado sempre em “renovação”, “novo ânimo”, “reestruturação”, etc. Vejo nisso uma crítica velada [ou expressa?] à administração de D. José Cardoso Sobrinho. É como se a era de D. José fosse “velha, desanimada e desestruturada” [o que implica numa “necessidade de desfazer” tudo o que D. José fez]. Por causa desta terminologia infeliz as pessoas são levadas a crer que o arcebispo emérito, na época de sua gestão, “sufocou” a Arquidiocese – que agora “respira aliviada” sob o cajado de S. Excª. D. Fernando Saburido. Isso é uma GRANDE injustiça. Pronto. Disse.

              Antes que eu esqueça: o encerramento da Assembléia ocorrerá com uma celebração ecumênica…

 

              III – Anglicanos: conversão massiva e maciça

 

               Vejam que trecho maravilhoso de uma reportagem publicada por Zenit [grifos meus]:

A comunidade de anglicanos Foward in Faith, que tem sua sede principal na Austrália, poderia ser o primeiro caso de adesão coletiva à plena comunhão com a Igreja Católica depois da publicação da constituição Anglicanorum Coetibus, no último dia 4 de novembro.

Assim deu a conhecer o bispo anglicano David Robarts OAM, em declarações ao jornal australiano The Daily Telegraph, publicadas na terça-feira.

[…] Durante uma reunião realizada no último final de semana, cerca de 200 membros votaram unanimemente por voltar à plena e visível comunhão com a Igreja Católica.

 

             Quem sabe “fazer ecumenismo” é o Papa. Isso é inegável.  Enquanto alguns sacerdotes, bispos e até conferências episcopais inteiras acham que ecumenismo é cada um “ficar no seu canto” [como se todos estivessem certos, i.e., com a Verdade], o Romano Pontífice atrai para Cristo os filhos dispersos da Santa Mãe Igreja. Viva! Um amigo me lembrava hoje um “ditado” do professor Felipe Aquino – referindo-se ao Papa Bento XVI: “Eu confio no meu Pastor Alemão!” Eu também, professor! 😉

 

               IV – Padre Paulo Ricardo e Quarta-Feira de Cinzas

 

              Ultimamente [reconheço!] tenho citado bastante o Padre Paulo Ricardo. É que – permitam-me dizer – dia após dia me convenço de que Pe. Paulo é uma das mentes mais brilhantes da Igreja no Brasil. Assim sendo, permitam-me – ainda que com um pouco de atraso – recomendar este brevíssimo vídeo com mais um de seus comentários. Desta feita, ele discorre sobre o sentido da Quarta-Feira de Cinzas. Muito legal, de verdade!

[Divulgando para a memória e benefício espiritual do nosso dileto amigo, Alcides do Nascimento Lins. Ou, simplesmente, Alcides].

 

 Fonte: UFPE

Nessa quinta-feira (11), a UFPE promove um ato público para homenagear o estudante do curso de Biomedicina da UFPE Alcides do Nascimento Lins, que morreu na madrugada do último sábado, após ser baleado em sua casa, na comunidade Vila Santa Luzia, no bairro da Torre. Às 10h, no hall do Centro de Convenções da UFPE, uma missa em memória de Alcides será celebrada pelo padre Romeu, da paróquia da Torre, da qual o aluno fazia parte.

Logo após a missa, às 11h, ocorrerá o Ato pela Vida, uma caminhada organizada pela UFPE, tendo como entidades convidadas o Hemope (onde Alcides estagiava), UFRPE, UPE, Unicap, Facepe, UNE, DCE, escolas públicas, entre outras.

A concentração da caminhada será no Centro de Convenções da UFPE, no Campus Recife. Os participantes percorrerão a Avenida dos Reitores em direção à Reitoria (sem cruzar a BR-101), passando pela Biblioteca Central, Centro de Artes e Comunicação e encerrando no mesmo local de concentração.

Em abril de 2007, a aprovação de Alcides no Vestibular da UFPE, em um curso bastante concorrido, ganhou a mídia nacional. O momento de felicidade vivido por Alcides e sua mãe, Maria Luiza, foi destacado no Programa Fantástico, da Rede Globo, que mostrou a dura realidade da família do estudante moradora de uma comunidade carente do Recife. A morte de Alcides teve repercussão nacional.

HOMENAGEM – Durante a colação de grau dos cursos do Centro de Ciências Biológicas (CCB), que ocorreu na última segunda-feira (8), o reitor Amaro Lins, a diretora do CCB, Ângela Farias, estudantes e docentes do Centro homenagearam o aluno Alcides do Nascimento Lins.

O reitor e a diretora do Centro destacaram a importância de Alcides como representante dos jovens de escola pública. Os presentes, atendendo a pedido do reitor, fizeram um minuto de aplausos em homenagem ao rapaz. “Temos que ter esperanças de que um dia tenhamos centenas de Alcides, e não apenas um, circulando pelos corredores de nossa Universidade”, comentou a professora Ângela.Os formandos de Biomedicina usaram fitas brancas no braço, simbolizando a paz.

