Duas notícias publicas pela ACI que vale a pena ler:

Episcopado espanhol reafirma que “o aborto com pílula também é um crime”

MADRI, 14 Mai. 09 (ACI/Europa Press) .- A Secretaria Geral da Conferência Episcopal Espanhola (CEE) emitiu hoje um comunicado no qual afirma que “o aborto com pílula também é um crime”, em relação à decisão do Governo de que a pílula do dia depois seja acessível sem receita.

Do mesmo modo, decidiu publicar de novo quatro documentos sobre o tema realizados entre 1998 e 2001 diante das, conforme acrescentam, “surpreendentes medidas que permitem a venda de fármacos com possíveis efeitos adversos e eventuais seqüelas negativas para a saúde das mulheres ou meninas que as utilizem”.

Os documentos que mantêm sua atualidade e aos que se pode acessar na página Web da CEE em espanhol: http://www.conferenciaepiscopal.es/, são:”A pílula do dia seguinte, ameaça contra a vida” (2001), “Sobre a pílula do dia seguinte” (2000), “Com a Pílula também se manda” (1998) e “O aborto com pílula também é um crime” (1998).

Lei do aborto procuraria anistia para empresários da morte na Espanha

MADRI, 15 Mai. 09 (ACI) .- A Federação Espanhola de Associações Pró-vida rejeitou energicamente a liberalização do aborto no país e denunciou que a polêmica Lei do Aborto procuraria dar anistia aos empresários que lucraram por anos com esta prática.

“Denunciamos publicamente que esta lei não tem outro objeto que conseguir anistia com efeitos retroativos para os empresários do aborto que não só estão isentos de escrúpulos por arrancar os filhos das vísceras de seus, muitas vezes,  atormentadas mães, mas também além disso burlam a lei atual”, sustenta a Federação em uma nota de imprensa.

Do mesmo modo, recorda que “um delito não se converte em direito por afirmar que o é nem porque se adorne com eufemismos de liberdade e progresso. Já é suficiente com as vidas que se perderam, com as mulheres quebrantadas e as gerações mutiladas. O aborto é algo terrível e doloroso para todos e não podemos admiti-lo como algo inevitável e menos ainda falar dele como avanço nos direitos sociais”.

Para a Federação, a aprovação desta lei trará “mais gravidezes especialmente em jovens, mais morte e mais vistas interrompidas”.

“Queremos mostrar nossa mais profunda indignação quando se apela à liberdade da mulher e a sua saúde, para inventar um direito que é o de matar a um filho sem dar explicações se isto for feito em um prazo determinado. Um delito não se converte em direito por repeti-lo muitas vezes e adorná-lo com eufemismos de liberdade e progresso”, esclarece.

Finalmente, a Federação expressa sua confiança em que “sobressaia o sentido comum e o governo retifique e dê marcha atrás neste projeto retrógrado e desumano que só alegrará aos que lucram com a dor alheia e que suporá uma degradação e um abandono maior para a mulher, para os filhos e para toda a sociedade espanhola”.

 

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