Parece mentira. Mas não é: uma médica holandesa teve a “brilhante idéia” de oferecer “ajuda” às mulheres que desejam abortar e não sabem como – ou não têm os meios de fazê-lo. Aos países cuja legislação não permite a [funesta] prática do aborto, a “solução genial” proposta pela Drª. Rebeca Gompters é: matar as crianças quando estiverem no alto mar, distantes da costa. ‘Mar sem lei é mar fora-da-Lei’, pensa ela. Consumado o ato, as mães são devolvidas a sua terra natal e a embarcação da morte segue, percorrendo o mundo e “ajudando” as mulheres a matar os seus próprios filhos! E mais: tiveram a audácia de ironizar batizando o navio de “Aurora”. É o fim da picada!

            Um dia desses eu achei que a Holanda estava perdida. Um país que cada vez mais se distancia da Moral Universal e da Ética Cristã está, aos meus olhos, fadado ao fracasso. Pessoas como a Drª. Rebeca corroboravam, sem saber, esta minha visão acerca daquele país. Contudo, agora eis que se me acendeu uma luz no fim do túnel: a maldita embarcação teve suas atividades suspensas, e – consequentemente – sua visita ao Brasil foi adiada. Oxalá nunca aconteça tal visita. Contudo, já pela “suspensão” podemos render graças a Nosso Senhor: Ele nos preservou do laço do inimigo. Deus seja louvado!

            Eis a notícia publicada pelo portal Terra:

 

Aurora, o navio do aborto

 

            O aborto é a interrupção da gravidez. No planeta, todos os anos, são realizados 20 milhões de abortos ilegais. A cada 300 abortos realizados clandestinamente, ocorre uma morte de mulher que se submeteu a esse procedimento.

            A organização não governamental W-o-w – Women on Waves (Mulheres sobre as Ondas), liderada pela médica holandesa Rebeca Gomperts, de 43 anos de idade, tomou a iniciativa de realizar abortos e distribuir, nas primeiras semanas de gravidez, pílulas abortivas.

            Uma embarcação denominada Aurora, bem equipada, recolhe, há dois anos, nos países da África e da América Latina, mulheres grávidas desejosas de realizar aborto seguro. Segundo as “Mulheres sobre as Ondas”, existe o “direito natural das mulheres de recusar uma maternidade não desejada”.

            Nos países que criminalizam o aborto, as grávidas desejosas em interromper a gravidez são colocadas na supracitada embarcação e o aborto é realizado fora das águas territoriais. Ou seja, onde não vigora a legislação do país de proibição.

            Depois de efetivado o aborto, dá-se o retorno da mulher ao porto de embarque. A médica Gomperts pertence ao Greenpeace e participava de ações ambientais. O Greenpeace reconhece a legitimidade de a mulher interromper a gravidez e apóia a associação Women on Waves.

            A atividade da “Mulheres sobre as Ondas” não se resume ao aborto com intervenção cirúrgica. Elas, depois de examinarem e diagnosticarem o tempo de gravidez, realizam a distribuição de pílulas abortivas. Só são distribuídas as pílulas depois de constatado que o tempo de gravidez não ultrapassa as primeiras semanas.

            O aborto off-shore (fora da costa), segundo acaba de anunciar a médica Gomperts, está suspenso e a embarcação permanecerá ancorada em porto holandês.

            Segundo Gomperts, as viagens programadas para o Brasil, Chile, Argentina e Nicarágua não serão realizadas, até definição da situação, pela Justiça holandesa.

            O motivo da suspensão deveu-se à modificação da legislação holandesa. O governo de coalisão entre direita, centro-esquerda e católicos logrou impor restrições ao uso da bandeira holandesa para embarcações do tipo utilizado pela Women on Waves.

            Sem bandeira, a imunidade da nave foi perdida e quando da ancoragem em porto de países anti-abortistas haveria problemas.

            Além disso, a organização passou a não mais receber as pílulas abortivas dos programas governamentais holandeses.

 

             Em tempo: Boas notícias sempre combinam com bom humor: vejam no blog do William Murat um interessante teste para detectar o nível de abortismo numa pessoa!

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