Além do falecimento de Alcides, também foi lembrada pela professora Ângela Farias a morte de Ludmila Meireles, ex-aluna do CCB e mestranda em Tecnologia Ambiental, decorrente de acidente de carro no Complexo de Salgadinho, em Olinda. “Hoje é a missa de 7º dia de nossa ex-aluna do curso de Ciências Biológicas/Ciências Ambientais Ludmila Meireles da Silva e na madrugada desse último sábado, perdemos de forma violenta e brutal o nosso aluno do curso de Biomedicina, Alcides do Nascimento Lins, com apenas 22 anos de idade”, relatou ela.

Encontrei no Youtube um vídeo com um trecho do discurso que o Sumo Pontífice, Bento XVI, pronunciou dirigindo-se aos jovens congregados no estádio do Pacaembu, em São Paulo, por ocasião de sua visita ao Brasil, em 2007. Emocionei-me ao recordar que tive a graça de ouvir – de viva voz – as palavras do Sucessor de Pedro. Bons momentos 🙂

Chamo a vossa atenção para um detalhe: o homem que fala àquela multidão reunida no estádio é bem diferente daquele que a mídia apresenta como “Ratzinger, o Inquisidor”. Dócil, voz firme, alegre, eloquente, santo: assim é Bento XVI. Espero que este vídeo vos renda bastantes frutos espirituais. Particularmente, percebi que hoje compreendo melhor o que Papa quis dizer quando afirmou [nos alertando] que “Deus não nos tira nada,  ao contrário, ele nos dá tudo“!

 

Qualquer coisa que saia da pena de D. Rafael Lhano Cifuentes dispensa recomendação e elogios. Homem dotado de  uma inteligência  aguçadíssima, D. Cifuentes – que é bispo de Nova Friburgo – escreveu um artigo intitulado “A Maturidade Afetiva”. O texto – que, na verdade, é um excerto do livro “A Maturidade”, publicado pela Editora Quadrante – pode ser lido na íntegra neste endereço. Trago aqui apenas a última parte do mesmo, na qual Sua Excelência Reverendíssima fala sobre “Educar a Afetividade”.  Ao abordar o tema – sempre com um olhar muito “prático” sobre a realidade – D. Rafael nos brindou com um texto cujo título poderia, tranquilamente, ser substituído por “A Maturidade Efetiva”. Leiam:

 

EDUCAR A AFETIVIDADE

Mais do que nunca, é preciso prestar atenção hoje à educação da afetividade dos filhos e à reeducação da afetividade dos adultos. Uma educação e uma reeducação que devem ter como base esse conceito mais nobre do amor que acabamos de formular: aquele que vai superando o estágio do amor de apetência – que apetece e dá prazer – para passar ao amor de complacência – que compraz afetivamente – e abrir-se ao amor oblativo de benevolência – que sabe renunciar e entregar-se para conseguir o bem do outro.

O amor maduro exige domínio próprio: ir ascendendo do mundo elementar – imaturo – do mero prazer, até o mundo racional e espiritual em que o homem encontra a sua plena dignidade. Reclama que se canalizem as inclinações naturais sensitivas para pô-las ao serviço da totalidade da pessoa humana, com as suas exigências racionais e espirituais. Requer que se conceda à vontade o seu papel reitor, livre e responsável. Pede que, por cima dos gostos e sentimentos pessoais, se valorizem os compromissos sérios reciprocamente assumidos… Aaron Beek, no seu livro Só o amor não basta, insiste repetidamente em que é necessária a determinação da vontade para dar consistência aos movimentos intermitentes do coração: o mero sentimento não basta.

O “amor como dom de si comporta – diz o Catecismo da Igreja Católica – uma aprendizagem do domínio de si <…>. As alternativas são claras: ou o homem comanda e domina as suas paixões e obtém a paz, ou se deixa subjugar por elas e se torna infeliz. Esse domínio de si mesmo é um trabalho a longo prazo. Nunca deve ser considerado definitivamente adquirido. Supõe um esforço a ser retomado em todas as idades da vida””.

Isto significa cultivar o amor. O maior de todos os amores desmoronar-se-á se não for aperfeiçoado diariamente. Empenho este que, na vida diária, se traduz no esforço por esmerar-se na realização das pequenas coisas, à semelhança do trabalho do ourives, feito com filigranas delicadamente entrelaçadas cada dia, na tarefa de aprimorar o trato mútuo, evitando os pormenores que prejudicam a convivência.

