fevereiro 2010


              Recebi por e-mail esta corajosa declaração!

 

                                                       Liberdade de expressão

 
               Uma grande rede de televisão do Brasil tem mostrado uma série de propagandas com depoimentos de representantes de várias religiões criticando veladamente a Igreja Católica, por esta defender o direito ao ensino religioso nas escolas, por defender a vida (contra o aborto e a eutanásia), por defender o casamento monogâmico, indissolúvel e natural entre o homem e a mulher, por defender sua fé ao criticar livros ou filmes.
 
              Em uma destas “propagandas”, sempre finalizada com “cidadania, a gente vê por aqui”, colocou um pai de santo defendendo a liberdade de expressão. Dizia ele que “todos têm liberdade de expressar seus pontos de vista e ninguém pode criticar”. Bom, nesta frase já há um cerceamento da liberdade de expressão: “ninguém pode criticar”. 
 
               Se todos têm direito de defender suas convicções, por que criticar de forma tão insistente á Igreja Católica? Não teria ela também liberdade de opinião? Não poderia ela também expressar-se livremente sobre suas convicções, baseadas na Lei Natural e no Evangelho? Não estaríamos vivendo uma eclesiofobia? Bom pensar nisso.
 
               Interessante é que ao começar tal clip a emissora foca telas de internet com a Igreja expressando-se contra união civil de pessoas do mesmo sexo e uma tela com a Igreja manifestando desagrado com textos de um famoso escrito português. Todo mundo pode se expressar, menos a Igreja.
 
              O Concílio Vaticano II, em vários textos, defende a liberdade de expressão, assim como a liberdade de consciência. Ninguém pode ser obrigado a abraçar esta ou aquela forma de pensar e de agir, nem tampouco a liberdade de expor aos outros seus pensamentos, a fim de ser melhor compreendidos e dar ao outro a oportunidade até mesmo de mudar de ideia. Porém alguns grupos em nosso país (e também pelo mundo todo) se acham no direito de empurrar suas opiniões pela nossa garganta a baixo e que não podemos esboçar qualquer reação. Isto fere a própria lei natural. Reclamam de discriminação, mas discriminam quem não concorda com sua posição.
 
              Também faz parte da missão o diálogo: saber ouvir e saber falar. E, se preciso for (se estiver contra o Evangelho de Jesus, que é a única Verdade) mudar nossa opinião e nosso modo de agir, fazer uma verdadeira “metanóia”. Estejamos prontos para o diálogo. Saibamos compreender a voz da Igreja, até mesmo para saber perceber o que possa vir a destoar.
 
                                                                                        

                                                            Pe. Edson Assunção

                   Secretário Nacional da Infância e Adolescência Missionárias

 

“De tal modo Deus amou o mundo que lhe entregou seu Filho Unigênito” [Jo 3,16] Ele não merecia, mas nós fomos impiedosos e o condenamos à morte mais ignominiosa… Caiu para que levantássemos. Chorou para que sorríssemos. Morreu para que vivêssemos. Nesta sexta-feira – dia em que a Igreja nos pede para meditar sobre a Paixão do Senhor – voltemos o olhar para o Cristo Sofredor.

Veja mais:

D. Estevão Bittencourt, OSB explica a origem da via sacra. Clique aqui.

Um site ligado à congregação dos salesianos promove uma Via Sacra Virtual. As imagens são bastante interessantes. Clique aqui.

             I – Olavo de Carvalho

             Hoje assisti a este vídeo no Youtube em que o Olavo de Carvalho fala um pouco sobre  “Oração e Autoconhecimento”. Em um primeiro momento achei que ele fosse tender ao gnosticismo ou ao esoterismo… Entretanto, de modo geral, os comentários dele fazem bastante sentido. Uma das ideias que ele desenvolve, e que mais me chamou a atenção, foi a necessidade de realização diária do exame de consciência [enquanto prática cristã] para aprimoramento da honestidade intelectual e sinceridade consigo mesmo [tendo como objetivo o alcance da verdade]. Ele também fala um pouco sobre as “bases da inteligência”. Não estou postando o vídeo diretamente aqui no blog porque – no final – o Olavo se empolga [como sempre] e acaba dizendo alguns palavrões… Abstraindo isso, o vídeo é legal.

