I – Itália e Crucifixos

 

                Uma notícia extraordinária publicada no Fratres in Unum!

 

Itália: “Esta é a resposta ao Juiz turco de Estrasburgo!”

 

             (Kreuz.net) “Oh, bella Italia! A Itália mostra aos imbecis europeus com quantos paus se faz uma canoa” – esclareceu o BLOG ‘Fakten Fiktionen’ na quinta-feira:

              “Esta é a resposta ao Juiz turco de Estrasburgo!”.

               O Blog narra os fatos: “O prefeito de San Remo, Maurizio Zoccarato, está colocando uma cruz de dois metros no prédio da prefeitura!” A cidade de San Remo encontra-se no extremo noroeste da Itália. Ao mesmo tempo Zoccarato exigiu que todos os diretores de escolas afixem cruzes nas salas de aula.

              Segundo o blog ‘Fakten Fiktionen’, em toda a Itália inicia-se uma competição para mostrar isso aos juízes de Estrasburgo”. Na cidade de Busto Arsizio, perto de Milão, a administração municipal hasteou as bandeiras da União Européia em frente aos prédios oficiais a meio mastro.

              Um enorme crucifixo está resplandecendo há pouco tempo diante da façada do Teatro Bellini de Catania, na Cicília. Inúmeras comunidades italianas encomendaram novas cruzes para as suas escolas. A cidade Sassuolo na província de Modena no norte da Itália encomendou cinqüenta novos crucifixos. Eles deverão ser pendurados em todas as salas de aula em que ainda não houver algum.

             O Ministro da Defesa Ignazio La Russa abordou o tema da defesa nacional espiritual em uma discussão de TV: “Todas as cruzes devem permanecer penduradas, e os opositores da cruz que morram, juntamente com essas instituições aparentemente internacionais!”

               A comunidade Montegrotto Terme com 10.000 habitantes – onze quilômetros a sudoeste de Pádua – anuncia em placas de néon: “Noi non lo togliamo” – Não vamos ceder.

                O prefeito da cidade de Treviso no noroeste da Itália resumiu a situação muito bem: “Encontramo-nos no reino da demência, essa é uma decisão, que clama por vingança. O tribunal deve processar a si mesmo pelo crime que cometeu!”

               O prefeito de Assis sugeriu que além dos crucifixos fossem colocados também presépios nas salas de aula. O prefeito da cidade de Trieste esclareceu que tudo permaneceria do jeito que está. A Câmara de Comércio romana pediu que as lojas pendurassem crucifixos.

               Na comunidade Abano Terme – onde mora a ateísta militante finlandesa que reclamou do crucifixo – haverá protestos amanhã em frente das escolas a favor da Cruz de Cristo.

               O prefeito de Galzignano Terme na província de Pádua, Riccardo Roman, ordenou colocação imediata de cruzes em todos os edifícios públicos – não somente escolas, mas também na Prefeitura e museus.

               Dentro de duas semanas a polícia irá conferir se a ordem foi obedecida, caso contrário haverá uma multa de 500 Euros.

              O autor de ‘Fakten Fiktionen’ está maravilhado: “Bravo! Vou descansar alguns dias lá no ano que vem! Deve valer à pena!” O Prefeito Maurizio Bizzarri da comunidade de Scarlino na Toscana do sul impôs uma multa de 500 Euros para aqueles que retirarem uma cruz dos prédios públicos. Na cidade Trapani no extremo oeste da Cecília o Presidente e o assessor do governo da província encomendaram 72 cruzes com recursos próprios. Na cidade de Neapel apareceu uma pixação que dizia: “Se arrancar a cruz, eu arranco a tua mão fora!”

            ‘Fakten Fiktionen’ se dá por vencido: “Lamento, preciso parar, mas parece que não existe nenhuma cidade sem resistência.”

