Até que ponto é lícito a um candidato que se diz católico valer-se de personagens da Igreja local e nacional para dar apoio à sua causa e candidatura? Não estaria esse candidato “forçando a barra” para simular um apoio “da Igreja”? E se este candidato for petista, agrava-se a situação? Mas, por outro lado, é de todo errado dar e/ou buscar “apoio” para eleger o que se considera “um homem de bem”? O chamado “jogo político” é [ou pode ser] ético? E as declarações escorregadias são sempre um exercício necessário de diplomacia e respeito ou indicam medo de “comprometer-se”?

Bem, essas foram algumas das perguntas que me vieram à mente quando vi as fotos abaixo:

 

Antecipemo-nos à votação fazendo uma enquete:

Anúncios