I – A defensora da morte

O caso provocou uma celeuma sem tamanho no meio pró-vida: uma senhorita que, supostamente, trabalha na Defensoria Pública do Estado de São Paulo postou no Twitter a seguinte frase (ipsis literis):

“Na sexta-feira tive o prazer de entregar um alvará autorizando o aborto de um feto anencéfalo. Coisas que só a Defensoria Pública faz por vc”.

Criticada de todos os lados, a tal nanda_morelli, parece não ter suportado a pressão e bloqueou a visualização pública de seu perfil. Mas o Wagner Moura já havia printado a tela, de forma que não há como apagar os vestígios da tosca afirmação que ela fez 😉 Sem prejuízo de tudo aquilo que já foi comentado, quero ajuntar três observações que julgo pertinentes:

i)                  Parece que há abortistas infiltrados na Defensoria Pública e concentrados em atuar na defesa do aborto. Não seria o caso de os autênticos pró-vida fazerem uma presença mais intensa neste organismo do judiciário, com o intuito de defender a vida? Porque esse tal alvará concedido foi um dos que veio a público. E quantos mais foram emitidos sem que tivéssemos conhecimento?… De agora por diante, olho na defensoria!

ii)         Rezemos pela alma do bebê anencéfalo que teve a vida ceifada graças à iníqua autorização de um juiz cuja toga encontra-se enlameada de sangue. Que o Senhor, Justo Juiz, tenha misericórdia de ambos.

iii)            No fim das contas, a senhorita Amanha Morelli, através do seu estúpido comentário, acabou nos fazendo um favor: abriu-nos os olhos para a atuação sorrateira e imoral da Defensoria Pública em matéria de defesa do Direito à Vida. Obrigado, Amanda.

II – Duloren, uma batalha ganha!


Recebi do Pe. Mateus Maria, FMDJ, o seguinte e-mail (reproduzo-o na íntegra):

Ontem mesmo já obtivemos a decisão, o anúncio agressivo contra nós católicos, foi retirado das mídias sociais, isto mostra que nós não podemos nos calar diante das afrontas contra a nossa fé CATÓLICA.

http://portalexame.abril.com.br/marketing/noticias/duloren-divulga-comunicado-anuncio-pedofilia-577335.html

Duloren divulga comunicado sobre anúncio contra pedofilia

Em texto, marca esclarece que não teve intenção de ofender a Igreja em campanha

São Paulo – A Duloren, junto à agência Agnelo Pacheco, divulgou comunicado para esclarecer que não teve intenção de ofender a Igreja Católica em sua nova campanha publicitária. A peça em questão trazia uma modelo de lingerie na praça de São Pedro, no Vaticano. A moça, em primeiro plano, mostrava um crucifixo para um homem de costas (que aparenta ser um padre, por conta da roupa e do ambiente), acompanhado da frase ‘Pedofilia. Não’.

No comunicado, a marca explica que não teve como objetivo ferir crenças religiosas ou fazer críticas a padres ou ao Vaticano. A Duloren também afirma que está retirando o anúncio das mídias sociais (Orkut, Facebook e Twitter) e vai suspender a veiculação nos mais de 20 mil pontos-de-venda do País.

Veja o comunicado na íntegra:

“Campanha contra a pedofilia”

A Duloren junto a Agnelo Pacheco, agência parceira para criação de suas campanhas, esclarece que em nenhum momento houve intenção de ofender a Igreja em sua nova campanha publicitária. Pelo contrário: tanto a marca, quanto a agência, apóiam as instituições religiosas e estão engajadas na luta contra a pedofilia em qualquer instância da sociedade.

O intuito deste anúncio é fazer um repúdio a todo e qualquer caso de abuso sexual contra crianças e adolescentes, uma vez que o assunto tem sido abordado com frequência em recentes reportagens publicadas pela imprensa mundial. Além disso, a Itália foi escolhida como cenário para as novas imagens devido à beleza das locações.

Assim, a campanha não tem como objetivo ferir crenças religiosas ou fazer críticas a padres ou ao Vaticano. Por isso, a marca está retirando o anúncio das mídias sociais (Orkut, Facebook e Twitter) e vai suspender a veiculação nos mais de 20 mil pontos de venda do país.

A Duloren e a Agnelo Pacheco estão constantemente preocupadas em defender causas importantes para as mulheres e para a sociedade. A marca já realizou campanhas contra todo e qualquer abuso sofrido pelas mulheres, em prol dos direitos femininos e, ainda, focadas em outros problemas sociais, como as campanhas contra as queimadas e pela preservação do meio ambiente.

Por fim, as empresas lamentam se o anúncio foi entendido de maneira equivocada e ofensiva, e reiteram que jamais tiveram esta intenção.

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