             II – Reinaldo Azevedo

             Na sua coluna de hoje, o Reinaldo Azevedo comentou a questão do Plano Nacional de Banda Larga [PNBL]. O colunista de Veja trouxe à baila algumas matérias publicadas em jornais para denunciar a ligação [digamos, “privilegiada”] de José Dirceu com a reativação da Telebrás… O Plano é, para variar, mais um arrumadinho dos petralhas para favorecer os seus comparsas. Leiam aqui.

I – “Comungar de joelhos ou em pé?” – por D. Estevão Bittencourt (via Duc in Altum)

 

Encontrei no Duc in Altum um post intitulado: “Comungar de joelhos ou em pé?”. Trata-se da reprodução de uma publicação originalmente feita na revista “Pergunte e responderemos”, idealizada e coordenada pelo saudoso D. Estevão Bittencourt, OSB. Com a sabedoria e fundamentação que lhe eram características, D. Estevão apresenta a história do indulto concedido pela Santa Sé ao clero do Brasil para que a comunhão fosse ministrada aos fiéis na mão [e, por conseguinte, de pé]. Esse indulto data de 1975. Contudo, a “Pergunte e Responderemos” salienta que – conforme declaração da Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos datada de 1º de Julho de 2002 – a recusa da Comunhão a um fiel que esteja ajoelhado, é grave violação de um dos direitos básicos dos fiéis cristãos, a saber: o de ser ajudado por seus Pastores por meio dos sacramentos (Código de Direito Canônico cânon 213). Vale a pena acessar o post do Duc in Altum e lê-lo na íntegra 😉

Recentemente, fui a uma cidade em que dois sacerdotes me negaram [por ironia do destino em um mosteiro beneditino] a comunhão na boca. Comunguei na mão. Sem problemas. Mas fiquei indignado por, mais uma vez, ver que – no Brasil – a exceção sempre vira regra…

 

II – Dom Aloísio Roque Oppermann e o Socialismo

 

Ao ler esta matéria do Fratres in Unum [a qual destaca a atitude de um arcebispo que – atendendo ao disposto no Motu Próprio Summorum Pontificum – declarou “abertas as portas” da sua arquidiocese ao Rito Tridentino], tive curiosidade de ir em busca de algo escrito por D. Aloísio Roque Oppermann, arcebispo de Uberaba (MG). Eis que me deparei com este artigo, de sua autoria, publicado no site da CNBB. Em dado momento D. Roque diz:

“[…] Já temos no mundo uma vasta experiência socialista, de duzentos anos, que se instalou em vários países, e deixou rastos de sangue e de atraso. Assim conhecemos sua face. Vejamos as características de tal linha econômico-política. Ela é invencivelmente de alma atéia. E como não consegue convencer a população, via raciocínio, então lança mão do cerceamento da liberdade.  Esvazia tudo o que é de ordem particular, para destinar todos os bens para a administração da sociedade. Como, no seu entender, a livre iniciativa só visa o lucro pessoal e o egoísmo, então o Estado é que deve planejar a produção e a distribuição dos bens. Cabe-lhe ditar regras para a imprensa, selecionar a linha ideológica da escola, e impor a revolução violenta, para implantar o regime dos miseráveis. Para o triunfo do socialismo, a via democrática se mostrou um caminho inviável. Só a coação, para eles, é que resolve. É claro que existem vários tipos de socialismo, mas suas semelhanças são enormes. Com essa descrição também não posso aprovar o capitalismo grosseiro. Mas este admite reformulações, deixa espaço para os partidos de tônica social, e aceita (às vezes constrangido), em aperfeiçoar-se pela Doutrina Social da Igreja. Gente, vamos encurtar caminhos: a via socialista, definitivamente, não é solução. Quem é socialista propõe uma via, comprovadamente retrógrada”.

Maravilha! Fiquei sem palavras ante uma declaração tão corajosa de um Apóstolo. Para D. Aloísio Roque, tiro o chapéu!

Desde que manifestei aqui no blog o meu posicionamento no que concerne à Campanha da Fraternidade Ecumênica 2010, fui interpelado por diversas pessoas acerca da oportunidade e da conveniência dos comentários que fiz. Diante de tantos questionamentos, a mim parece imperioso esclarecer alguns elementos fundamentais sobre os quais está assentada a minha opinião acerca da Campanha anualmente proposta pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil [CNBB]. Isto faço por meio desta <<Nota de Esclarecimento>>.

