Embora o posicionamento da CNBB com relação às próximas eleições seja – a meu ver – tíbio, dúbio e tímido, é notório que se têm multiplicado as iniciativas isoladas de bispos e de regionais em uma verdadeira campanha de conscientização das pessoas para que observem bem os critérios morais cristãos antes de escolher um candidato. Não-católicos também têm se manifestado, e bem!, nesse sentido. É óbvio que ao falar em “moral”, “consciência” e “eleições” esbarramos em um ogro chamado Partido dos Trabalhadores – que é amoral e imoral, que busca cercear ao máximo a liberdade de consciência e que não passa de um monstro faminto por ganhar o próximo pleito eleitoral [o que garante a continuidade da sua ditadura mal-disfarçada].

Cristão não vota no PT. Alguns motivos para esta afirmativa que acabo de fazer estão sutilmente expostos no vídeo abaixo. Embora **haja alguns erros conceituais** [p.ex.: a noção de capitalismo] e **deslizes na maneira de expor alguns assuntos**, acho que é válido assistir ao vídeo. Nele, o Pe. Berardo Graz fala um pouco de defesa da Vida, democracia, lei natural, Valores Cristãos, etc. Tudo aquilo a que o Partido dos Petralhas tem ojeriza. Vejam:

Há quem diga que a escolha de um candidato deve prescindir das nossas “opções religiosas”. Normalmente quem pensa assim começa com aquele velho [e, para mim, insuportável] argumento de que “o Estado é laico, portanto não se pode tomar por base critérios morais ditados pela religião se a decisão do voto também terá impacto na vida dos não-cristãos, ateus e agnósticos”. Então quer dizer que eu devo me desfazer das minhas convicções para aderir a uma convicção que se alinhe ao senso comum? E se o que o senso comum determinar não for o melhor para todos? E se a voz do povo não for a voz de Deus?Vou ter que me consolar com a ideia de que “pelo menos não me dei mal sozinho”? Vou ter que driblar minha consciência, moldar meu posicionamento e minha orientação política para seguir, bovinamente, as escolhas de uma sociedade doente, de um governo corrupto e de um Estado falido? Que mal há em lastrear as minhas escolhas em uma moral religiosa que está arraigada em mim e que eu, sinceramente, acredito ser o melhor não só para mim mas para toda a sociedade?

Há também quem diga: “o PT até pode ser mau, mas o meu candidato é bom. Eles [do PT] podem até ser a favor do aborto, do gayzismo e do comunismo. Mas o meu candidato não é assim”.  Para estes eu diria que uma andorinha só não faz verão. É ingenuidade acreditar que a estrutura viciada das instituições políticas no Brasil se deixará derrubar pela boa vontade de um ou outro candidato. A máquina chamada PT foi feita para arrasar quem discorde dela. Não lembram-se do caso Basssuma? Portanto, não adianta tentar colocar remendo de pano novo em roupa velha. A rotura fica maior ainda [Mt 9,16]. A roupa velha tem que ser jogada fora e substituída por uma veste nova. Além do que, como é que esse candidato supostamente bom vive com a sua consciência – sabendo que engrossa as fileiras de um partido anti-cristão e comprometido com anti-valores?

D. Odilo Pedro Scherer, Cardeal Arcebispo de São Paulo, em uma recente orientação dada ao clero paulista falou nestes termos a respeito dos critérios de escolha de candidatos [grifos meus]:

No entanto, não se deixe de orientar os fiéis para que votem de modo consciente e responsável, dando o apoio a candidatos que sejam afinados com as suas próprias convicções e que, se eleitos forem, não promovam causas contrárias aos princípios cristãos na sua atuação parlamentar, ou executiva, sobretudo no que diz respeito à dignidade da pessoa e da vida, desde a sua concepção até à sua morte natural.

Fiquemos atentos. São palavras de um Príncipe da Igreja. Aos que pretendem desprezar os argumentos e indagações que expus acima, peço que ao menos considerem o parecer do Cardeal, que – diferentemente de mim – não é um zé-ninguém.

Às urnas.

Eu vi – com praticamente um mês de atraso… :) -, através do perfil da Jornada Mundial da Juventude – 2011 no Facebook, o lançamento mundial do vídeo “A história das JMJ”. O vídeo, narrado pelo Cardeal  Stanislaw Rylko, é muito legal. Assistam!

Há dois dias eu postei aqui a Profissão de Votos Perpétuos do Moysés Azevedo, fundador da Comunidade Católica Shalom. Hoje, por acaso, deparei-me com o vídeo de uma Profissão Solene feita por um irmão da Ordem de São Bento no Mosteiro daqui de Fortaleza. O vídeo é curto, o ritual é simples, mas a atitude do que postula entregar-se irrevogavelmente a Deus é algo que realmente toca. Ademais, não sei se é impressão minha mas, todas as vezes em que eu vejo um frade ou um monge – como é o caso – revestido d0 hábito com o capuz cobrindo a cabeça, alegro-me sobremaneira! Parece-me um sinal de respeito muito grande. Assim era no Antigo Testamento: os homens cobriam o rosto para denotar sua profunda indignidade perante Aquele que era, que é, e que sempre será. Assistam.

 

Um vídeo interessante sobre os primeiros cristãos. Foi feito por alunos da Universidade de Navarra, na Espanha.

Penso agora em Deus Altíssimo. Quisera eu contemplar a beleza de Seu rosto resplandecente e a pureza de Suas vestes. Quisera eu, apenas por um doce segundo, mergulhar na indizível alegria dos anjos que, com seu cantarolar suave, elevam a Deus um eterno louvor.  Esta música vale uma meditação. Com um pouco de exagero, poder-se-ia dizer que as notas desta divina melodia constituem a sexta prova da existência de Deus… Ouçam, rezem. É Ele em nós. E nós n’Ele…

Ontem tomei conhecimento dessa música através de uns amigos. Trata-se de um Pai Nosso composto segundo a mentalidade da Teologia da Libertação. A música mistura uma simulação de canto gregoriano com um pouco de música no estilo indígena [com direito a flautas peruanas e tudo!]. Eu achei tosca. Prefiro o Pater Noster… Mas ouçam e tentem rezar o Pai Nosso, se conseguirem…

Eu vi no Facebook do Sanctíssima Missa Tridentina-Gregoriana um vídeo em que o tenor italiano Andrea Bocelli conta uma pequena história sobre aborto. A história, da qual ele é personagem, é – por si mesma – comovente, mas a performance dele ao piano [tocado com gravidade e doçura ao mesmo tempo] intensifica o clima fazendo com que o ouvinte “entre” no drama que está sendo narrado. O vídeo está com o áudio em italiano  e a legenda em inglês. Para os que não entendem nenhum dos dois idiomas, vou resumir a história:

Uma jovem senhora, grávida, estava internada em um hospital com uma simples crise de apendicite. Os médicos, em um primeiro momento, tentaram tratar o caso aplicando gelo sobre a sua barriga. Ao final deste tratamento, aconselharam-na a abortar a criança. Disseram-lhe que era a melhor solução porque o menino poderia nascer com alguma deficiência… Mas a jovem e corajosa senhora decidiu não fazer o aborto. A jovem senhora, então, deu a luz à criança e pôs-lhe o nome de Andrea Bocelli

Esplêndido!

Procurei o vídeo no Youtube e o encontrei. Faço questão de compartilhar com vocês para que reflitam, mais uma vez, sobre quantos talentos já devem ter se perdido por causa de mães egoístas que assassinaram os seus filhos no próprio ventre…


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