Não podemos nos perder olhando em derredor e acabar esquecendo de olhar para Ele – que está no centro e que é O Essencial. Sem Ele, lutar não tem sentido, não vale a pena, tudo aqui não passaria de debates orgulhosos e vidas vazias. Sem essa sensibilidade – da qual muitas vezes fugimos por um salutar receio de virar “sentimentalistas” – podemos correr o risco de nos posicionarmos em um outro extremo, o da ditadura da razão [que é igualmente prejudicial]. Por isso parei. Olhei para Ele. Retomei a caminhada. E convido-vos hoje ao mesmo. A música é bonita, ajuda a elevar a alma a Deus. Dediquemos um instante a fitá-Lo. Afinal, como diz uma outra canção “o tempo esconde o que é eterno”.