 

               II – Anglicanorum Coetibus

 

             A Constituição Apostólica que trata das normas disciplinares para o retorno dos anglicanos ao seio da Santa Mãe Igreja saiu faz alguns dias. Eu, porém, só a vi hoje. Por enquanto o documento está disponível em apenas dois idiomas: inglês e italiano. Se o meu dia tivesse 25 horas iria gastar esta hora adicional traduzindo o texto do italiano para o português [já que, de inglês, no máximo consigo dizer: “the book is on the table”]. Como não tenho um dia tão longo, resumo-me a fazer alguns ligeiros comentários:

 

  • O documento é breve – conta com apenas 13 parágrafos. Isso é bom porque estimula a leitura.
  • É contundente – ao mencionar, por exemplo, que “a única Igreja de Cristo é aquela que professamos no símbolo apostólico como sendo Una, Santa, Católica e Apostólica”. Lá está dito ainda que “O Catecismo da Igreja Católica é a expressão autêntica da fé católica professada pelos membros do Ordinariato”.
  • É bastante “operacional” – a constituição é uma espécie de definição prática de como as coisas funcionarão ora em diante.

              Após uma breve introdução – na qual se fala do papel do sucessor de Pedro, das feridas que a desunião causa ao Corpo Místico de Cristo [a Igreja], e do Espírito Santo como “princípio de unidade” – o documento traz aquilo que parece ser o cerne da declaração da Santa Sé: a apresentação da estrutura e regulamentação canônica do Ordinariato Pessoal [forma em que os anglicanos serão incorporados à Igreja].

               Foi publicado ainda, pela Congregação Para a Doutrina da Fé, um conjunto de normas complementares a Constituição Apostólica Anglicanorum Coetibus. Vale a pena dar uma lida.

 

 

 

A Universidade Bandeirante (Uniban) está sendo execrada publicamente por ter banido do seu corpo discente a estudante Geisy Villa Nova Arruda. A Universidade alega que a aluna portou-se de maneira inadequada, provocando os demais alunos, ao usar vestimenta curta demais.

Eu não entendo o motivo de tanto alarde em torna de uma atitude tomada por uma instituição autônoma, em plena consonância com o regimento interno, e com o objetivo – tão nobre – de estabelecer padrões de moralidade. Ora, ninguém é obrigado a tolerar – com silêncio e apatia – a depravação e a imoralidade.

O discurso em “defesa” da indefensável atitude de Geisy baseia-se na questão da diversidade, do respeito, etc. Ora, porque a senhora Geisy – que tem uma noção de moralidade bem exótica (se é que tem) – não respeitou os demais estudantes que se incomodavam com o seu modo de vestir? Por que ela não se preocupou com em tolerar a opinião dos “retrógrados, falso-moralistas”, que não concordavam com o comportamento dela e de sua indumentária nada comportada? Se estamos numa democracia (seja isso bom ou ruim), por que a maioria teria que se curvar perante a atitude de uma única pessoa que destoa de todas as demais alunas daquela instituição?

A Uniban tornou oficial a expulsão de Geisy por meio de uma nota (disponível aqui).

A UNE brandiu invocando a ira de Manoela Lisboa sobre a direção da universidade. Como sempre as notas da UNE são dignas de riso. A reportagem da  Globo diz:

Para a UNE, o caso mostra a “opressão que as mulheres sofrem cotidianamente, ao serem consideradas mercadoria e tratadas como se estivessem sempre disponíveis para cantadas e para o sexo”. A entidade também pede punição para os estudantes envolvidos no episódio.

E mais:

Somos Mulheres e não Mercadoria! 

Ora, será que a Srª Geisy foi tratada como mercadoria, ou se ofereceu como mercadoria? Será que a mentalidade de que a mulher é um “produto disponível” não está sendo disseminada exatamente por pessoas que agem como a Srª Geisy, isto é, expondo-se como carne no açougue?

Na verdade, eu não sei por que ainda me espanto com esse tipo de notícia e com o repúdio da sociedade “à moral e aos bons costumes”. No mundo é assim: a imoralidade ganha espaço e é defendida com unhas e dentes; ao passo que a decência é taxada de “moralismo” e repudiada como se fosse uma prostituta entre as virtudes… Incoerência sem igual!

[Do livro: “Os fatos da vida – uma guia indispensável para as questões da vida e da família”, Brian Clowes, PhD. Human Life International. Págs. 270-271]

 

 

 

“Não matarás o nascituro nem assassinarás um infante recém-nascido” [O Didaché, II, 2].