 

I – Em primeiro lugar, é preciso dizer que todo e qualquer comentário postado neste blog reflete, única e exclusivamente, a minha opinião enquanto [indigno] leigo católico e filho da Igreja. A ousadia deste espaço virtual consiste exatamente em que eu manifesto e compartilho as minhas reflexões com os internautas que – por acidente ou por vontade – acessam este blog. Portanto, reitero, cada uma das linhas que escrevo neste blog refletem só, e somente só, o fruto das <<minhas divagações>>, bem como as <<minhas impressões>> acerca da realidade [social e eclesial].  A minha opinião está inteiramente desvinculada do posicionamento de qualquer organismo ou movimento da Igreja.

II – Em face do exposto no item I, convém que eu – com o máximo esforço de objetividade – [re]apresente a minha visão sobre a Campanha da Fraternidade Ecumênica 2010 [assim procedo com o intuito de que as minhas palavras não sejam distorcidas ou mal-interpretadas]:

a)       Não é objeto da minha crítica a “simples existência” da Campanha da Fraternidade. Jamais foi minha pretensão fazer uma análise da CF do ponto de vista ontológico. Nunca quis julgá-la ou classificá-la, do ponto de vista moral, como “boa” ou “ruim”.

b)      O alvo da minha apreciação é, sim, o fato de a CF ocorrer concomitantemente à Quaresma. Penso que isto gere um desvio de foco em relação à temática quaresmal. A penitência, o jejum, a oração e a esmola são os elementos centrais da espiritualidade deste tempo litúrgico [vide §1438 do Catecismo da Igreja Católica]. Logo, discussões – ainda que importantes do ponto de vista social – desconexas desta espiritualidade me parecem inoportunas e inconvenientes. No meu entender, a Quaresma é um tempo de conversão, e não de tomada de consciência política sobre o que quer que seja.

c)       O posicionamento consignado nas alíneas “a” e “b” não se dirige exclusivamente à Campanha da Fraternidade do ano de 2010. É um entendimento extensivo, que perpassa os anos – já que, habitualmente, a CF é realizada durante a Quaresma.

d)       Em nenhum momento fiz menção ao fato de a Campanha deste ano ser “ecumênica”. Todavia, pessoalmente, eu penso que o autêntico ecumenismo se dá através da busca e apresentação da Verdade, e não por meio de acordos políticos nos quais se tenta [embalde] “elaborar” uma verdade que agrade a todos.

 

III – Importa lembrar que a liberdade de manifestação do pensamento, bem como a liberdade de consciência, são asseguradas pela Constituição da República Federativa do Brasil nos incisos IV e VI, respectivamente, do seu artigo 5º. Aliás, esta última [a liberdade de consciência] é declarada “inviolável” de acordo com o texto da Carta Magna. No que toca à lei eclesiástica [que é orientada e confirmada pela Sã Doutrina da Igreja], convém destacar que o Catecismo da Igreja Católica, citando a Constituição Pastoral Gaudium et spes, no seu § 1795, afirma que “a consciência é o núcleo mais secreto e o sacrário do homem, no qual ele se encontra a sós com Deus, cuja voz ressoa na intimidade do seu ser”. E mais:O homem tem o direito de agir em consciência e em liberdade a fim de tomar pessoalmente decisões morais. O homem não deve ser forçado a agir contra a própria consciência. Nem deve também ser impedido de actuar segundo ela, sobretudo em matéria religiosa” [§ 1782, apud Declaração Dignitatis Humanae]. Assim sendo, ao manifestar as minhas restrições à Campanha da Fraternidade, não estou cometendo nenhum ilícito. Pelo contrário: estou tão somente exercendo um direito [natural e positivo].

IV – A Campanha da Fraternidade não tem caráter dogmático. Ou seja: ninguém está obrigado a crer nela com fé divina e católica como se fosse uma verdade revelada.  O cunho exclusivamente “pastoral” da Campanha me permite ter ressalvas a ela, sem que – com isso – eu venha a margear a seara da heresia e/ou do cisma. Em outras palavras: a minha “catolicidade” em nada fica prejudicada por ser eu avesso a tal campanha [no período em que ela ocorre].  