A convivência é uma arte preciosa. Exige uma série de diligências: prestar atenção habitual às necessidades do outro; corrigir os defeitos; superar os pequenos conflitos para que não gerem os grandes; aprender a escutar mais do que a falar; vencer o cansaço provocado pela rotina; retribuir com gratidão os esforços feitos pelo outro… e, especialmente, renovar, no pequeno e no grande, o compromisso de uma mútua fidelidade que exige perseverança nas menores exigências do amor…, uma perseverança que não goza dos favores de uma sociedade hedonista e permissivista, inclinada sempre ao mais gostoso e prazeroso.

O coração não foi feito para amoricos, dizíamos, mas para amores fortes. O sentimentalismo é para o amor o que a caricatura é para o rosto. Alguns parecem ter o coração de chiclete: apegam-se a tudo. Uns olhos bonitos, uma voz meiga, um caminhar charmoso, podem fazer-lhes tremer os fundamentos da fidelidade. Outros parecem inveterados novelistas: sentem sempre a necessidade de estar envolvidos em algum romance, real ou imaginário, sendo eles os eternos protagonistas: dão a impressão de que a televisão mental lhes absorve todos os pensamentos.

Precisamos educar o nosso coração para a fidelidade. Amores maduros são sempre amores fiéis. Não podemos ter um coração de bailarina. A guarda dos sentidos – especialmente da vista – e da imaginação há de proteger-nos da inconstância sentimental, do comportamento volátil de um “beija-flor”…

Tudo isto faz parte do que denominávamos a educação afetiva dos jovens e a reeducação afetiva dos adultos. João Paulo II a chama “a educação para o amor como dom de si: diante de uma cultura que «banaliza» em grande parte a sexualidade humana, porque a interpreta e vive de maneira limitada e empobrecida, ligando-a exclusivamente ao corpo e ao prazer egoístico, a tarefa educativa deve dirigir-se com firmeza para uma cultura sexual verdadeira e plenamente pessoal. A sexualidade, de fato, é uma riqueza da pessoa toda – corpo, sentimento e alma -, e manifesta o seu significado íntimo ao levar a pessoa ao dom de si no amor”.

Apresento-lhes uma homilia [segmentada em dois vídeos] pronunciada por D. Fr. Alano Maria Pena, Arcebispo Metropolitano de Niterói (RJ). As palavras são dirigidas especialmente aos jovens. Com voz firme, D. Alano – eloquente e veemente – estimula os jovens a se deixarem apaixonar por Cristo. Ele busca “reforçar” o apelo vocacional que Nosso Senhor faz a cada um. Esta homilia é daquelas em que D. Alano faz honrar o hábito dominicano por ele envergado. Como me disse certa vez um padre de Niterói, “ele é um autêntico membro da Ordem dos Pregadores“.

             A capital da Espanha, Madrid, perdeu para o Rio de Janeiro a disputa pela sede das Olimpíadas  de 2016.  Em compensação, sediará um evento muito mais importante:  a Jornada Mundial da Juventude – 2011. 😉 Àqueles que não conhecem a JMJ, ou – conhecendo – ainda não visitaram o site oficial da mesma, recomendo que acessem www.jmj2011madrid.com. A página na internet é um instrumento bastante útil aos que desejam acompanhar e participar [de perto ou longe] deste evento de tão grande importância espiritual para a juventude. Lá, constam testemunhos motivadores e edificantes – como o do garoto colombiano Mauricio Alejandro, de apenas 14 anos, que já está levantando os recursos necessários para viajar e participar da jornada (!):

 

“Cantaré en los buses para poder acudir a la JMJ”

Un joven colombiano se pone em marcha

    
 

Mauricio Alejandro tiene 14 años, estudia cuarto grado de bachillerato y vive en Bogotá (Colombia). Dada su edad, no ha podido asistir todavía a ninguna JMJ, por lo que espera que Madrid sea la primera. Por ello, está haciendo todo lo que se encuentra en sus manos para solventar los elevados costes del viaje. Así, este joven ya se ha puesto en marcha con el fin de conseguir el dinero necesario. Una de las iniciativas que está llevando a cabo es vender chocolatinas en el salón en el que recibe clases y “gracias a Dios me ha ido muy bien”, relata Mauricio Alejandro. Además, “rifé una Biblia”, y de nuevo “me fue muy bien”, cuenta el bogotano.

El joven estudiante cree que Dios “me está ayudando en todo esto” porque, según cuenta, “en mi colegio está prohibido vender, pero el Señor me ha dado la gracia de que mis profesores me apoyen y me ayuden a llevar esta actividad”. Por si esto fuera poco, Mauricio Alejandro tiene en mente muchos otros planes que poner en práctica durante los dos años que faltan para que se celebre la JMJ en Madrid. Alguno de ellos es cantar en los autobuses, vender objetos a la salida de las misas en su parroquia u organizar un bazar. A pesar de lo difícil que resulta realizar todo este trabajo, el futuro peregrino es consciente de que “es un gran sacrificio, pero espero seguir trabajando y no `tirar la toalla´”.

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