No site do Opus Dei há um testemunho fabuloso de um casal de espanhóis, casados há 16 anos, que tem dez filhos. Destaco (grifos meus):

 

Cada filho trazia um pão debaixo do braço: às vezes sutilmente, outras de forma tão patente que chegava a notícia de um projeto ou de um aumento no próprio dia da notícia da gravidez ou no dia do parto. […] A cultura do êxito leva, por vezes, a organizar a vida esquecendo o mais importante. E repare que a vida não é cor-de-rosa e a nossa também não; mas conviver com os filhos, educá-los com o exemplo e com as explicações, ajuda-nos a esforçar-nos por sermos melhores… e até a compreender melhor Deus Pai, que nos quer ainda mais do que nós aos nossos próprios filhos, que nos ama como somos e se derrete por nós, que só quer o nosso bem, está sempre atento às nossas necessidades… O que mais Lhe agrada das nossas obras é o amor com que as fazemos. Como o entusiasmo dos nossos filhos quando trazem um desenho para o dia dos pais…”

 

              O Taiguara Fernandes escreveu um artigo há alguns dias um texto muito interessante ao qual só hoje tive acesso. O foco da crítica dele é o escritor Dan Brown. É um ponto de vista curioso. No decurso do texto ele fez uma citação magnífica do papa Pio XII acerca do “inimigo da Igreja”. Transcrevo-a (com meus grifos):

 

             “Ele se encontra em todo lugar e no meio de todos: sabe ser violento e astuto. Nestes últimos séculos tentou realizar a desagregação intelectual, moral, social, da unidade no organismo misterioso de Cristo. Ele quis a natureza sem a graça, a razão sem a fé; a liberdade sem a autoridade; às vezes a autoridade sem a liberdade. É um “inimigo” que se tornou cada vez mais concreto, com uma ausência de escrúpulos que ainda surpreende: Cristo sim, a Igreja não! Depois: Deus sim, Cristo não! Finalmente o grito ímpio: Deus está morto; e, até, Deus jamais existiu. E eis, agora, a tentativa de edificar a estrutura do mundo sobre bases que não hesitamos em indicar como principais responsáveis pela ameaça que pesa sobre a humanidade: uma economia sem Deus, um Direito sem Deus, uma política sem Deus“.

 

              O Márcio Antônio divulgou no Tubo de Ensaio e eu repito a indicação para motivar aqueles que tiverem a disponibilidade de ir:

 

Jornada de Bioética

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