V – Por fim, não creio ter sido desrespeitoso ou agressivo ao apresentar minhas opiniões neste blog. De sorte que este atitude respeitosa – e até um pouco solene – com que tratei todos quantos pensam de modo diverso de mim clama por reciprocidade.  

 

  No coração de Maria Santíssima,

Gustavo Souza

Autor deste blog

 

I – Blog: um meio para aproximações e encontros

 

A internet realmente proporciona coisas maravilhosas.  Recentemente, entrou em contato comigo o Anderson Reis, fundador da Comunidade Católica Escravos de Maria [vejam aqui a comunidade que eles têm no Orkut]. Ele me conheceu através do blog e propôs que nos encontrássemos – já que ele viria de São Paulo a Pernambuco para pregar um retiro. Topei a ideia e, assim, o encontro aconteceu. Conversamos, trocamos presente, rezamos e adoramos o Santíssimo Sacramento na simpática e acolhedora Capela de uma das casas da Obra de Maria. Gilberto Gomes Barbosa, fundador da Obra, também se fez presente e nos acolheu com alegria e muita hospitalidade. Este encontro me trouxe uma grande satisfação por saber que o gérmen desta aproximação entre mim e Anderson se deu a partir deste veículo de comunicação, o blog. Quam bonum est et jucundum, habitare fratres in unum!

 

II – “Bem aventurados os misericordiosos”

 

O Padre Álvaro Corcuera, L.C., diretor geral dos Legionários de Cristo e do Movimento Regnum Christi, escreveu – por ocasião da Quaresma de 2010 – uma carta aos membros e amigos do Movimento. No último dia de Cristo Rei, também postei aqui uma carta lavrada pela pena de Pe. Álvaro. Naquela ocasião, eu dizia que “embora dirigida a um grupo específico, penso que a carta seja de grande utilidade a todos”.  Penso o mesmo desta sua alocução sobre a Quaresma: serve aos católicos em geral [afinal, ele apresenta uma doutrina e uma espiritualidade que, antes de tudo, são genuinamente católicas]. Ao discorrer sobre uma das bem-aventuranças [“Bem aventurados os misericordiosos”], o Superior da Legião de Cristo propõe [e o faz com maestria] uma meditação sobre um tema apropriadíssimo a este tempo de conversão e penitência que vivemos: a Misericórdia. A carta encontra-se disponível neste link.

 

III – “Tolices beato-marxistas”

 

O Percival Puggina escreveu um artigo sobre a Campanha da Fraternidade. Jorge Ferraz, mencionando o texto do Puggina, destacou: “Perdoem-me os mais benevolentes que eu. Mas ano após ano, servindo-nos sempre um pouco mais do mesmo lero-lero beato-marxista e um pouco menos da palavra de Deus, a CNBB já foi bem além da minha capacidade de tolerância. Ao longo dos anos, foi perfeitamente possível encontrar impressões digitais e carimbos das suas pastorais sociais em documentos que deixavam claro que o Reino de Deus tinha partido político na Terra. Ou não?”. Sem comentários…

              I – Papa, Facebook, Conselhos aos Jovens

 

              Há uma comunidade no Facebook criada com o intuito de congregar todos quantos desejam se informar e se preparar para a próxima Jornada Mundial da Juventude, que ocorrerá em Madrid o ano que vem. Nesta comunidade, encontram-se postados 10 conselhos que o Santo Padre, em abril de 2006, deu aos jovens. Penso que seja bom e útil revê-los. São eles:

 

1)       Conversar com Deus

2)       Contar-lhe as penas e alegrias

3)       Não desconfiar de Cristo

4)       Estar alegres: querer ser santos

5)       Deus: tema de conversa com os amigos

6)       No Domingo, ir à Missa

7)       Demonstrar que Deus não é triste

8)       Conhecer a Fé

9)       Ajudar: ser útil

10)   Ler a Bíblia

 

             Aconselho veementemente a todos que me estiverem lendo que vão á página do Facebook e leiam os breves comentários feitos pelo Papa ao dar cada conselho. O Santo Padre, naquela ocasião, concluiu seu pronunciamento aos jovens com estas palavras:

 

“Construir a vida sobre Cristo, acolhendo com alegria a palavra e pondo em prática a doutrina: eis aqui, jovens do terceiro milênio, o que deve ser o vosso programa! É urgente que surja uma nova geração de apóstolos enraizados na palavra de Cristo, capazes de responder aos desafios do nosso tempo e dispostos a difundir o Evangelho por toda a parte. Isto é o que o Senhor vos pede, a isto vos convida a Igreja, isto é o que o mundo – ainda que não saiba – espera de vós! E se Jesus vos chama, não tenhais medo de responder-lhe com generosidade, especialmente quando vos propõe segui-lo na vida consagrada ou na vida sacerdotal. Não tenhais medo; confiai n’Ele e não ficareis decepcionados”.

