I

No site da Canção Nova noticiaram o “saldo” da III Marcha contra o aborto, ocorrida em Brasília no domingo próximo passado, dia 30/08). Saliente-se que **mesmo com o governo federal tendo cortado a verba de financiamento do evento**, a Marcha não deixou de acontecer e, de certo, cumpriu seu objetivo de protestar de forma pública contra o assassinato de inocentes no ventre das mães.

Uma menção especial e honrosa merece a cantora Elba Ramalho – que não só compareceu ao evento (mesmo tendo sido pressionado a não ir), como uma declaração espetacular (que merece menção aos quatro cantos deste Brasil):

“Vim colocar minha assinatura nesta luta. Sou católica praticante de comunhão e Missa frequente e se tiverem que me metralhar neste palco morrerei feliz, mas não mudo minha opinião”.

E dá-lhe Elba!

Aos que quiserem assistir ao vídeo com trechos do evento, podem fazê-lo acessando este link.

 

II

O Júlio Severo divulgou algo que eu chamaria de um “cala-a-boca” para esse pessoal que defende o aborto como uma forma de reduzir (ou mesmo evitar) a mortalidade materna decorrente de um procedimento abortivo “mal-feito”. Quero ver agora o que é que a “turma do Temporão” vai alegar… São dados oficiais da ONU mostrando que os países africanos que adotaram leis pró-vida têm *de longe* os índices mais baixos de morte materna do continente 

 

III

Está no site da ACI: Dicastério vaticano e médicos católicos organizam congresso sobre células-tronco”

 

IV

O HazteOir denunciou: Zapatero quiere convertir España en el país europeo que menos protege la vida”. Destaco:

 

            “Por ello, si se llegara a aprobar el anteproyecto del Gobierno, nuestro país se situaría a la cabeza del radicalismo en la desprotección de la vida prenatal:

            ‘La propuesta de regulación que contiene el Anteproyecto aprobado por el Gobierno es sustancialmente más permisiva que las regulaciones que siguen el modelo de  indicaciones. Con independencia de la extensión del plazo en las que se puede recurrir al aborto en estas legislaciones, siempre es necesario que concurra alguna causa en presencia de la cual desaparece la protección jurídica del no nacido. Por el contrario, en la propuesta del Gobierno esta desprotección es absoluta durante las primeras 14  semanas de embarazo.

            Asimismo, hay que poner de relieve que el Anteproyecto promovido por el Gobierno no sólo desprotege al no nacido, sino que tampoco protege convenientemente a la mujer embarazada”.

 

V

A Arquidiocese de Olinda e Recife convida:

  

Um convite da Arquidiocese de Olinda e Recife

Um convite da Arquidiocese de Olinda e Recife

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