Primeiro: O Wagner Moura indicou uma lista de “cinco trabalhos de D. José”. Penso que já temos a comprovação das virtudes heróicas…;)

 

            Segundo: Zenit publicou esta matéria sobre a questão das Testemunhas de Jeová e a rejeição do sangue. Trago aqui apenas o “caput” da notícia. Mas recomendo fortemente que – a título de instrução doutrinária – seja lido o parecer bíblico do Dr. Vicente Jana Vera. Depois de ler, duvido que alguém ainda se pergunte por que os membros desta seita rejeitam sangue.

 

Por Vicente Jara Vera

 

MADRI, domingo, 2 de agosto de 2009 (ZENIT.org).- Uma mulher de 61 anos, testemunha de Jeová, faleceu no sábado passado em Sevilha (Espanha), após ter sofrido um acidente de carro, porque em um documento de vontades antecipadas, rejeitava receber qualquer tipo de transfusão sanguínea devido às suas convicções religiosas.

Está baseada na Bíblia a proibição de comer ou receber sangue, inclusive por transfusão, ou de qualquer outra forma? A esta questão responde nesta análise Vicente Jara Vera, membro da Rede Ibero-americana de Estudo das Seitas (RIES), diretor do programa “Conheça as seitas”, emitido quinzenalmente pela Rádio Maria na Espanha.

 

             Terceiro: O Fratres in Unum publicou uma entrevista muito interessante com Dom Fellay, Superior da Fraternidade Sacerdotal São Pio X. O bispo tem posições, eu diria, bastante temperamentais. Suas respostas são diretas e claras. Vale a pena ler na íntegra. Eis alguns trechos:

 

(…)

Q: O senhor considera que no Vaticano haja uma sensibilidade excessiva com relação às expectativas do mundo judeu, sobre o ‘caso Williamson’, bem como sobre a oração de sexta-feira santa?

R: Sim, eu acho. Eu mesmo fico embaraçado – exceto com o que aconteceu no caso de Dom Williamson – quando vejo judeus que se ocupam dos assuntos da Igreja Católica. Não é a sua religião. Deixem-nos em paz. São questões que dizem respeito à Igreja Católica. Se nós queremos rezar pelos judeus, rezaremos pelos judeus no modo que quisermos. Não sei se eles rezam por nós, mas diria que é um problema deles.

(…)

Q: E sobre o Concílio, o senhor aceitará fazer concessões a Roma?

R: Não devemos fazer qualquer concessão sobre o Concílio. Não tenho nenhuma intenção de fazer concessões. A verdade não suporta concessões. Não queremos um compromisso, queremos clareza sobre o Concílio.

(…)

Q: L’Osservatore Romano falou de Calvino, Michael Jackson, Harry Potter, Oscar Wilde. O que o senhor acha?

R: Eu me pergunto: é realmente o papel do L’Osservatore Romano se ocupar destas coisas?  Esta é uma primeira pergunta. E a segunda pergunta é: Aquilo que diz sobre essas pessoas é realmente a coisa justa? Tenho um olhar bastante crítico sobre estas apresentações.

(…)

Q: O que pensa de Bento XVI?

R: É uma pessoa íntegra, que toma a situação e a vida da Igreja muito seriamente.

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