Ontem, ao mesmo tempo em que tive a ventura de entrevistar a Drª. Dolly, tive a desventura de ter uma conversa informal com o Dr. Sérgio Cabral, chefe da equipe médica que realizou o abortamento dos gêmeos da garota de Alagoinha. Uma repórter da Folha de Pernambuco e eu alternávamos as perguntas ao Dr. Sérgio. Registre-se o fato de que ele não quis tomar parte na tribuna da câmara para defender o seu “ponto de vista” (favorável à prática do aborto “nos casos em que a lei permite”) por considerar antidemocrático um debate em que só um dos lados comparece. Curioso… Ora, o lado que – embora convidado – não compareceu, foi o dele! As portas da Casa de José Mariano estavam abertas a eles, a palavra lhes fora franqueada, mas eles – os abortistas – não quiseram fazer uso dos seus direitos de liberdade de pensamento e liberdade de expressão. De quem é a culpa da omissão dos pró-aborto? De quem propôs e organizou o debate? Claro que não. No fundo, a argumentação do Dr. Sérgio, em essência, quer tão-somente justificar a sua covardia (já demonstrada de maneira irrefutável no próprio fato de ele realizar assassinato de inocentes). A rápida entrevista com o Dr. Sérgio encontra-e na página “Encontros” deste blog. Só lendo a entrevista é que se pode entender o título deste post…

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