“Amarás o teu próximo mais do que a tua própria vida. Não destruirás a criança pelo aborto” [Barnabás (c. 70-138), Epístolas, Volume II, pág. 19].

“Para nós [cristãos], o assassinato é proibido de uma vez por todas; portanto, até a criança no ventre, mesmo enquanto o sangue da mãe aflui para formação do ser humano, não nos é permitido destruí-lo. Proibir o nascimento é apenas um assassinato mais rápido… É homem, aquele que predestinado a ser homem; o fruto está sempre presente na semente” [Tertuliano, 197, o Apologista, pág. 9].

“Aquelas mulheres que usam drogas para causar um aborto, cometem assassinato e terão que dar satisfação a Deus pelos seus abortos”. [Atenágoras de Atenas, carta a Marco Aurélio em 177]. Legatio pro Christianis [Súplica para os Cristãos], pág. 35.

“Há mulheres que, com o uso de poções medicinais, destroem a vida nascente nos seus ventres e assassinam o filho antes de darem à luz. Essas práticas indubitavelmente decorrem de um hábito estabelecido pelos seus deuses; Saturno, embora não tenha exposto seus filhos, certamente os devorou” [Minucius Felix, teólogo (c. 200-2250), Octavius, pág. 30].

“Se não matássemos a raça humana que nasce e de desenvolve de acordo com o plano de Deus, então as nossas vidas inteiras seriam vividas de acordo com a natureza. Mulheres que fazem uso de algum tipo de droga fatal para abortar, matam não somente o embrião como também, junto com ele, toda a bondade humana” [Clemente de Alexandria, padre e “Pai dos Teólogos” (c. 150-220), Cristo o Educador, Volume II, pág. 10].

“Às vezes essa crueldade luxuriosa ou essa luxúria cruel chega ao extremo de buscar uma esterelidade  venenosa, e se isso falhar, o feto concebido no ventre é, de uma forma ou de outra, sufocado ou evacuado, no desejo de destruir o herdeiro antes mesmo de ter vida, ou se já vive no ventre, matá-lo antes que ele nasça” [Santo Agostinho, Bispo de Hipona (354-430), De Nuptius et Concupiscus (“Sobre o Casamento e a Concupiscência”), 1.17.

“Algumas virgens [mulheres solteiras], ao perceberem que estão grávidas fruto do pecado, praticam o aborto com o uso de drogas. Freqüentemente morre também, e são levadas diante do governante do mundo, culpada de três crimes; suicídio, adultério contra Cristo, e assassinato de um nascituro” [São Jerônimo (c. 340-420) Carta a Eustáquio, 22.13]

“A diferença sutil entre o formado e o não formado, não faz diferença para nós. Seja quem for que propositadamente comete um aborto, está sujeito à penalidade por homicídio” [São Basílio Magno (c. 329-379), “Primeira Carta Canônica”. Três Cartas Canônicas. Biblioteca Clássica Loeb, volume III, págs. 20-23].

“Aqueles que prescrevem drogas para obter o aborto, e aqueles que recebem venenos para matar o feto estão sujeitos à penalidade por assassinato” [Concílio de Trullian (Quinisexto) (692), Cânon, 91].

 

             Aos que não conhecem ainda, acessem a TV Fátima: www.tvfatima.com/portal

             Há uma reportagem muito interessante no link http://www.tvfatima.com/portal/index.php?id=1702, sobre o filme O 13º Dia. O Filme é baseado nas memórias da Ir. Lúcia.

Depois do Dia Internacional da Prostituta eu espero qualquer coisa deste mundo que esta aí. Deparei-me, há pouco, com a notícia de que ocorreu, em Recife, ontem (05), o I Encontro Pernambucano de Profissionais do Sexo – Por uma Cultura de Direitos. Bom, nem todas as novidades são boas-novas. Fazer o quê? Apenas menciono essa notícia para destacar alguns aspectos curiosos acerca do lema do encontro: “Por uma Cultura de Direitos”.

