I – A psicóloga

 

Recebi por e-mail uma Carta Aberta da lavra da Drª Rozangela Justino. Em dado trecho, ela mostra o tratamento que o movimento gayzista – instaurado na sociedade brasileira e infiltrado nos conselhos regionais de psicologia – reserva a quem discorda [e procura sanar] a abominável, e anti-natural, prática homossexual. Assim desabafou a Drª Rozangela:

Infelizmente, ao longo dos anos, os psicólogos têm  mantido os mesmos administradores, os que de forma totalitária  me condenaram a Censura Pública, simplesmente porque apoiava pessoas que voluntariamente desejavam deixar a homossexualidade. Além de me condenarem, me colocaram em situação de risco, pois recebo constantemente, ameaças dos ativistas do movimento pró-homossexualismo, obrigando-me a não receber mais pacientes novos, desconhecidos, e com isso, aos poucos, estou fechando as portas dos meus consultórios, devido ao risco quanto a minha integridade pessoal.

 

Lamentável. Que Deus dê coragem a Drª Rozangela.

 

II – O médico

 

Comoventes, porque belas, as declarações que deu o Dr. Patrizio Polisca ao L’Osservatore Romano. Dr. Polisca foi médico de João Paulo II e agora cuida da saúde de S. Santidade, o Papa Bento XVI, . A ACI publicou alguns trechos da entrevista, entre os quais destaco:

“Minha vida profissional sempre esteve em torno do trabalho realizado com sentido cristão”.

“Posso dizer que não posso pensar em minha vida sem a responsabilidade em relação ao Papa e à Igreja. Eu a vivo com uma grande alegria e compartilho-a com minha família. O resto é um sonho feito realidade: exercitar a profissão médica e ter a possibilidade de fazê-lo em uma dimensão que sempre é a minha: a cristã, ao máximo de sua expressão terrena”.

“Compreendi meu sentido de pertença à Igreja de Cristo, tomei consciência do que significa servir o Papa e, através dele, a Igreja”.