BENTO XVI

9 de Abril de 2006

 

 

              II – Assembléia Pastoral Arquidiocesana de Olinda e Recife

 

             Como a maioria dos católicos da Arquidiocese de Olinda e Recife já deve saber, está acontecendo – em atenção à convocação feita por D. Fernando Saburido – a Assembléia Pastoral Arquidiocesana. No site da Arquidiocese, encontrei uma matéria que trazia estes comentários a respeito da Assembléia:

 

“Padres, diáconos, religiosos e leigos esperam que esta seja o inicio de uma renovação na igreja particular de Olinda e Recife”.

“Para o Arcebispo, Dom Antônio Fernando Saburido, a descentralização das atividades arquidiocesanas, principal objetivo deste evento, refletirá em uma reestruturação eclesial e pastoral dando um novo ânimo para todos”.

             

               Eu acho realmente prejudicial esta linguagem que vem sendo empregada para se referir a tudo aquilo que diz respeito à Arquidiocese de Olinda e Recife. Tem-se falado sempre em “renovação”, “novo ânimo”, “reestruturação”, etc. Vejo nisso uma crítica velada [ou expressa?] à administração de D. José Cardoso Sobrinho. É como se a era de D. José fosse “velha, desanimada e desestruturada” [o que implica numa “necessidade de desfazer” tudo o que D. José fez]. Por causa desta terminologia infeliz as pessoas são levadas a crer que o arcebispo emérito, na época de sua gestão, “sufocou” a Arquidiocese – que agora “respira aliviada” sob o cajado de S. Excª. D. Fernando Saburido. Isso é uma GRANDE injustiça. Pronto. Disse.

              Antes que eu esqueça: o encerramento da Assembléia ocorrerá com uma celebração ecumênica…

 

              III – Anglicanos: conversão massiva e maciça

 

               Vejam que trecho maravilhoso de uma reportagem publicada por Zenit [grifos meus]:

A comunidade de anglicanos Foward in Faith, que tem sua sede principal na Austrália, poderia ser o primeiro caso de adesão coletiva à plena comunhão com a Igreja Católica depois da publicação da constituição Anglicanorum Coetibus, no último dia 4 de novembro.

Assim deu a conhecer o bispo anglicano David Robarts OAM, em declarações ao jornal australiano The Daily Telegraph, publicadas na terça-feira.

[…] Durante uma reunião realizada no último final de semana, cerca de 200 membros votaram unanimemente por voltar à plena e visível comunhão com a Igreja Católica.

 

             Quem sabe “fazer ecumenismo” é o Papa. Isso é inegável.  Enquanto alguns sacerdotes, bispos e até conferências episcopais inteiras acham que ecumenismo é cada um “ficar no seu canto” [como se todos estivessem certos, i.e., com a Verdade], o Romano Pontífice atrai para Cristo os filhos dispersos da Santa Mãe Igreja. Viva! Um amigo me lembrava hoje um “ditado” do professor Felipe Aquino – referindo-se ao Papa Bento XVI: “Eu confio no meu Pastor Alemão!” Eu também, professor! 😉

 

               IV – Padre Paulo Ricardo e Quarta-Feira de Cinzas

 

              Ultimamente [reconheço!] tenho citado bastante o Padre Paulo Ricardo. É que – permitam-me dizer – dia após dia me convenço de que Pe. Paulo é uma das mentes mais brilhantes da Igreja no Brasil. Assim sendo, permitam-me – ainda que com um pouco de atraso – recomendar este brevíssimo vídeo com mais um de seus comentários. Desta feita, ele discorre sobre o sentido da Quarta-Feira de Cinzas. Muito legal, de verdade!

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