Ao que me parece, é uma necessidade dos homens ter uma bandeira por que lutar. Não há problema nenhum nisso. Desde que a causa seja, de fato, justa e mereça o nosso suor. Todo mundo tem algum direito que está sendo lesado e precisa ser reivindicado publicamente e com estrondo. As feministas reivindicam os direitos das mulheres [entre os quais, não sei por qual razão estapafúrdia, elas elencam o “direito de abortar”]; os negros também requerem os seus direitos [mesmo que algumas vezes acabem sendo injustos e cometendo preconceito para com os seus próprios pares]; os índios não ficam atrás: querem não só a garantia de que serão respeitados, como exigem a reparação dos danos a que “historicamente” foram submetidos [aqui normalmente eles incluem o processo de “destruição cultural” que vêm sofrendo desde a época da colonização, quando os insistentes padres jesuítas os “forçaram” a viver como os cristãos]. Não vou entrar a fundo na análise do mérito de cada uma dessas alegações, mas quero chamar atenção para o fato de que – perante tanto gritos de “me respeitem” – só há duas conclusões a que podemos chegar: ou vivemos numa terra-sem-lei, onde precisamos reafirmar o tempo inteiro aquilo que, por natureza, deveria estar consolidado e prescindir de positivação legal; ou as pessoas perderam a noção do que é vem a ser “direito”. As duas hipóteses são horripilantes e, tristemente, parece que – no mundo de hoje – ocorrem de forma concomitante.

Um fato curioso é o seguinte: todos reivindicam direitos, mas ninguém quer deveres. Por exemplo: as feministas querem equiparação salarial com os homens. Ótimo. Muito justo. Agora, você – “homem ousado e opressor cretino” – ouse aventar a possibilidade de que, na próxima vez que vocês forem a um restaurante, a conta será dividida entre os dois… Se você sobreviver, creia, você é um herói.

Entretanto, dado que a Lei do Menor Esforço nunca foi revogada [muito pelo contrário: parece ser a única cumprida à risca pela maioria das pessoas], é compreensível que se queira apenas os direitos sem os deveres. É que ter direitos é mais cômodo e prazeroso; ao passo que ter deveres é chato, trabalhoso e implica, por vezes, em privações… A tentação de ceder ao “mais fácil” é compreensível, mas não se deve ceder a ela. Já pensou se Cristo Jesus fosse pautar sua missão pela Lei do Menor Esforço? Será que Ele teria morrido da forma que morreu? Com certeza não.

Recordo-me que há não muito tempo – numa das listas de e-mail da qual participo – surgiu uma discussão acerca do “direito” dos animais a serem bem tratados. Ora, como bem expuseram alguns membros da lista, os animais não podem ser sujeito de direitos. Por uma razão muito simples: só tem *direitos* quem pode ter *deveres*. Se eles não podem ser sujeitos de obrigações [deveres], então também não podem gozar de direitos. Ressalva-se, é claro, que nós – seres humanos – temos a responsabilidade de administrar e preservar toda a Criação:

“E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra. [...] E Deus os abençoou, e Deus lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra”. (Gn 1, 26.28).

Essa discussão ocorrida na lista de e-mails, a meu ver, consolida uma demonstração cabal de que as pessoas não têm mais noção do que vem a ser “direito”. E por isso reivindicam absurdos e lutam por bandeiras que há muito deveriam ter se convertido em pano de chão…

Esse assunto ainda “dá pano pras mangas”. Depois farei uso do meu direito de complementar este ensaio ;)

De fato, a primeira reação à verdade é o ódio. Toda vez que os cristãos cumprem sua missão de ser “fermento e sal” no mundo, enfrentam ataques e perseguições de toda sorte. Após a estrondosa manifestação pró-vida em Madrid – que contou com cerca de 1 milhão de pessoas – o que se viu na Argentina, durante o XXIV Encontro Nacional de Mulheres, foi uma verdadeira luta entre os filhos das trevas e os filhos da luz. Este encontro, feito para “reivindicar o gênero”, é organizado por entidades ligadas à promoção do aborto no mundo. Os cristãos de Argentina deram, mais uma vez, testemunho de cristianismo e de autêntica defesa da vida [eu já havia postado aqui um vídeo sobre este encontro na qual se via o bonito exemplo dado pelos jovens argentinos durante uma edição anterior deste encontro].  Vejam a matéria abaixo:

 

Espectacular contraste de manifestaciones en Argentina:

 los pro vida y los pro aborto

 

Mientras que los católicos se apostaban alrededor de las iglesias para evitar ataques a los templos, las manifestantes pro aborto provocaron altercados y se pasearon desnudas

Entre el 10 y el 12 de octubre se realizó en Tucumán –provincia de Argentina- el XXIV Encuentro nacional de Mujeres. El objetivo de esta reunión era según fuentes de la organización ‘reivindicar el género’, debatir sobre la violencia doméstica, la trata de blancas, la salud reproductiva, el derecho a abortar y expresar su preocupación por la violencia que se vive en la actualidad.

