“Ato contra a descriminalização do aborto reúne 3 mil em SP, diz PM”


A Marcha da Cidadania pela Vida aconteceu este fim de semana em São Paulo. Não era de se esperar que houvesse grande divulgação disso por parte de uma mídia anti-cristã, anti-católica e abortista. Depois de muito “catar” na internet, achei esta reportagem no site da Globo – a qual transcrevo integralmente:

Pelo menos 3 mil pessoas participam na manhã deste sábado (20)  da Marcha da Cidadania pela Vida, que percorre ruas do Centro de São Paulo a partir do Viaduto Jacareí com destino à Praça da Sé. A estimativa é da Polícia Militar no início do evento, por volta das 9h30.

Segundo a organização do evento, a ideia é mobilizar a sociedade para que se posicione em defesa da vida desde a concepção e contra as propostas que buscam descriminalizar o aborto no Brasil até o nono mês da gravidez.

Os organizadores da marcha afirmam que o evento é suprapartidário, supra religioso e conta com o apoio de representantes de diversas entidades representativas da sociedade civil.

Ao contrário das estatísticas infladas que os abortistas apresentam quando vão falar da mortalidade materna no Brasil – tentando, com isso, justificar o assassinato de crianças inocentes -, é bem provável que este dado de que “3 mil pessoas participaram do evento” esteja subavaliado. Faz parte da tática abortista: apresentar os atos em defesa da vida como sendo fruto da “rebeldia” de uma minoria fundamentalista. Os que desejarem assistir a um vídeo com as imagens da Marcha podem acessar diretamente o site da Globo clicando no link supra-indicado.

Ah, a Band também publicou matéria a respeito deste assunto.

Por falar em Marcha…


Lembram que o ano passado eu comentei aqui a minha surpresa ao saber da existência da Marcha da Maconha em Recife? Pois bem. Este ano eu soube – através desta matéria – que a justiça suspendeu a Marcha da Maconha em São Paulo:

O promotor de Justiça Walter Tebet Filho argumentou que os organizadores do evento conclamam, por meio de um site na internet, à prática de conduta ilícita, inclusive alardeando que “em ato simbólico, cada um acenderá seu cigarro de maconha”.

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