I – Mitos Litúrgicos Comentados

O Francisco Dockhorn, do Salvem a Liturgia!, publicou um artigo muito interessante intitulado: Mitos Litúrgicos Comentados – Mito 18 : Usar casula? . Trata-se de um estudo (quase uma “catequese”)  sobre o sentido, a importância, a relevância histórica e o ensino dos Papas sobre as vestes litúrgicas em geral mas, especificamente, sobre o paramento chamado casula. Vale a pena conferir. No texto, o Francisco faz referência ao livro “Introdução ao Espírito da Liturgia”, de autoria do Papa Bento XVI, no qual se diz:


“Pensa-se que a imagem de se revestir de Cristo foi formada nas consagrações dos cultos místicos, em analogia com o culto de vestir máscaras das respectivas divindades. Paulo não fala nem de máscaras nem de ritos, antes de um processo de transformação interior, que tem por objetivo tanto a renovação interior do homem à imagem de Deus como a união dos homens. Tal superação seria a superação das barreiras que crescem e sempre crescerão na história do pecado dos homens. Daí que a imagem de revestir-se de Cristo seja uma imagem dinâmica, que aspira à transformação dos homens e do mundo – ou seja, à nova humanidade. A veste litúrgica evoca o tornar-se como Cristo e a comunidade nova que nasce daí. Ela desafia o sacerdote a pôr-se no caminho para sair da sua própria existência, a fim de se tornar novo com Cristo”.

[…]

Para os Padres, a história do Filho Pródigo regressado era a história da queda de Adão, da falência do homem (Gn 2,7). Eles entenderam a parábola de Jesus como a mensagem do regresso a casa e da reconciliação dos homens entre si: aquele que regressou a casa em Fé recebe de volta a veste primordial e será revestido da Piedade e do Amor de Deus, que constinuem a verdadeira beleza.

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II – Capela Virtual

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