Recebi hoje uma notícia interessantíssima (disponível também aqui) que faço questão de replicar aos meus leitores. Em resumo é o seguinte:

Enquanto certos presidentes… em certos países… empenham-se cada vez mais na luta pró-aborto, o presidente do Uruguai, Tabaré Vázquez, vetou o projeto de lei proposto e aprovado pelo Legislativo daquele país. O malfadado projeto foi aprovado mesmo à revelia da Conferência Episcopal Uruguaia – que emitiu esta declaração. Do pronunciamento dos bispos uruguaios destaco:

 

Los conflictos humanos no se solucionan verdaderamente eliminando una parte, en particular cuando esta parte es un sujeto de derecho, completamente inocente e indefensa”.

 

 

Ao vetar a proposta do Poder Legislativo, o presidente Vázquez, alegou – entre outros – os seguintes motivos:

1) “a legislação não pode desconhecer a realidade da existência de vida humana na etapa da gestação, como o demonstra a ciência de maneira evidente.” (…)

2)”Por outra parte, ao regular a objeção de consciência de maneira deficiente, o projeto gera uma fonte de discriminação injusta em relação aos médicos cuja consciência lhes impede praticar abortos,” (…)

3) “Este texto também atinge a liberdade de empresa e de associação, impondo a instituições médicas a realização de abortos.”

4) “O projeto, além do mais, qualifica erroneamente e de maneira forçada, contra o sentido comum, o aborto como ato médico, desconhecendo declarações internacionais (…) que refletem os princípios da medicina hipocrática que caracterizam o médico por atuar em favor da vida e da integridade física”.

 

Detalhe importantíssimo: Tabaré Vázquez é médico.

 

Graças a Deus ainda há pessoas comprometidas com a vida. Deus conserve a fidelidade dos bispos uruguaios. Deus abençoe e fortaleça o presidente Vázquez. Deus olhe para o Brasil e tenha compaixão…

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