I – Feminismo, PNDH3 e aborto

 

              Agora que passou o dia de ontem [em que se celebrou o Dia Internacional da Mulher] posso dizer: o feminismo é mesmo uma desgraça. Ah, se todas as mulheres soubessem o quanto esta ideologia de cunho marxista as descaracterizou! Vejam o que encontrei neste site feminista:

Como sabem, o PNDH3 está sendo questionado em sua legitimidade por setores conservadores que discordam deste ou daquele ponto. Em três audiências nacionais, os movimentos sociais fecharam uma aliança em defesa integral do PNDH3. Essa é a orientação estratégica que estamos assumindo coletivamente com outros movimentos.

[…]

Mesmo que a Igreja Católica não concorde com a legalização do aborto, ou com a retirada dos símbolos religiosos de espaços públicos, nem concorde com sistema de adoção para casais do mesmo sexo, estas propostas foram aprovadas nas Conferências, sendo também legítimas.

             A luta delas agora é aberta, declarada, contra a Igreja, contra a moral, contra a ética, contra a democracia, contra as próprias mulheres.

 

               II – O Rei está fora!

 

              O Rei da Espanha bem que podia ter seguido o conselho que ele mesmo deu a Hugo Chávez: por que não calou, Majestade? Poderia ter se poupado da excomunhão se alegasse objeção de consciência e não ratificasse a maldita lei… Isto mesmo: O Rei da Espanha, Sua Majestade Juan Carlos de Bourbon, está excomungado. Ele sancionou uma nova lei que favorece a prática do aborto em terras espanholas. Logo, por <<cooperação material com o mal>>, o rei colocou a si mesmo fora da comunhão com a Santa Igreja. A excomunhão na qual incorreu o Rei é do tipo latie sententiae, isto é: não precisa ser decretada oficialmente pela autoridade competente. Ainda assim, para que servisse de exemplo, seria muitíssimo importante que a Conferência Episcopal Espanhola se pronunciasse manifestando publicamente o crime que Juan Carlos cometeu, e indicando as graves conseqüências de tal ato.

              Li no Deus lo vult!

 

Monsenhor Reig Pla, com coragem e heroísmo, confirmou a Doutrina eterna do Catecismo da Igreja Católica, [parágrafo] 2287: “Quem usa os poderes de que dispõe em condições que arrastem a fazer o mal torna-se culpável de escândalo e responsável pelo mal que, direta ou indiretamente, haja favorecido. ‘É impossível que não venham escândalos; no entanto, ai daqueles por quem eles vierem!’ (Lc 17, 1)”.

Isto é [também] o que SS João Paulo II confirmou em sua Carta Encíclica “Evangelium Vitae”, a respeito da cooperação e cumplicidade com o aborto: “A excomunhão afeta a todos os que cometem este delito conhecendo a pena, incluindo também aqueles cúmplices sem cuja cooperação o delito não se teria realizado”.

 

               III – Mais anglicanos retornam à plena e visível comunhão com Roma.

 

Los anglicanos tradicionalistas de EE.UU. piden su ingreso en la Iglesia Católica

 

Acogiéndose a las disposiciones del Papa en la constitución apostólica «Anglicanorum coetibus», los episcopalianos más próximos al catolicismo siguen así los pasos de los ingleses. 

Los anglicanos tradicionalistas de Estados Unidos han decidido formalmente ingresar en la Iglesia Católica, acogiéndose a las disposiciones de Benedicto XVI en la constitución apostólica Anglicanorum coetibus del 4 de noviembre de 2009, que establece unos ordinariatos personales para facilitar su regreso a Roma.

 Según un comunidado emitido este miércoles, los obispos de la Comunión Tradicional Anglicana en Estados Unidos, reunidos en Orlando (Florida), conjuntamente con su primado, y con el Reverendo Christopher Phillips, sacerdote ya católico del uso anglicano, han decidido solicitar formalmente a la Congregación para la Doctrina de la Fe que se les apliquen las disposiciones de dicha constitución apostólica.

 De esta forma, siguen el ejemplo de sus hermanos ingleses, que lo hicieron en noviembre. Continúa así un lento proceso que en los últimos años ha ido acercando a la Iglesia Católica a los anglicanos más descontentos con la deriva relativista y secularizante de su confesión religiosa.

 

               

 

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