“Es, pues, un deber urgente para todos anunciar a Cristo y su mensaje salvífico. “¡Ay de mí —afirmaba san Pablo— si no predicara el Evangelio! (1 Co 9, 16). En el camino de Damasco había experimentado y comprendido que la redención y la misión son obra de Dios y de su amor. El amor a Cristo lo impulsó a recorrer los caminos del Imperio romano como heraldo, apóstol, pregonero y maestro del Evangelio, del que se proclamaba “embajador entre cadenas” (Ef 6, 20). La caridad divina lo llevó a hacerse “todo a todos para salvar a toda costa a algunos” (1 Co 9, 22).”

 

            “É, pois, um dever urgente para todos anunciar a Cristo e sua mensagem salvadora. “Ai de mim – afirmava São Paulo – se não anunciar o evangelho”! (1Cor 9,16). No caminho de Damasco havia experimentado e compreendido que a redenção e a missão são obra de Deus e de seu amor. O amor a Cristo o impulsionou a percorre os caminhos do Império Romano como arauto, apóstolo, pregador e mestre do Evangelho, do qual se dizia “embaixador entre cadeias” (Ef 6,20). A caridade divina o levou a fazer-se “todo a todos para salvar a todo custo a alguns” (1 Cor 9,22)”. (Tradução livre nossa)

 

            Em 11 de Maio de 2008, o Santo Padre divulgou uma mensagem de ânimo aos jovens para estimulá-los a viver o carisma missionário inerente a todo cristão. Neste mês de Outubro, em que a Igreja dedica suas reflexões ao tema “Missão”, é importante que retomemos aquelas sábias palavras do Sumo Pontífice.

            Naquela mensagem, o Papa Bento XVI convidou os jovens – por ocasião da jornada mundial das missões – a “refletir sobre a urgência persistente de anunciar o evangelho também ao nosso tempo”. Propôs-lhes que, ao longo do Ano Paulino, permitissem ser guiados pelo modelo de compromisso apostólico de São Paulo.

           

            Dividiu seu discurso em quatro partes:

 

– A humanidade necessita de libertação – nesta parte o Papa quis mostrar que neste mundo tão conturbado, a única esperança de salvação para o homem é Deus. Diante de todo o sofrimento que o homem de hoje vem passando só Deus pode livrá-lo, satisfazer plenamente as suas expectativas.

A missão é uma questão de amor – aqui o Romano Pontífice mostrou que o nosso evangelizar é um transbordar de amor. Ou seja, quem se enamora de Deus, quer levá-lo também aos povos, ao mundo.

Evangelizar sempre – o foco desta parte foi mostrar que, não obstante as dificuldades mil – é preciso prosseguir evangelizando. Mesmo em lugares longínquos, mesmo diante da escassez de vocações.

“Ai de mim se não anunciar o evangelho” (1 Cor 9, 16) – Aqui o padres faz um grande chamado à missão. Convida a todos – padres, leigos, bispos, religiosos – a lançar as redes.

 

            As missões têm como patronos Santa Teresinha do Menino Jesus e São Francisco Xavier. São Francisco Xavier é aquele que evangelizou a China (em tempos tão difíceis quanto os de hoje naquele país); Santa Teresinha é aquela menina ousada que aos 15 anos pediu ao Papa para ingressar no Carmelo (mesmo sendo contra as normas de aceitação de noviças da congregação), e que morreu aos 24 anos, em Lisieux, na França. Esses dois santos são exemplo da ousadia, da intrepidez que devemos todos ter se quisermos cumprir a ordem de Cristo: “Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura” (Mc 16,15).

           

            Veja aqui o texto – em espanhol – da mensagem que Sua Santidade dirigiu aos jovens falando-lhes do carisma missionário do cristão.

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