Los católicos de Tucumán alertados por lo sucedido en anteriores concentraciones se apostaron frente a las iglesias para proteger los templos de posibles ataques. Los creyentes permanecieron cogidos de la mano y con carteles que reivindicaban la vida del niño por nacer mientras oraban.

 Los católicos se situaron ordenadamente rodeados de unas vallas de protección y encabezados por los hombres que resguardaban a las mujeres y los niños. Este hecho enfureció a las manifestantes que arrojaron botellas, pintura, orina, pastillas y escupieron a los cristianos.

 La manifestación tenía entre uno de sus objetivos la de ser una contra réplica de la manifestación del 17-O que tuvo lugar en Madrid a favor de la vida y contra el aborto, de cuyo éxito se ha hecho eco la prensa internacional

 

V JORNADA TOMISTA DE PERNAMBUCO

Recife, 04, 05 e 06 de Novembro de 2009

 

ATIVIDADES DAS NOITES:

 

Quarta-feira (04/11): Conferência – das 19h às 22h – Auditório do CIRCAPE – Rua do Riachuelo, 105, 10o andar 

- Prof. Dr. Paulo Faitanin – Univ. Federal Fluminense: A hierarquia celeste: iniciação à doutrina dos anjos de Santo Tomás de Aquino

 

Quinta-feira (05/11): Comunicações – das 19h às 22h – Auditório do CTCH – 1o Andar – Bloco B – UNICAP

- Prof. Dr. Ivanaldo Santos – UERN: O tomismo analítico

- MSc. Nalfran Modesto Benvinda – Doutorando em Filosofia – UFPB/UFPE/UFRN: As qualidades requeridas na oração a partir do Comentário ao Pai Nosso de Santo Tomás

- Ricardo Evangelista Brandão – Mestrando pela UFPB; Prof. Dr. Marcos Nunes – UNICAP/INSAF: Há possibilidade das paixões do corpo afetarem a alma, segundo Santo Agostinho?

 

Sexta-feira (06/11): Comunicações – das 19h às 22h – Auditório do Bloco D – 1o andar  – UNICAP 

- Prof. Dr. Witold Skwara – UFPE: O tempo qualitativo em Santo Agostinho e o tempo quantitativo em Tomás de Aquino

- Jair Lima dos Santos – Curso de Direito – PIBIC/UNICAP; Prof. Dr. Marcos Nunes – UNICAP/INSAF: A Lei Natural em Tomás de Aquino e sua Repercussão na Doutrina Política de Marsílio de Pádua

- Carlos Alberto Pinheiro Vieira – Mestrando em Ciências da Religião – UNICAP; Prof. Dr. Marcos Nunes – UNICAP/INSAF: O amor como fundamento da ordem social em Santo Agostinho

 

ATIVIDADE DAS TARDES

 

Quarta a sexta feira (04, 05, 06/11): minicurso – das 14h às 17h – Sala 005 – Térreo – Bloco G4 – UNICAP

 - Prof. Dr. Paulo Faitanin (Univ. Federal Fluminense): O único necessário: iniciação à ascética e mística de Santo Tomás de Aquino

 

Inscrições:

Na Secretaria do CTCH – 1o Andar – Bloco B – UNICAP

Para as atividades das noites serão fornecidos Certificados gratuitos a quem tiver freqüência de, pelo menos, 75%

Para emissão do Certificado do Minicurso da Tarde será cobrada uma taxa de R$ 20,00.

Realização:

Instituto de Pesquisa Filosófica Santo Tomás de Aquino/CIRCAPE – INSAF – UNICAP

 

 

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